Construção do início do século XX, este edifício tornou-se, à época, numa das principais referências culturais da cidade. A marca do romantismo tardio manifesta-se na decoração neo-barroca, adaptada às inovações estilísticas das primeiras salas de cinema do país, anteriores à art deco. O hibridismo da fachada, característico da arquitetura romântica, apresenta uma profusão de elementos decorativos de varias origens formais, utilizados desde os finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Rua João Afonso nº 7, 2000-074 Santarém
243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
3ª a sexta das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00 | Encerra sábado, domingo, segunda e feriados

Nota: Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes.

INFORMAÇÕES, BILHETEIRA, BILHETEIRA ONLINE E RESERVAS
Informação e reservas através do teatrosabandeira@cm-santarem.pt e pelo telefone 243 309 460.
O horário da bilheteira é de 3ª a sexta das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00 | Encerra sábado, domingo, segunda e feriados. Em dias de espetáculos ou eventos, abre 1 hora antes do espetáculo ou evento, encerrando meia hora após o início. Nos 30 minutos que antecedem os espetáculos apenas se vendem bilhetes para os mesmos.
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten, CTT e FNAC.

Descontos
Os descontos aplicam-se apenas aos espetáculos cuja programação é da responsabilidade do Santarém Cultura, nos seguintes casos:
20% de desconto

  • Menores de 30
  • Maiores de 65
  • Grupos de 10 ou mais pessoas
  • Famílias (3 ou mais elementos: com adulto/s + criança/s até aos 12 anos)

  • Os alunos e professores de Conservatórios, Academias, Escolas de Artes e Ensino Superior, têm desconto direto de 40% na compra do ingresso.

    Os bilhetes com desconto são pessoais e intransmissíveis, obrigando à apresentação do respetivo documento comprovativo à entrada do espetáculo. Os descontos não são acumuláveis e os espetáculos sujeitos a descontos estão devidamente assinalados. As entradas gratuitas são limitadas à lotação do espaço, mediante levantamento prévio de bilhete.

    Nota: Nas sessões escolares aplica-se isenção para alunos com escalões mediante comprovativo por parte da escola.
    Escalão A - Gratuito
    Escalão B – 50%

    Condições de Acesso
    A acessibilidade está assegurada, bem como a assistência a pessoas com mobilidade reduzida, no Teatro Sá da Bandeira. Nos restantes equipamentos, devem ser consultados previamente, consoante a tipologia de evento.

    Regras de Reserva
    Os bilhetes reservados devem ser levantados até 5 dias após a reserva ou até pelo menos 48h antes da hora de início do espetáculo. Após estes períodos serão automaticamente disponibilizados ao público. Não há lista de espera.

    Regras de Devolução
    O programa pode sofrer alterações por motivos imprevistos. Se por motivo de força maior a data de espetáculo for alterada, os bilhetes adquiridos serão válidos para a nova data definitiva. Serão restituídas aos espectadores que o exigirem, as importâncias dos respetivos ingressos sempre que não se puder efetuar o espetáculo no local, na data e hora marcados, assim como em caso de cancelamento do espetáculo.
    Os portadores dos ingressos do espetáculo em causa devem apresentar-se na bilheteira, num prazo de 8 dias, a fim de deixarem os dados pessoais (NIB e NIF) para a restituição do respetivo valor dos ingressos. O mesmo se aplica em casos de interrupção do espetáculo, nos mesmos prazos e com as mesmas condições.
    A devolução das respetivas importâncias será feita no prazo máximo de 30 dias.

    Regras das Salas O programa pode sofrer alterações por motivos imprevistos.
    O espetáculo começa impreterivelmente à hora marcada.
    Após o início do espetáculo não é permitida a entrada na sala, salvo a indicação dos assistentes de sala, e não havendo lugar ao reembolso do preço pago pelo bilhete.
    É expressamente proibido fumar, consumir alimentos ou bebidas no interior do auditório e em outros espaços de espetáculo.
    Os espectadores devem desligar à entrada todos os aparelhos que produzam som, incluindo telemóveis.
    Não é permitida a entrada com objetos volumosos para dentro das áreas de espetáculo ou apresentações.
    O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo.
    É proibida a recolha e gravação de imagem ou som, exceto se previamente autorizadas pela direção.
    Exceto se indicado na ficha do espetáculo, por imposição legal, de acordo com Decreto-Lei nº 23/2014 de 14 de Fevereiro, não é permitida a entrada a menores de 3 anos nas salas de espetáculos.

    O Teatro Sá da Bandeira tem como missão ser um espaço de diálogo que conjuga património, memória e contemporaneidade com diferentes áreas de conhecimento, diversas dimensões socio económicas exibindo expressões artísticas diversificadas, potenciando a produção de conhecimento e de valor. Não só pela valência do património da cidade, mas também pelo seu serviço educativo e de mediação, pretende aproximar territórios, descobrir novos imaginários e utopias, impulsionar o encontro de diferentes comunidades, conjugar culturas: educação, economia, conhecimento, ciência, tecnologia e a inovação ao serviço do desenvolvimento da cidade e região.

    Os objetivos do Teatro Sá da Bandeira passam pelo seu posicionamento com o espaço de produção e apresentação regular de espetáculos e exibições de criação artística, pelo seu projeto educativo e de medição de públicos, o apoio a jovens artistas emergentes e grupos/associações culturais, assim como co-produções e apoio à criação, articulando a sua programação como sistema cultural do território, promovendo uma relação de complementar idade como agentes da cidade, criando sinergias de programação para a comunidade do território.

    O projeto educativo, mediação de públicos e envolvimento da comunidade tem ainda como objetivos sensibilizar e formar públicos, desenvolvendo o seu sentido crítico, estético e criativo, promovendo o encontro entre as artes e os diversos públicos e comunidades, propondo contextos participativos na atualidade artística. Trazer propostas diferenciadoras, de grande qualidade artística, que marquem a vida das pessoas que as vêm ver. Sempre acompanhadas de um acolhimento especial e uma reflexão com os grupos de participantes (formadores, professores, alunos, utentes). Promovendo um olhar critico sobre as obras artísticas, promovendo uma fidelização, uma relação de confiança. Chamar pessoas a participar, ver, ouvir. Saber ouvi-las no fim. Compreendê-las. Criar laços de confiança entre a comunidade e os equipamentos culturais. Criar estratégias paralelas à programação, que permitam que os conteúdos de qualquer proposta programática cheguem a um maior número de pessoas. Saber mais sobre cada artista, sobre cada obra. Potenciar a criatividade. Promover o contacto, ligação intergeracional entre pares.


    Caso pretenda, poderá efetuar o download do Rider Técnico do Teatro Sá da Bandeira, em documento no formato .pdf.

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    PRÓXIMOS EVENTOS
    Qua, 04 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Cinema/Audiovisual Devorar a Noite de Jonathan Vinel, Caroline Poggi
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    Devorar a Noite
    Cinema | Devorar a Noite, de Jonathan Vinel, Caroline Poggi



    Qua, 4 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: Eat the Night

    De: Jonathan Vinel, Caroline Poggi

    Drama, Thriller, FRA, 2024, 106’, M/16



    Sinopse: Apolline praticamente vive no “Darknoon”, um jogo online de realidade virtual onde cria a sua própria existência, em contraste com o Havre, a cidade onde vive. Um dia, no jogo, recebe um aviso: em breve, dentro de dois meses, no Natal, o servidor do jogo vai-se desligar para sempre. Não consegue largar o jogo. O irmão Pablo, com quem ela joga, encontra outro caminho para a vida: uma paixão pelo traficante de droga Night, que está numa guerra cerrada com um gangue rival.

    Entramos na vida e relação dos irmãos Pablo e Apolline, ambos deslumbrados com o videojogo Darknoon — até à entrada em cena de Night na vida de Pablo. Realidade e realidade virtual chocam, entre sensualidade e destruição, apetite e obsessão.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sáb, 07 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Teatro O Amor é Fodido de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos
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    O Amor é Fodido
    O Amor é Fodido, de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos



    Teatro

    Sáb, 7 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Classificação Etária M/18 | Duração 70 min. | Preço: 5€ (preço único)



    Sinopse

    O que propomos é uma obra que trate do amor com todas as peças — uma espécie de Romeu e Julieta contemporâneo em que os amantes se enganam reciprocamente suicidando-se para o amor, continuando apesar de tudo: vivos. Há uma resistência, uma vontade de se começar o que ainda não se começou. O amor dá muito trabalho e perdura até ao dia da nossa morte. Há uma vontade de rir e de nos divertirmos com a vida. Com tudo o que dói e tudo o que nos alegra. Preparem-se as ferramentas. Digam-se coisas. Fale-se incessantemente do amor. Quando chegar o momento, deixaremos de ser homens e mulheres. Seremos apenas seres fodidos. Reconheceremos o nada e tudo o que somos. Desesperados por recomeçar. Forçamos a inteligência com as habilidades do amor até que o amor se foda. A inteligência começará então a desaparecer. Mas voltaremos a insistir, afinal somos amorosos e humanos. Há momentos em que parece que quase vemos. Depois continuamos cegos. As obras literárias por um estranho fascínio que as recobrem tornam-se mitos, perduram no tempo e vão-nos falando. Em direto e em diferido. Falam com aqueles que as leem e com os outros que nada sabem delas porque apenas ouviram dizer. As obras mais atraentes e enganadoras são aquelas que se apresentam como testemunhos íntegros e insuspeitos que lhes dão um valor de certeza definitiva. Os autores, os sofredores dos factos, limitam-se a descrevê-los tal como nós os teríamos vivido. Parece que somos atirados de corpo e mente para dentro daquilo que foi feito e que agora nos é narrado. Levam-nos a acreditar que estamos ali. Somos o actor e afinal estamos vivos. Há uma completa identificação. É o caso da obra: O Amor É Fodido do Miguel Esteves Cardoso. É um livro de uma época e de um estranho personagem que por lá sobreviveu. Todos lá estivemos e por lá vivemos: no amor e no que no amor nos fode. Qual é, então, a vantagem, de o contar de novo? Ou de o vestir de novo? O autor diz-nos que há algo de sinistro numa mulher que só usa roupa uma vez. Como haverá, dizemos nós, algo de identicamente sinistro em vestir sempre a mesma roupa. É igual com o amor. Há algo de pecaminoso em vestir-nos de amor uma vez e de novamente repetir a dose. Ao entrar para dentro do círculo amoroso fica-se marcado para a vida. Quem lhe experimenta o sabor percebe que a coisa vai correr bem e surpreende-se depois: mas afinal a coisa pode correr assim tão mal? Quando o abismo chega pergunta-se: porque é que nos fodemos com o amor? Porque não resistimos. É do mal que nos faz. E já agora do bem que nos deu. Parece estar mesmo a pedir. E o que é que nos pede o amor? Pede que algo em nós se mostre: o mostrengo que se esconde e habita nas profundezas. Pede ao monstro que saia. O amor pede que essa parte de cada um de nós se mostre e em simultâneo se esconda. É por isso que o amor é fodido. Tudo o que não resistimos de mostrar através do amor tem logo de seguida necessidade de se esconder. As testemunhas, os documentos, os gestos, os traços, as cicatrizes, as lágrimas e os sorrisos obscurecem o amor, pois tudo o que fazemos são estratégias para o disfarçar e foder. Encolhemos o rabo para esconder tesão. Quem nunca? Ou interrompemos a coisa e fazemos uma pausa para falar da lista das compras. Vamos ficando cegos. E continuamos.



    Ficha Técnica e Artística

    Texto Miguel Esteves Cardoso | Adaptação do texto João Garcia Miguel | Direção Artística e Interpretação João Garcia Miguel | Apoio ao desenvolvimento do personagem Michael Margotta | Apoio Dramatúrgico & Assistente de direção Paulo Oliveira | Assistente de direção Artística Ademir Emboava | Figurino Rute Osório de Castro | Direção Executiva Suzana Durão | Equipa Técnica Leo Emilio | Comunicação e Digital Natacha Ventura e Miguel Hilário | Fotografia Mário Rainha Campos | Design Gráfico Miguel Santos



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 11 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Cinema/Audiovisual Sister Midnight de Karan Kandhari
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     Sister Midnight
    Cinema | Sister Midnight, de Karan Kandhari



    Cinema

    Qua, 11 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: Sister Midnight

    De: Karan Kandhari

    Comédia/Fantástico, Reino Unido, 2024, 107’, M/14



    Sinopse: Um casamento arranjado. Um casal excêntrico enfiado numa pequena cabana em Mumbai, com paredes de papel. Estão desajeitados e sozinhos, juntos. A imprevisível Uma faz o possível para lidar com o calor, a total falta de dotes domésticos, os vizinhos bisbilhoteiros e o seu atrapalhado marido, até que o mundo noturno de Bombaim e os seus habitantes a levam a confrontar os seus próprios comportamentos estranhos.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 18 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Cinema/Audiovisual No romper da Luz de Rúnar Rúnarsson
    LER MAIS
    No romper da Luz
    Cinema | No romper da Luz, de Rúnar Rúnarsson



    Cinema

    Qua, 18 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: When The Light Breaks

    De: Rúnar Rúnarsson

    Drama, Croácia, IRL, Países Baixos, FRA, 2025, 82’, M/14



    Sinopse: Una vive em segredo uma relação com Diddi que, apesar de comprometido com Klara, também está apaixonado por ela. Quando ele decide pôr fim ao namoro, sofre um acidente fatal. Klara e os amigos partilham o luto, mas Una vê-se obrigada a enfrentar sozinha e em segredo a perda daquele grande amor.

    Filme de abertura da secção Un Certain Regard no Festival de Cannes, No Romper da Luz foi realizado pelo islandês Rúnar Rúnarsson.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



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    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sáb, 21 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Dança Murmúrios de Pedro e Inês Solange Melo | Direção Artística
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    Murmúrios de Pedro e Inês
    Murmúrios de Pedro e Inês



    Dança

    Sáb, 21 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Classificação Etária M/6

    Duração 55 min.

    Preço 5€ (preço único)



    Sinopse

    A história de Pedro e Inês é dançada, contada, ouvida, vista e sentida através de uma amálgama artística contemporânea, tornando este espetáculo original e apelativo para um público transversal ao público de dança. Em 2018, o coreógrafo Fernando Duarte recebe o Prémio da Dança Anna Mascolo da Mirpuri Foundation pelo bailado Murmúrios de Pedro e Inês.

    Em cena, dois bailarinos — Pedro e Inês — percorrem os vários quadros desta história de amor tão conhecida. Os seus corpos dão forma a um tempo distante, mas também o transportam para o presente e, sobretudo, para um tempo íntimo, interior a cada um de nós.

    Duas sonoridades sustentam esta dança a dois: a música de compositores portugueses e um texto que revela a musicalidade e a harmonia da língua portuguesa. Toda a nossa atenção recai sobre estas duas figuras centrais, ainda que outras personagens se façam sentir, insinuando presenças que atravessam e amplificam a narrativa.

    Sem procurar uma transposição literal da lenda que conhecemos, o bailado propõe uma leitura onde o significante nem sempre conduz ao significado esperado. Em vez disso, abre espaço a novas camadas de sentido, convidando o público a reencontrar Pedro e Inês através de um olhar renovado e profundamente sensorial.



    Ficha Técnica

    Direção Artística do bailado Solange Melo, Fernando Duarte | Coreografia Fernando Duarte | Música Bernardo Sassetti e Fernando Lopes-Graça | Texto Afonso Cruz | Figurinos José António Tenente | Desenho de luz VP | Interpretação Diana Faria, Pedro Alves | Direção técnica Vítor Jose | Direção de ensaios e de Produção Solange Melo



    Biografias;

    Solange Melo | Direção Artística

    Entre a carreira performativa, a criação coreográfica e a direção artística, Solange Melo tem um percurso multifacetado na dança em Portugal. Com mais de 20 anos de atividade, assina atualmente a Direção Artística da Dança em Diálogos – Plataforma performativa, bem como dos ciclos Bailado em Seteais e A Música também Dança. Desde 2024, coordena estes projetos a solo, após a nomeação de Fernando Duarte como Diretor da Companhia Nacional de Bailado. Soma ainda a Direção Artística da Movitetura – Mostra Coreográfica da Lezíria e, em janeiro de 2025, lançou e modera o Podcast Dança em Diálogos.

    Natural de Lisboa, nasceu em 1980. Estudou na Escola de Dança do Conservatório Nacional sob orientação do Mestre Georges Garcia. Ingressou na Companhia Nacional de Bailado em 1998 onde foi promovida a Bailarina Principal em 2012. De 2005 a 2007, foi bailarina solista no Ballet Nacional da Noruega. Faz parte do seu repertório a interpretação de bailados incontornáveis do universo clássico, tais como: O Lago dos Cisnes (Odette/ Odile), Giselle (Giselle/Myrtha), A Bela Adormecida (Aurora), Romeu e Julieta (Julieta), Cinderela (Cinderela), O Quebra-Nozes (Clara/Fada do Açúcar), O Pássaro de Fogo, entre muitas outras.

    É licenciada em Business Management pela Open University do Reino Unido e encontra-se atualmente na fase de Dissertação do Mestrado em Estudos e Gestão da Cultura do ISCTE.

    Em 2018 fundou, em parceria com Fernando Duarte, a Dança em Diálogos – Plataforma Performativa, assumindo a co-Direção Artística da estrutura e das suas criações, apresentadas em dezenas de locais, dentro e fora do país. Paralelamente, desenvolveu um percurso no desenho de figurinos para várias obras coreografadas por Fernando Duarte, incluindo o vídeo-dança Variações sobre um tema de Chopin, Quartetos, Ballet Mécanique, O Quebra-Nozes e Sonho de uma Noite de Verão.

    Criou e orientou inúmeras residências Artísticas em Contexto Escolar, defendendo a formação artística como pilar na educação. Coordenou ainda o projeto Radio(grafias) Iguais, inserido na 1ª edição do programa PARTIS & Art for Change da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação “La Caixa”.

    Foi Professora Convidada de Técnica de Dança Clássica na Escola Superior de Dança nos anos letivos de 2022 e 2024/2025, e tem integrado júris de várias competições internacionais de dança, onde contribui com o seu olhar experiente e exigente sobre a excelência artística.



    Fernando Duarte | Coreógrafo

    Fernando Duarte é, desde setembro de 2024, diretor artístico da Companhia Nacional de Bailado.

    Nascido em Lisboa, em 1979, formou-se na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal, onde estudou sob orientação dos professores Maria Bessa e António Rodrigues. No último ano de curso integrou, como bailarino estagiário, a Companhia de Dança Contemporânea.

    Ingressou na Companhia Nacional de Bailado em 1996, onde se tornou Bailarino Principal, interpretando papéis de destaque no repertório clássico, bem como em obras neoclássicas e contemporâneas. Entre 2005 e 2007 integrou o Ballet Nacional da Noruega como Solista, tendo as suas interpretações recebido elogios da crítica internacional. Regressou à CNB em 2007 e em 2011 foi promovido a Mestre de Bailado, cargo que desempenhou até 2017. Nesse período, a direção artística encomendou-lhe novas versões de vários clássicos: O Lago dos Cisnes (2013), Quebra-Nozes (2014), O Pássaro de Fogo (2015) e La Bayadère (2016).

    A sua carreira pedagógica em técnica de Dança Clássica iniciou-se em 2008, na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal. Entre 2018 e 2024 foi docente da Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional, tendo sido igualmente professor convidado em diversas escolas de dança, nacionais e internacionais.

    Em 2018 fundou e assumiu a co-direção artística da Dança em Diálogos. Nesse ano recebeu o Prémio da Dança Anna Mascolo da Mirpuri Foundation pelo bailado Murmúrios de Pedro e Inês. O seu percurso artístico destaca-se pela reinvenção dos grandes clássicos do final do século XIX e início do século XX e pela criação de um repertório contemporâneo ligado à memória e cultura portuguesas, exemplificado por obras como O Primo Basílio (2020) e Memorial do Convento (2022), e os Maias (2025) para a Companhia Nacional de Bailado.

    Entre 2021 e 2023 foi Diretor Artístico e orientador do projeto Radio(grafias) Iguais, integrado na 1.ª edição do programa PARTIS & Art for Change da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação “la Caixa”. Desde 2021, é co-curador artístico do Ciclo Bailado em Seteais e, desde 2022, do ciclo A Música Também Dança, do Centro Cultural Olga Cadaval.

    Convidado para conferências sobre Arte e Dança, Fernando Duarte é doutorando em Estudos Artísticos na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e investigador no Instituto de História da Arte da mesma instituição. A sua investigação centra-se na narratividade e coreologia nos bailados narrativos contemporâneos, bem como na articulação entre teoria e prática na criação coreográfica.

    Diana Faria _Bailarina Inês

    Iniciou os seus estudos em dança aos 8 anos na Ent’Artes – Escola de Dança, onde cedo revelou um talento excecional que lhe abriu portas para o mundo.

    Ao longo da sua formação, foi distinguida com bolsas de estudo para algumas das mais prestigiadas escolas internacionais, incluindo a École de Danse de l’Opéra de Paris, Zurich Dance Academy, Ballettschule Theater Basel, Staatliche Ballet Schule Berlin, John Cranko School, Elmhurst Ballet School, entre muitas outras.



    A sua trajetória competitiva é marcada pela excelência: conquistou mais de 90 medalhas – 30 de ouro, 36 de prata e 26 de bronze – além de prémios de Melhor Bailarina e Votos de Louvor atribuídos pela Câmara Municipal de Braga.Foi selecionada para vários eventos internacionais como finais do Dance World Cup (Portugal, Roménia, Alemanha e Espanha), Youth America Grand Prix (Nova Iorque, 2017 e 2020), World All Dance, Concurso Internacional de Orlando, Salto Fest Dance Brasil, Opus Ballet (Itália), Passo de Arte (Brasil), Festival de Joinville, Charity Award Gala e Gala Internacional de La Danse da UNESCO.

    No Youth America Grand Prix (YAGP), a mais prestigiada competição mundial para jovens bailarinos, integrou o top 12 de solistas nas categorias de clássico e contemporâneo. Em 2020 e novamente em 2023, foi uma das doze bailarinas selecionadas para integrar os Programas Território III e VI, projetos de criação artística que reúnem jovens intérpretes promissores de todo o país.

    Em 2022, foi finalista do X Prémio Internacional Roseta Mauri e selecionada para o curso do Prix de Lausanne. No mesmo ano, alcançou um feito raro e notável ao realizar e ser aprovada no exame Solo Seal da Royal Academy of Dance (RAD) – uma prova vocacional altamente exigente, reservada a candidatos com distinção no nível Avançado 2, e que contou com apenas três portugueses em mais de quatro décadas. De 2023 a 2024, integrou a companhia de dança Intranzyt, em Famalicão, onde deu continuidade ao seu percurso artístico como intérprete, aprofundando o seu trabalho em dança contemporânea e colaborando em criações originais.



    Pedro Alves _Bailarino Pedro

    Em 2009 ingressou na Escola de Dança do Conservatório Nacional, que finalizou em 2017, obtendo o diploma de bailarino profissional. Também em 2017 fez parte de um projeto com a Europa Danse Company, onde trabalhou com vários coreógrafos e assistentes, com a direção artística de Laurent Drousie.

    Em outubro de 2019 inicia no Projeto Quorum e como estagiário na Quorum Dance Company, onde mais tarde vem a integrar a equipa de bailarinos da companhia.

    Na Quorum fez parte de vários projetos e trabalhou com vários coreógrafos, como Daniel Cardoso, Itzik Galili, Barbara Griggi e Lior Tavori.”



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 25 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Cinema/Audiovisual Verdades Difíceis de Mike Leigh
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    Verdades Difíceis
    Cinema | Verdades Difíceis, de Mike Leigh



    Qua, 25 fev às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: Hard Truths

    De: Mike Leigh

    Drama, ESP, GB, 2024, 97’, M/12



    Sinopse: A vida é uma luta constante para Pansy. Atormentada por dores físicas e emocionais, a sua relação com o mundo manifesta-se através da raiva e do confronto: discute com a família, com o médico, com a rapariga da caixa do supermercado... A única pessoa que a compreende é Chantelle, a sua irmã mais nova, mãe solteira e com uma vida mais descontraída, acolhida pelo calor das filhas e das clientes do seu salão. Este filme generoso, vindo de um mestre do drama, leva-nos às profundezas dos laços familiares, do dever, e de um dos maiores mistérios da condição humana: o facto de, mesmo após vidas marcadas pela dor e pela adversidade, continuarmos a encontrar formas de amar aqueles a quem chamamos família.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sex, 27 Fev
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira

    Serviço Educativo | 10h30 – prioridade público escolar

    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Teatro A Primeira Vez de Tiago Correia, A Turma
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    A Primeira Vez
    A Primeira Vez, de Tiago Correia, A Turma



    Teatro

    Sex, 27 fev às 21h30

    Serviço Educativo

    10h30 – prioridade público escolar

    Teatro Sá da Bandeira

    Classificação Etária M/14 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)



    Sinopse

    A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez. Mas o que se perspetiva como um encontro íntimo, acaba por ter outros contornos. Numa situação aparentemente moldada pelo embaraço e o constrangimento, descobrimos que a sua intimidade, a sua relação, é o verdadeiro refúgio. Ambos estão diante de algo maior, que não se atrevem a enfrentar.



    Ficha Técnica

    Texto original e encenação Tiago Correia | Interpretação Francisca Sobrinho e Rafael Paes | Cenografia Ana Gormicho | Desenho de figurinos Sara Miro | Desenho de luz Pedro Nabais | Música original André Júlio Turquesa | Desenho de som Filipe Louro | Assistência à criação (estágio-ESTC) Gabriel Pessoa | Direção de produção Inês Arinto | Produção executiva Inês Guedes Pereira | Direção de comunicação Catarina de Dios Fonseca | Imagem Francisco Lobo | Design de comunicação (A Turma) Francisco Ribeiro | Produção A Turma | Coprodução FITEI e 23 Milhas | Parceiros de acolhimento Cendrev / Teatro Garcia de Resende, Cine-Teatro Paraíso (Tomar), Teatro Municipal da Guarda, Teatro Sá da Bandeira (Santarém), Teatro-Cine Torres Vedras , Teatro Virgínia (Torres Novas) | Parceria editorial Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus | Agradecimentos Comédie de Reims (França), Emilia Romagna Teatro Fondazione (Itália), KVS (Bélgica), Teatre Nacional de Catalunya (Espanha) e Teatro Nacional São João



    Biografias

    TIAGO CORREIA

    Tomar, 1987. Licenciou-se em Teatro-Interpretação e pós-graduou-se em Dramaturgia e Argumento, na ESMAE. Estudou ainda com Anatoli Vassiliev, Alessio Nardin, Martin Crimp, Jean-Pierre Sarrazac, H. T. Lehmann, Raimondo Cortese, Sanja Mitrovic, Viktor Bódo, EwanDownie, Norman Taylor, entre outros. Trabalhou como ator em teatro com António Durães, Cristina Carvalhal, Nuno M Cardoso, Maria João Luís, Pascal Luneau, Marcos Barbosa, Manuel Tur, Luís Mestre, José Carretas, Sara Barbosa e em criações próprias. Em cinema, com Edgar Pêra, Sérgio Graciano, Francisco Lobo, Gonçalo Ribeiro, Inês Sá, Mariana Marques e Paulo Próspero. Em televisão, com Henrique Oliveira, RTP. Recebeu o Prémio de Melhor Ator no Festival Ver e Fazer Filmes da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012. Cofundou A Turma, em 2008, assumindo a sua direção artística desde 2018. Encenou, pel’ A Turma, História de Amor (Últimos Capítulos) de Jean-Luc Lagarce (coprod. Fitei, 2011), Do Discurso Amoroso – Fragmento 1 e Fragmento 2 a partir de Roland Barthes (Hard Club, 2012), Gasparde Peter Handke (coprod. Teatro Oficina e Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012), A Noite Canta de Jon Fosse (coprod. Fitei e TM Porto, 2015-2016) e, da sua autoria, Pela Água (coprod. Armazém 22, 2018), Turismo (coprod. TM Porto e Cineteatro Louletano, 2020), Alma (coprod. TNSJ e Teatro Virgínia, 2020), Estrada de Terra (coprod. Fitei e São Luiz Teatro Municipal, 2021), o díptico O Salto (coprod. TNSJ, São Luiz e Theatro Circo, 2023) e Sul (coprod. TNSJ, Cineteatro Louletano, 2025) e A Primeira Vez (coprod. Fitei e 23 Milhas, 2025). Escreveu e realizou os audiodramas Dornes (2017), À Margem (2018), Iria (2018) e A Partida de Mécia (2023), que se encontram disponíveis em permanência em Dornes, V. N. de Gaia, Tomar e Ourém, respetivamente. Escreveu o argumento do filme Ela - Do Discurso Amoroso realizado por Francisco Lobo, que também protagonizou (Festival de Cinema Lusobrasileiro de Santa Maria da Feira e Cinema Trindade, 2016) e a série Capitães do Açúcar (8 episódios, Maria & Mayer e RTP, 2021). Recebeu por duas vezes o Grande Prémio de Teatro Português da SPA com Pela Água (2016) e Alma(2018), a Menção Honrosa da Inatel por Ponto de Fuga(2018), e Estrada de Terra foi selecionado pelo comité português do Eurodram (2020). Escreveu o texto A Primeira Vez, enquanto dramaturgo convidado do projeto Between Lands (22/23), desenvolvido entre o TNSJ, a Comédia de Reims, o KVS (Bruxelas), o Teatro Nacional da Catalunha e o Teatro Nacional Emilia Romagna, com respectivas traduções e leituras encenadas nestes teatros. Pela Água foi publicada pela INCM (2017) e encontra-se traduzida e publicada no México (Tramoya, 2020). Alma foi publicada pela SPA (2019). Turismo foi publicada pela Húmus (2020) e traduzida e publicada na Alemanha (Alexander Verlag Berlin, 2021) e na Turquia (Habitus Kitap, 2023). Estrada de Terra foi publicada pela Húmus (2022). As peças O Salto + Sul e A Primeira Vez + Alma foram publicadas na Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus (nº1 e nº2, 2025) e Fumo foi publicada na Turquia (Habitus Kitap, 2025). Foi professor de interpretação no curso de Teatro da ACE - Famalicão, entre 2012 e 2022. É músico, cantor e compositor na banda de música portuguesa Les Saint Armand.



    RAFAEL PAES

    Nascido na ilha Terceira, nos Açores, iniciou desde cedo o seu percurso artístico. Entre 2019 e 2022 frequentou a Escola Profissional de Teatro de Cascais.

    Em 2024 ingressa na Escola Superior de Teatro e Cinema, no curso de Teatro Ramo de Actor. Em 2022 protagonizou o espetáculo Casimiro e Carolina, de Ödön von Horváth, com encenação de Carlos Avilez, para o Teatro Experimental de Cascais. No mesmo ano integrou o elenco de El Duende Flamenco, de Rodrigo de Aleixo, no Teatro Gil Vicente. Em 2023 destacou-se na longa-metragem Revolução Sem Sangue, de Rui Pedro Sousa, que co-protagoniza, e na série Morangos com Açúcar – Férias de Verão. Em 2024 e 2025 participa nas séries Vitória, de Leonel Vieira, Cara a Cara, de Fernando Vendrell e Rabo de Peixe. Recentemente integrou o elenco de A Primeira Vez, texto de Tiago Correia, apresentado no Festival FITEI e com digressão marcada por vários teatros do país.



    FRANCISCA SOBRINHO

    Francisca Sobrinho nasceu em Braga, em 2002.

    Licenciou-se em Teatro, variante interpretação, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo iniciado o seu percurso teatral na Academia de Teatro Tin.bra, em Braga.

    No seu percurso na ESMAE foi encenada por Nuno M Cardoso, Paulo Calatré, Graeme Pulleyn, Rita Reis, João Delgado Lourenço, António Durães.

    Em teatro, conta com a participação nos espetáculos A Válvula, de João Delgado Lourenço; M de Maias, de Rita Burmester; Se uma gaivota viesse, de Hugo Direito Dias, com a Academia de Teatro Tin.bra, e integra, também, o díptico dos espetáculos O Salto e Sul, escritos e encenados por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

    Recentemente, estreou o espetáculo A Primeira Vez, também escrito e encenado por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

    Escreveu e encenou o seu primeiro espetáculo Vilarinho, no contexto do projeto Dramat.orgia, uma co-produção Companhia NAVIO e Filhos do T.

    É co-fundadora e membro integrante da Associação Cultural Teatro de Súbito, com quem encenou e estreou Volúpia, a partir de O Amante, de Harold Pinter.

    No audiovisual, protagoniza a longa-metragem A Avó e o Amor, de Raúl Veiga e integra o elenco principal de Terra Vil, escrito e realizado por Luís Campos. Participou, ainda, nas curtas-metragens Prova de Cor, de Joana Botelho; Intempérie, de Matilde Khemlik, e Teresa, de Joana Pestana.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Qua, 11 Mar
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Cinema/Audiovisual As Estações de Maureen Fazendeiro – Warm-Up FICS
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    As Estações
    Cinema | As Estações, de Maureen Fazendeiro – Warm-Up FICS



    Qua, 11 mar às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita



    Título original: As Estações

    De: Maureen Fazendeiro

    Documentário, FRA, Áustria, POR/ESP, 2025, 82’, M/12



    Sinopse: Combinando depoimentos de trabalhadores rurais e notas de campo de um casal de arqueólogos, imagens de arquivo amador e desenhos científicos, lendas, poemas e canções, As Estações é uma viagem pela história real e inventada de uma região de Portugal, o Alentejo, e dos povos que ali viveram. “Um filme arqueológico que escava a paisagem, as vozes e os gestos do povo alentejano para revelar os vestígios de uma história comum de guerras e revoluções, medo e resistência, permanência e metamorfose” (Maureen Fazendeiro).



    >> SESSÃO DE WARM-UP DO FICS 2026



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Sex, 13 Mar
    21:30

    Teatro Sá da Bandeira


    As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
    Dança CARMEN Barcelona Flamenco Ballet
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    CARMEN
    CARMEN, Barcelona Flamenco Ballet



    Dança

    Sex, 13 mar às 21h30

    Teatro Sá da Bandeira

    Classificação Etária M/6 | Duração aprox. 90 min. | Preço: 10€ (preço único)



    Sinopse

    O Ballet Flamenco de Barcelona apresenta uma nova e impressionante reinterpretação da ópera Carmen, de Bizet, uma produção vibrante que reinventa o mito intemporal através do poder e da paixão do flamenco. Esta versão ultrapassa as fronteiras tradicionais, trazendo a história para a realidade do século XXI, onde Carmen continua a ser um símbolo de liberdade e coragem feminina num mundo ainda desigual. A narrativa mergulha na intensa relação entre Carmen e o toureiro Escamillo, explorando o amor, o desejo e o destino trágico da protagonista. O flamenco, na sua forma mais visceral, torna-se o veículo perfeito para transmitir esta tempestade de emoções, acompanhado por uma fusão musical inovadora que combina música clássica, ópera, jazz e cante flamenco. A coreografia funde a energia da dança flamenca com a elegância do movimento contemporâneo.



    Ficha Artística

    Diretor David Gutiérrez | Coreografia David Gutiérrez, com a colaboração de Judith Martin, Costantino Fernández e Carlos Sánchez | Direção musical e composição musical Iban Pérez | Design de som Marcos Prieto | Desenho de iluminação Carlos Navas | Guitarras Jordi Centeno, Iban Pérez | Vozes Joel de Pepa | Bailarinos Carmen Orts, Carlos Ruiz, Andrea Amaya, Judit González | Bailarinos principais David Gutiérrez, Judith Martin



    Biografia

    Desde a sua fundação em 2017, a BFB consolidou-se como uma das principais companhias de dança flamenca de Espanha, ganhando reconhecimento internacional pela sua inovação e autenticidade. Tivemos a honra de levar a nossa proposta artística a 40 países, incluindo mercados importantes na Ásia, América do Norte e Europa. Ao longo de sete temporadas, mais de 500 000 espectadores testemunharam o fervor e a emoção que a nossa dança evoca, reafirmando a nossa posição como embaixadores culturais de Barcelona e da rica tradição flamenca que floresce na Catalunha.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
    Seg, 16 Mar
    10:30

    Teatro Sá da Bandeira


    Seg e Ter, 16 e 17 mar 10h30 – prioridade público escolar 14h00 – prioridade público escolar
    Teatro Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus Serviço Educativo
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    Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus
    Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus

    Serviço Educativo



    Teatro

    Seg e Ter, 16 e 17 mar

    10h30 – prioridade público escolar

    14h00 – prioridade público escolar

    Teatro Sá da Bandeira

    Classificação Etária M/12 | Duração 80 min.



    Sinopse

    Uma cena vazia é um espaço onde tudo pode acontecer. Em volta deste espaço há atores. Dentro dele, há personagens. Entre uns e outros, existe a impressão que é criada na mente do espetador. Tudo é visível. Em nenhum momento o ator se pode ocultar do olhar absoluto de quem vê. Não há escapatória. Como numa arena onde se digladiam os medos, as dúvidas, as tensões. Onde alguém terá de ser sacrificado. Assim o exigem os deuses. Assim o exige a Tragédia. D. Madalena de Vilhena, Manuel de Sousa Coutinho, Maria, Telmo, Romeiro … quem são estes seres que chegam até nós quase dois séculos após a sua criação? Personagens reais ou imaginárias? A pergunta QUEM ÉS TU, poderá ser dirigida a cada uma das personagens? Poderá ser dirigida ao espetador? No fim, apenas restará uma névoa de murmúrios, memórias, ecos… A peça descarnada, servida diante do espetador em toda a sua cruel e pura Verdade.



    Ficha Técnica

    texto de Almeida Garrett

    encenação Tomé Vieira

    elenco Ana Rita Santos, Cristiano Lapo, Ema Santos, Jorge Sequeira, Raquel Serafim, Romeu Ribeiro, Tomé Vieira

    técnico Rodrigo Pinel



    Biografia

    O Teatro Actus surgiu em 2002, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didático.

    Aliando tradição e modernidade, propomos uma conceção inovadora das peças didáticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem.

    Num só ato, o Teatro Actus oferece o palco para um espetáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica dos textos de grandes autores portugueses. Um dos principais objetivos do Teatro Actus é levar o teatro a todas as zonas do país, de forma a descentralizar a oferta cultural.



    A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



    Teatro Sá da Bandeira

    Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

    Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

    Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



    Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

    Contactos:

    T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt