Teatro Sá da Bandeira

Construção do início do século XX, este edifício tornou-se, à época, numa das principais referências culturais da cidade. A marca do romantismo tardio manifesta-se na decoração neo-barroca, adaptada às inovações estilísticas das primeiras salas de cinema do país, anteriores à art deco. O hibridismo da fachada, característico da arquitetura romântica, apresenta uma profusão de elementos decorativos de varias origens formais, utilizados desde os finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Rua João Afonso nº 7, 2000-074 Santarém
243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
3ª a sexta das 11h00 às 19h00, sáb. 11h00 às 13h00 e 15h00 às 19h00 | Encerra domingo, segunda e feriados

Nota: Em dias de espetáculos a bilheteira abre 1 hora antes.

INFORMAÇÕES, BILHETEIRA, BILHETEIRA ONLINE E RESERVAS
Informação e reservas através do teatrosabandeira@cm-santarem.pt e pelo telefone 243 309 460.
O horário da bilheteira é o horário do espaço do evento, que pode consultar na página de contactos desta agenda. Em dias de espectáculos ou eventos, abre 2 horas antes do espectáculo ou evento, encerrando meia hora após o início. Nos 30 minutos que antecedem os espectáculos apenas se vendem bilhetes para os mesmos.
Poderá adquirir também adquirir os seus bilhetes sem ter de se deslocar à bilheteira na Bol – Bilheteira Online (www.bol.pt) e nas Lojas Worten, Fnac e CTT.

CONDIÇÕES DE ACESSO
A acessibilidade está assegurada, bem como a assistência a pessoas com mobilidade reduzida, no Teatro Sá da Bandeira. Nos restantes equipamentos, devem ser consultados previamente, consoante a tipologia de evento.


Caso pretenda, poderá efetuar o download do Rider Técnico do Teatro Sá da Bandeira, em documento no formato .pdf.

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PRÓXIMOS EVENTOS
Qua, 22 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual GRÂCE À DIEU Um filme de François Ozon
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GRÂCE À DIEU
Sinopse: Alexandre vive em Lyon com a sua esposa e filhos. Um dia descobre que o padre que o abusara quando era escuteiro ainda se encontra a trabalhar com crianças. Decide tomar uma atitude, de forma a quebrar o silêncio relativamente aos crimes do padre, com o apoio de François e Emmanuel, que descobre serem também vítimas. Baseada nos casos reais de abuso no seio da Igreja Católica, esta é uma história cuja urgência se traduz num drama sóbrio, mas poderoso.

Com: Melvil Poupaud, Denis Ménochet, Swann Arlaud, Éric Caravaca

Drama, FRA/BEL, 2018, Cores, 137 min.

Cinema | M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 22 janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 25 Jan 2020
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Dentro da Chuva De Aline Frazão
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Dentro da Chuva
Aline Frazão é um dos nomes sonantes da nova geração de músicos angolanos. Cantora, compositora, letrista, instrumentista e produtora, nasceu em Luanda, em 1988, onde reside atualmente. Licenciada em Ciências da Comunicação, apaixonada por literatura, o seu trabalho destaca a importância da palavra na música, criando parcerias com escritores e poetas.

No início de 2018, gravou no Rio de Janeiro, o seu 4º disco de originais “Dentro da Chuva” onde a voz e as letras - acompanhados pelo violão, pela guitarra elétrica ou pelo tradicional kissanje - têm ainda mais espaço do que é habitual. Aline Frazão contou com a participação muito especial dos músicos Jaques Morelenbaum (violoncelo), João Pires (guitarra) e da cantora Luedji Luna, nalgumas das suas novas canções. Neste novo trabalho, Aline Frazão musicou para o tema “Kapiapia” os últimos parágrafos do livro “Como se o Mundo Não Tivesse Leste” do escritor angolano Ruy Duarte de Carvalho. O disco foi lançado pela Valentim de Carvalho (Portugal) e JazzHouse (Europa Central).

Ficha Técnica

Voz, guitarras, kissanje Aline Frazão | Som Sérgio Milhano | Luz Pedro Leston | Produção Im.par Música | Classificação Etária M/6 |Duração 01h20 | Preço 8€ (verificar descontos)

Sáb, 25 janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Ter, 28 Jan 2020
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro/Música Mininu Texto e Direção Artística Fernando Mota
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Mininu
Era, era? Era certo. Esta é a história de um menino que tinha um sonho. É uma história de fuga e de viagem, desde os campos de arroz e os tambores mandinga de Gabu aos ritmos da Guiné Conakry, passando por Moscovo, Bissau e Lisboa. O que tem um menino de fazer para encontrar o seu lugar na vida e no mundo?

A Mininu segue-se oficina Di Mininus, que explora os materiais e os métodos que deram origem ao espetáculo. Os participantes poderão tocar alguns instrumentos tradicionais e experimentais criados para este espetáculo, para além de dinamizarem jogos rítmicos e musicais com objetos, aprendendo também canções nas línguas dos povos da Guiné.

Biografia

Fernando Mota, compositor, músico, performer e artista multidisciplinar. Desde 2010 desenvolve uma linguagem cénica onde música, teatro, vídeo e artes plásticas se cruzam criando espetáculos multidisciplinares, universais e comunicantes, nomeadamente: PEIXE LUA, BARLAVENTO e CANÇÕES NÓMADAS coproduzidos pelo Culturgest, CCB/Fábrica das Artes, S.Luiz e Artemrede. A convite do Festival de Música de Setúbal criou o espetáculo/instalação QUANDO O HOMEM LAVRAVA O MAR, sobre o universo da pesca e do mar, que une música, poesia, instalação e vídeo. Colaborou em diversas criações de teatro, dança e cinema. Realizou digressões internacionais à Alemanha, França, Itália, Espanha, Cabo-Verde, Roménia, Rússia, Irão, Brasil, Grécia. Recebeu diversas distinções no meio teatral e musical, uma Menção Honrosa-Prémio Nacional da Crítica 2006 pela música original de Por Detrás dos Montes do T.Meridional. Foi nomeado no Europe Prize New Theatrical Realities XI, promovido pela Comissão Europeia/Parlamento Europeu.

Ficha Técnica

Texto e Direção Artística Fernando Mota | Cocriação e Interpretação Ana Sofia Paiva, Fernando Mota, Gueladjo Sané, José Grossinho | Vídeo Mário Melo Costa | Realização Plástica e Adereços Marco Fonseca | Desenho de Luz e Operação técnica Catarina Côdea | Produção e Coordenação Violeta Mandillo | Fotografia de Cena Mário Melo Costa | Propostas Pedagógicas e Ilustrações Margarida Botelho | Fotografia de Cartaz Mário Rainha Campos | Apoio Companhia de Actores | Coprodução CCB – Fábrica das Artes, Artemrede, Teatro Aveirense, Centro das Artes e do Espetáculo / Câmara Municipal de Sever do Vouga, São Luiz Teatro Municipal

Oficina / Coordenação Fernando Mota, José Grossinho | Produção Violeta Mandillo

Teatro/Música | Classificação Etária M/6 | Duração 00h45 - espetáculo | 01h00 – oficina | Preço gratuito | Prioridade público escolar

Ter, 28 janeiro

10h00 - espetáculo

14h00 - oficina

Escolas - prioridade público escolar

Local: Teatro Sá da Bandeira
Ter, 28 Jan 2020
14:00

Teatro Sá da Bandeira


Oficinas/Masterclasses Mininu Ofcina
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Mininu
Era, era? Era certo. Esta é a história de um menino que tinha um sonho. É uma história de fuga e de viagem, desde os campos de arroz e os tambores mandinga de Gabu aos ritmos da Guiné Conakry, passando por Moscovo, Bissau e Lisboa. O que tem um menino de fazer para encontrar o seu lugar na vida e no mundo?

A Mininu segue-se oficina Di Mininus, que explora os materiais e os métodos que deram origem ao espetáculo. Os participantes poderão tocar alguns instrumentos tradicionais e experimentais criados para este espetáculo, para além de dinamizarem jogos rítmicos e musicais com objetos, aprendendo também canções nas línguas dos povos da Guiné.

Biografia

Fernando Mota, compositor, músico, performer e artista multidisciplinar. Desde 2010 desenvolve uma linguagem cénica onde música, teatro, vídeo e artes plásticas se cruzam criando espetáculos multidisciplinares, universais e comunicantes, nomeadamente: PEIXE LUA, BARLAVENTO e CANÇÕES NÓMADAS coproduzidos pelo Culturgest, CCB/Fábrica das Artes, S.Luiz e Artemrede. A convite do Festival de Música de Setúbal criou o espetáculo/instalação QUANDO O HOMEM LAVRAVA O MAR, sobre o universo da pesca e do mar, que une música, poesia, instalação e vídeo. Colaborou em diversas criações de teatro, dança e cinema. Realizou digressões internacionais à Alemanha, França, Itália, Espanha, Cabo-Verde, Roménia, Rússia, Irão, Brasil, Grécia. Recebeu diversas distinções no meio teatral e musical, uma Menção Honrosa-Prémio Nacional da Crítica 2006 pela música original de Por Detrás dos Montes do T.Meridional. Foi nomeado no Europe Prize New Theatrical Realities XI, promovido pela Comissão Europeia/Parlamento Europeu.

Ficha Técnica

Texto e Direção Artística Fernando Mota | Cocriação e Interpretação Ana Sofia Paiva, Fernando Mota, Gueladjo Sané, José Grossinho | Vídeo Mário Melo Costa | Realização Plástica e Adereços Marco Fonseca | Desenho de Luz e Operação técnica Catarina Côdea | Produção e Coordenação Violeta Mandillo | Fotografia de Cena Mário Melo Costa | Propostas Pedagógicas e Ilustrações Margarida Botelho | Fotografia de Cartaz Mário Rainha Campos | Apoio Companhia de Actores | Coprodução CCB – Fábrica das Artes, Artemrede, Teatro Aveirense, Centro das Artes e do Espetáculo / Câmara Municipal de Sever do Vouga, São Luiz Teatro Municipal

Oficina I Coordenação Fernando Mota, José Grossinho | Produção Violeta Mandillo

Teatro/Música | Classificação Etária M/6 | Duração 00h45 - espetáculo | 01h00 – oficina | Preço gratuito | Prioridade público escolar

Ter, 28 janeiros às 14h00 - oficina

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 29 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual FRANKIE Um filme de Ira Sachs
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FRANKIE
Sinopse

Três gerações de uma família europeia reúnem-se na lendária cidade de Sintra, para uma última viagem antes que a matriarca da família enfrente o próximo, e último, capítulo da sua vida. Num dia fresco de Outubro, o cenário de conto de fadas desperta os impulsos mais românticos de todos, revelando tanto a distância entre eles quanto sentimentos de uma profundidade inesperada.

O elenco principal conta com Isabelle Huppert, Brendan Gleeson, Marisa Tomei, Jérémie Renier e com os atores portugueses Carloto Cotta, Márcia Breia e Ana Brandão.

Com: Isabelle Huppert, Marisa Tomei, Jérémie Renier, Brendan Gleeson

Drama, FRA/EUA/POR, 2019, Cores, 98 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 29 de janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 01 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Teatro Vidas Íntimas De Noël Coward
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Vidas Íntimas
Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Biografias

RÚBEN GOMES é uma presença regular na televisão. No teatro trabalhou com João Mota, Phippe Leroux e Pedro Marques. Com os Artistas Unidos trabalha desde 2007 tendo ultimamente interpretado O Rio, de Jez Butterworth (2016) e O Grande dia da Batalha, de Maximo Gorki e Jorge Silva Melo (2018).

RITA DURÃO tem construído um percurso de grande visibilidade na televisão e no cinema, área em que foi premiada pelos filmes Vingança de uma Mulher de Rita Azevedo Gomes e Em Segunda Mão de Catarina Ruivo. Trabalhou com João Perry em A Disputa de Marivaux e O Sonho de Uma Noite de Verão de Shakespeare, e em vários espetáculos do Teatro da Cornucópia. No cinema trabalhou com João César Monteiro, Rita Azevedo Gomes, Fonseca e Costa, Maria de Medeiros, José Álvaro de Morais, Raúl Ruiz e Jeanne Waltz. Trabalhou anteriormente com os Artistas Unidos em Baal de Brecht.

TIAGO MATIAS estreia-se profissionalmente na Companhia de Teatro de Sintra onde trabalhou com os encenadores João de Mello Alvim, Nuno Correia Pinto, Antonino Solmer, Jorge Listopad, Carlos Pimenta e Pedro Penim. No Teatro da Cornucópia trabalhou com os encenadores Luís Miguel Cintra e Christine Laurent em textos de Brecht, Pirandello, Sófocles, Shakespeare e Tchekóv. Tem participado em diversas séries de televisão e faz dobragens de desenhos animados e locuções de documentários. Tem tido uma colaboração regular com os Artistas Unidos, mais recentemente em Do Alto da Ponte de Arthur Miller e Nada de Mim de Arne Lygre.

VÂNIA RODRIGUES trabalhou com André Uerba, Miguel Moreira, Mónica Calle, João Mota, João Abel, Há Que dizê-lo, Latoaria, Tiago Vieira, Pedro Palma, Raul Ruiz. Nos Artistas Unidos, com quem trabalha desde 2006, participou recentemente em A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017), O Grande Dia Da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo e Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018).

Isabel MuÑoz Cardoso trabalhou com Luís Varela, José Peixoto, José Carlos Faria, José Mora Ramos, Diogo Dória, Jean Jourdheuil, Solveig Nordlund. Nos Artistas Unidos participou em inúmeros espetáculos a partir de António, Um Rapaz de Lisboa de Jorge Silva Melo (1995) tendo participado recentemente em O Teatro da Amante Inglesa de Marguerite Duras (2018) e O Vento Num Violino de Claudio Tolcachir (2018).

RITA LOPES ALVES trabalha com Jorge Silva Melo desde 1987. Assinou o guarda-roupa de vários filmes de Pedro Costa, Joaquim Sapinho, João Botelho, Margarida Gil, Luís Filipe Costa, Cunha Teles, Alberto Seixas Santos, Pedro Caldas, Teresa Vilaverde, Carmen Castelo Branco, José Farinha, Teresa Garcia, Fernando Matos Silva e António Escudeiro. É, desde 1995, a responsável, nos Artistas Unidos, pela cenografia e figurinos.

JOSÉ MANUEL REIS frequentou a escola A.R.C.O. Trabalhou no Teatro do Tejo com Carlos Fogaça. Trabalhou em exposições de arquitetura, no projeto Pharos do grupo Azimute. Colabora na cenografia dos Artistas Unidos desde 1998.

PEDRO DOMINGOS trabalha com Jorge Silva Melo desde 1994, tendo assinado a luz de quase todos os espetáculos dos Artistas Unidos. Trabalha regularmente com o Teatro dos Aloés. É membro fundador da Ilusom e do Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sôr, que dirige com a atriz Maria João Luís.

ANDRÉ PIRES é membro fundador da Locomotivo, do grupo de teatro-circo Plot e do Pé Antemão. Foi baterista dos R.E.F., fez os arranjos e a direção musical de Parece que o Tempo Voa e fez a música de Sons de Fogo do grupo Tratamento Completo, de que foi percussionista. Trabalhou com Manuel Wiborg, Miguel Hurst, Rissério Salgado, Solveig Nordlund, João Meireles, João Fiadeiro. Trabalha frequentemente com os Artistas Unidos desde 2001.

JORGE SILVA MELO fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é diretor artístico.

Ficha Técnica

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward | Tradução Miguel Esteves Cardoso | Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso | Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis | Figurinos Rita Lopes Alves | Som André Pires | Luz Pedro Domingos | Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues | Encenação Jorge Silva Melo | Produção Artistas Unidos | Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém

Teatro | Classificação Etária M/12 | Duração 01h45 | Preço 8€ (verificar descontos)

Sáb, 1 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 05 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual J´ACCUSE Um filme de Roman Polanski
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J´ACCUSE
No dia 5 de Janeiro de 1985, o Capitão Alfred Dreyfus, um jovem soldado judeu, é acusado de espionagem para a Alemanha e condenado a prisão perpétua na ilha do Diabo. Entre as testemunhas está Georges Picquart, promovido para gerir a unidade militar de contra-espionagem. Mas quando Picquart descobre que informações secretas continuam a ser fornecidas aos alemães, é arrastado para um labirinto perigoso de fraude e corrupção que ameaça não só a sua honra, mas também a sua vida.

Com: Jean Dujardin, Louis Garrel, Emmanuelle Seigner

Drama, História, FRA/BEL, 2019, Cores, 132 min.

Cinema | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 05 de fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 07 Fev
14:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança/Música Ah! Ah! Ah! Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão
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Ah! Ah! Ah!
AH! AH! AH! é uma pequena coleção de momentos mágicos para viver em família. Curiosidade, surpresa, riso, sorrisos... Pontos de partida e chegada de dança e música que vemos em cena, onde se joga em movimento com objetos e instrumentos de diferentes tamanhos, formas, cores, sons... Para sonhar acordados com os mais novos.

Biografias

Marta Coutinho, artista, professora, produtora, trabalha desde 1996 nas áreas da dança e educação em projetos multidisciplinares. Em dança, desenvolveu o seu trabalho principalmente nas áreas da dança contemporânea e tradicional/mundo, sendo fortemente influenciada pelos ritmos ibéricos, africanos e brasileiros.

Entre outros projetos profissionais onde foi bailarina, diretora artística, professora e produtora, destaca: Artista do projeto europeu artístico/educativo “MUS-E”, Fundação Yehudi Menuhin; produtora e artista no Festival “Andanças”; Coordenadora do Serviço Educativo do IPPAR de Évora; Professora de dança em associações, escolas e conservatórios de música e dança, entre outros “Coppelia” e “Mayeusis” em Espanha; Produtora e Artista do Festival “TODOS Caminhada de Culturas”; Festivais “Percursos” e “Percursos pelo país 2004”, CPA/ Centro Cultural de Belém; professora de dança no Centro Pré e Pós Parto em Lisboa; Co-criação do espetáculo “Roda Atlântica” com Ruca Rebordão; Coordenação / Artista da Tour Argentina com Luiz Caracol & Bule-Bule.

Atualmente dá aulas de dança e cria workshops performativos em diferentes escolas, bibliotecas e outros locais; colabora com projetos como Trupe Sénior do Chapitô; desenvolve ateliês e bailes com o grupo de música e dança Bule-Bule - Novas Danças Tradicionais; é formadora de professores no PEEA (Plano de Educação Estética e Artística) da DGE (Direção Geral da Educação) em Dança para educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico.

Ruca Rebordão, percussionista e compositor com 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É́ natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA e atualmente vive em Portugal.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão - onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, Rui Veloso, JP Simões, João Gil, Mariza, Sérgio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Sara Tavares, entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Susan Palma-Nidel (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); entre muitos outros.

Membro e fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (Portugal), N'Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante e Couple Coffee, duo Samadhi com Rão Kyao, com quem toca também no seu projeto solo.

Ruca já gravou mais de 160 álbuns e 8 Dvd´s ao vivo. Recentemente tem desenvolvido projetos que interligam música, dança e teatro, destacando: Espande! com direção de Madalena Victorino, “Roda Atlântica” com coreografia de Marta Coutinho e “Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais”. Atualmente toca em diferentes projetos musicais (Rão Kyao, Luiz Caracol, Nancy Vieira, Susan Palma-Nidel, Shape, Bule-Bule, entre outros) e acaba de lançar “Vale Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a lançar brevemente.

Ficha Técnica

Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão | Parceiro Teatro da Lanterna Mágica | Música "Afro Maine" de Ruca Rebordão; "Cristal Roto" de II Festival de Música Minúsculas; "Balombo" de Paulo Soares | Coreografia Marta Coutinho| Apoios: Teatro Tivoli BBVA, UAU Produtora, Centro Pré e Pós-Parto

Dança/Música | Classificação Etária 6 meses aos 5 anos | Duração 25 min | Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sex, 7 fev, às 14h00 – público escolar (bilhetes à venda no Teatro Sá da Bandeira)

Sáb, 8 fevereiro às 16h00 - famílias (Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT)

Local: Teatro Sá da Bandeira

Sáb, 08 Fev
16:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança/Música Ah! Ah! Ah! Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão
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Ah! Ah! Ah!
AH! AH! AH! é uma pequena coleção de momentos mágicos para viver em família. Curiosidade, surpresa, riso, sorrisos... Pontos de partida e chegada de dança e música que vemos em cena, onde se joga em movimento com objetos e instrumentos de diferentes tamanhos, formas, cores, sons... Para sonhar acordados com os mais novos.

Biografias

Marta Coutinho, artista, professora, produtora, trabalha desde 1996 nas áreas da dança e educação em projetos multidisciplinares. Em dança, desenvolveu o seu trabalho principalmente nas áreas da dança contemporânea e tradicional/mundo, sendo fortemente influenciada pelos ritmos ibéricos, africanos e brasileiros.

Entre outros projetos profissionais onde foi bailarina, diretora artística, professora e produtora, destaca: Artista do projeto europeu artístico/educativo “MUS-E”, Fundação Yehudi Menuhin; produtora e artista no Festival “Andanças”; Coordenadora do Serviço Educativo do IPPAR de Évora; Professora de dança em associações, escolas e conservatórios de música e dança, entre outros “Coppelia” e “Mayeusis” em Espanha; Produtora e Artista do Festival “TODOS Caminhada de Culturas”; Festivais “Percursos” e “Percursos pelo país 2004”, CPA/ Centro Cultural de Belém; professora de dança no Centro Pré e Pós Parto em Lisboa; Co-criação do espetáculo “Roda Atlântica” com Ruca Rebordão; Coordenação / Artista da Tour Argentina com Luiz Caracol & Bule-Bule.

Atualmente dá aulas de dança e cria workshops performativos em diferentes escolas, bibliotecas e outros locais; colabora com projetos como Trupe Sénior do Chapitô; desenvolve ateliês e bailes com o grupo de música e dança Bule-Bule - Novas Danças Tradicionais; é formadora de professores no PEEA (Plano de Educação Estética e Artística) da DGE (Direção Geral da Educação) em Dança para educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico.

Ruca Rebordão, percussionista e compositor com 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É́ natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA e atualmente vive em Portugal.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão - onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, Rui Veloso, JP Simões, João Gil, Mariza, Sérgio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Sara Tavares, entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Susan Palma-Nidel (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); entre muitos outros.

Membro e fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (Portugal), N'Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante e Couple Coffee, duo Samadhi com Rão Kyao, com quem toca também no seu projeto solo.

Ruca já gravou mais de 160 álbuns e 8 Dvd´s ao vivo. Recentemente tem desenvolvido projetos que interligam música, dança e teatro, destacando: Espande! com direção de Madalena Victorino, “Roda Atlântica” com coreografia de Marta Coutinho e “Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais”. Atualmente toca em diferentes projetos musicais (Rão Kyao, Luiz Caracol, Nancy Vieira, Susan Palma-Nidel, Shape, Bule-Bule, entre outros) e acaba de lançar “Vale Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a lançar brevemente.

Ficha Técnica

Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão | Parceiro Teatro da Lanterna Mágica | Música "Afro Maine" de Ruca Rebordão; "Cristal Roto" de II Festival de Música Minúsculas; "Balombo" de Paulo Soares | Coreografia Marta Coutinho| Apoios: Teatro Tivoli BBVA, UAU Produtora, Centro Pré e Pós-Parto

Dança/Música | Classificação Etária 6 meses aos 5 anos | Duração 25 min | Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sáb, 8 fevereiro às 16h00 - famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 12 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MAYA Um filme de Mia Hansen-Løve
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MAYA
Sinopse

Gabriel Dahan (Roman Kolinka) é um fotojornalista francês habituado a cobrir cenários de guerra. Depois de quatro meses como refém na Síria, ele e um colega seu são postos em liberdade. De regresso a França, incapaz de esquecer o que se passou e de aceitar o facto de um outro jornalista permanecer ainda em cativeiro, Gabriel não consegue regressar à normalidade. É então que resolve fazer uma viagem à Índia, onde passou a infância, para se reencontrar com a mãe. Lá, vai conhecer Maya (Aarshi Banerjee), uma jovem local que o ajudará a reencontrar-se.

Com: Roman Kolinka, Aarshi Banerjee, Alex Descas

Drama, ALE/FRA, 2018, Cores, 107 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 12 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira