Teatro Sá da Bandeira

Construção do início do século XX, este edifício tornou-se, à época, numa das principais referências culturais da cidade. A marca do romantismo tardio manifesta-se na decoração neo-barroca, adaptada às inovações estilísticas das primeiras salas de cinema do país, anteriores à art deco. O hibridismo da fachada, característico da arquitetura romântica, apresenta uma profusão de elementos decorativos de varias origens formais, utilizados desde os finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Rua João Afonso nº 7, 2000-074 Santarém
243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
3ª a sexta das 11h00 às 19h00, sáb. 11h00 às 13h00 e 15h00 às 19h00 | Encerra domingo, segunda e feriados

Nota: Em dias de espetáculos a bilheteira abre 1 hora antes.

INFORMAÇÕES, BILHETEIRA, BILHETEIRA ONLINE E RESERVAS
Informação e reservas através do teatrosabandeira@cm-santarem.pt e pelo telefone 243 309 460.
O horário da bilheteira é o horário do espaço do evento, que pode consultar na página de contactos desta agenda. Em dias de espectáculos ou eventos, abre 2 horas antes do espectáculo ou evento, encerrando meia hora após o início. Nos 30 minutos que antecedem os espectáculos apenas se vendem bilhetes para os mesmos.
Poderá adquirir também adquirir os seus bilhetes sem ter de se deslocar à bilheteira na Bol – Bilheteira Online (www.bol.pt) e nas Lojas Worten, Fnac e CTT.

CONDIÇÕES DE ACESSO
A acessibilidade está assegurada, bem como a assistência a pessoas com mobilidade reduzida, no Teatro Sá da Bandeira. Nos restantes equipamentos, devem ser consultados previamente, consoante a tipologia de evento.


Caso pretenda, poderá efetuar o download do Rider Técnico do Teatro Sá da Bandeira, em documento no formato .pdf.

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PRÓXIMOS EVENTOS
Qua, 04 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual VITALINA VARELA Um filme de Pedro Costa
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VITALINA VARELA
Vitalina Varela, cabo-verdiana, 55 anos, chega a Portugal três dias depois do funeral do marido. Há mais de 25 anos que estava à espera do seu bilhete de avião. É este o ponto de partida para a nona longa-metragem de Pedro Costa, que recebeu o Leopardo de Ouro, prémio máximo do Festival de Locarno de 2019, depois de ter sido um dos filmes que mais impacto teve junto do público e crítica no importante festival. Vitalina é real e é atriz - é uma mulher que veio de Cabo Verde para as Fontaínhas e que, enquanto sujeito e personagem, transita de "Cavalo Dinheiro" (2014) para comandar os fantasmas e as sombras que preenchem o filme do cineasta português.

Cinema | Drama, POR, 2019, Cores, 124 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 4 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qui, 05 Mar
10:00
a Sáb, 07 Mar 2020
17:00

Teatro Sá da Bandeira

Dias 5 e 6 de março às 10h00 e 14h00 para Escolas Dia 7 de março às 16h00 para famílias

Dança A nova Bailarina Conceção, Direção e Coreografia Aldara Bizarro
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A nova Bailarina
A Nova Bailarina é um espetáculo sobre a democracia que nos remete para o papel de cada um na sociedade e para a consciência cívica, abordando, através da dança, de uma forma não convencional, e com muito humor, questões éticas e de valores base de construção pessoal e social.

O público é assim convidado a pensar, escolher e decidir, através de questões que vão sendo colocadas pela bailarina, que age, como se o público nunca tivesse ouvido falar destas temáticas. Estes terão assim que tomar posições de cidadania, unindo-se, chegando a ter que se opor à Bailarina, que por vezes, não tem um comportamento nada democrático.

Na sequência do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela coreógrafa Aldara Bizarro, esta é uma peça em que a palavra está muito presente, sempre com o objetivo de reforçar a consciência da ligação entre o corpo e a mente, ligando o pensamento à dança, e potenciando uma nova forma de viver o lugar do corpo na sociedade.

Biografias

Aldara Bizarro, Maputo 1965. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim.

Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.

Começou a coreografar em 1990 com a peça me my self and Influências, premiada no IV Workshop coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa. Desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas em diferentes salas destacando a trilogia Love Series, Encaramelado, Uma Bailarina, A Preguiça Ataca?, A Casa, Projeto Respira, Cara, O Baile, Sombra e Gráfico do Gesto e Volta.

A sua peça A Nova Bailarina, foi distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011.

Como formadora trabalha com o Fórum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, SMUP e outros teatros nacionais.

Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela Direção Geral das Artes, durante 16 anos.

Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Costanza Givone, Florença 1983. Fez os seus estudos de dança contemporânea no CPDC (centro de aperfeiçoamento dança contemporânea de Florença), no CEM e de teatro, no Teatro del Giglio, fez a pós-graduação em dança contemporânea da ESMAE, Porto.

No seu percurso artístico destaca os mestres N.Karpov, Virgilio Sieni, Simona Bucci, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Vera Mantero, Alexej Merkushev da companhia Derevo, Gey Pin Ang, Gabriella Bartolomei e os coreógrafos e encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, João Garcia Miguel, André Braga e Cláudia Figueiredo com as quais trabalha como intérprete.

Em 2006 foi cofundadora da companhia Zaches Teatro para aprofundar o estudo da relação do corpo com o objeto, a máscara, a marioneta. Desde 2012 ao lado do trabalho de interprete desenvolve projetos pessoais em colaboração com artistas de diferentes áreas: Salomè ha Perso il Lume (finalista do Premio Scenario, estreia no FIMFA), Santas de Roca (produção Artemrede 2013), Tempo Rói (estreia TAGV, Coimbra, 2015), Viagem ao País da Levitação (estreia e coprodução Teatro Maria Matos, 2014). Nos últimos dois anos, graças aos projetos espírito do lugar 1.0, 2.0, 3.0 e derivas, com a direção artística da companhia Circolando, desenvolveu trabalhos site-specific no Porto e Coimbra.

Ficha Técnica

Conceção, Direção e Coreografia Aldara Bizarro | Interpretação Costanza Givone | Música Fernando Mota | Apoio na área da filosofia Dina Mendonça | Vídeo promocional Catarina Santos | Coprodução Cinema Teatro Joaquim D’ Almeida, Montijo; TEMPO – Teatro Municipal de Portimão; Teatro Municipal de Faro; Cineteatro João Mota – Sesimbra; CCB/Fábrica das Artes; CDCE – Companhia de Dança Contemporânea de Évora; Centro Cultural do Cartaxo | Patrocínio Brancal, Polux, Yunit | Apoios Câmara Municipal de Cascais e Centro em Movimento | Financiamento Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes

Classificação Etária escolas 7 aos 12 anos | Classificação Etária famílias M/7 | Duração 01h00 | Preço Gratuito

Dança

Qui e Sex, 5 e 6 março às 10h00 e 14h00 | Escolas

Sáb, 7 março às 16h00 | Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 11 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual LES FILLES DU SOLEIL Um filme de Eva Husson
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LES FILLES DU SOLEIL
Bahar, uma antiga advogada de etnia curda que agora comanda o batalhão das Filhas do Sol, prepara-se para atacar a sua cidade natal, situada na província de Sirnak, no sudeste da Turquia. O objetivo é libertar a população das mãos dos extremistas e salvar o seu próprio filho, que acredita ter sido feito prisioneiro quando lhe mataram o marido. A francesa Mathilde é uma jornalista veterana que ali se encontra para cobrir a guerra e que se dispôs a escrever sobre a ofensiva daquele grupo de mulheres-soldado. O encontro entre elas, dentro das terríveis circunstâncias que enfrentam, vai moldar o seu destino.

Em competição pela Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes, um filme de guerra com realização e argumento da francesa Eva Husson. Golshifteh Farahani, Emmanuelle Bercot e Zübeyde Bulut, Sinama Alievi e Mari Semidovi dão vida às heroínas.

Com: Golshifteh Farahani, Emmanuelle Bercot, Zübeyde Bulut

Cinema | Drama, Guerra, FRA/BEL/Geórgia/SUI, 2018, Cores, 115 min., M/14 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 11 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 13 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Surma Voz e instrumentos musicais Débora Umbelino
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Surma
Sozinha em palco, rodeada de uma dúzia de instrumentos e com a sua voz, Surma inspira-se no silêncio para criar um universo próprio de canções que tanto bebem no jazz, na eletrónica e numa multiplicidade de influências para explorar caminhos nem sempre óbvios mas com uma identidade muito vincada com uma fonética própria e capaz de criar momentos únicos de viagem ao vivo, que tanto nos lembram ambientes de fjords nórdicos como de cidades cosmopolitas.

Surma vai chegar a esta data depois de um período de dois meses a gravar o seu segundo disco e é muito provável que tanto os temas antigos ganhem novas roupagens como se conheça algo absolutamente inédito.

Biografia

Débora Umbelino tem 23 anos e é mais conhecida pelo nome artístico de Surma.

Nasceu e cresceu na pequena aldeia de Vale Do Horto, onde começou, desde cedo várias aventuras com projetos musicais. Enquanto estudava no Ensino Secundário deu os primeiros passos e em 2015 começou o seu projeto a solo a que chamou Surma, que rapidamente correu o pais em dezenas de concertos e começou a despertar a atenção do público e da imprensa.

Pelo meio frequentou o curso de Jazz no Hot Club, com especialidade em contrabaixo e voz e aventurou-se em pós-produção audiovisual. O seu disco de estreia "Antwerpen" acabava por ser adiado para o final de 2017, tendo logo merecido uma aclamação generalizada que a colocou num lugar cimeiro dos novos valores da música nacional. Meios como o Expresso, Público, Blitz ou Antena 3 votam-no como um dos melhores do ano e a Sociedade Portuguesa de Autores nomeou "Hemma" para melhor canção de 2017

Nos últimos dois anos apresentou-se ao vivo por mais de 200 vezes por 15 países.

Dos norte-americanos South By Southwest ou NYC Indie Week ao míticxa sala Londrina 100 Club, do holandês Eurosonic ou do Francês MaMA ao islandês Icelandic Airwaves ou ao Brasileiro SIM São Paulo, do islandês Iceland Airwaves ao espanhol BIME, ao alemão Reeperbahn ao Esloveno Ment. Internacionalmente viu o seu disco de estreia ser editado em vários países europeus e ser nomeado para melhor disco independente do ano pela IMPALA (Associação Europeia de Editoras Independentes), conseguindo destaque em meios tão prestigiados como a BBC, o Musikexpress ou a NPR.

Em dois anos Surma tem também corrido o pais desde pequenas salas a dezenas de festivais como o NOS Alive, o Vodafone Paredes de Coura, o Bons Sons, o Super Bock Super Rock e este ano o NOS Primavera Sound.

Continua vários trabalhos e residências colaborativas, mantém-se, desde 2016, como solista convidada dos Concertos para Bebés e foi responsável pela banda sonora de "SNU" e concorrente e finalista da última edição do Festival da Canção.

No final de 2019 lançou um EP, estreou-se em concertos no continente asiático e prepara o segundo disco de originais que será lançado em 2020.

Ficha Técnica

Voz e instrumentos musicais Débora Umbelino | Som Paulo Mouta Pereira e Nuno Jerónimo | Luz Diogo Mendes

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Preço 7€ (verificar descontos)

Sex, 13 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 18 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual THE RAPE OF RECY TAYLOR Um filme de Nancy Buirski
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THE RAPE OF RECY TAYLOR
Cidade de Abbeville, Alabama (EUA). A 3 de Setembro de 1944, após assistir aos serviços religiosos, a jovem afro-americana Recy Taylor é raptada e violada por seis homens brancos. Decidida a fazer justiça, faz algo incomum naquela época: apresenta uma queixa à polícia e identifica cada um dos seus agressores. Mas apesar da identificação e confissão do crime, os seis homens não são incriminados. Essa aceitação do delito pelas autoridades causou uma grande revolta na comunidade afro-americana, que fez uma participação à instituição dos direitos civis NAACP (National Association for the Advancement of Colored People). A ativista Rosa Parks, que mais tarde viria a tornar-se famosa por se recusar a dar o seu lugar no autocarro a um branco, é enviada e dá início a uma investigação. Este momento, apesar de trágico, foi mais um passo em direcção à igualdade de direitos dos indivíduos de raça negra nos EUA.

Usando imagens de arquivo, um documentário onde a realizadora Nancy Buirski mais uma vez se debruça sobre casos polémicos de uma época de grande segregação racial nos Estados Unidos, depois de o ter feito noutro documentário, "The Loving Story"

Cinema | Documentário, EUA, 2017, Cores, 91 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 18 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 20 Mar
10:00

Teatro Sá da Bandeira

Sexta-feira, dia 20 de março, duas sessões: 10h00 e às 14h00

Dança Bianca Branca Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti
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Bianca Branca
Inspirado no conto “Bianca” de Fausto Gilberti.

Branco é a cor preferida da Branca. Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor. Numa empolgante e envolvente confissão Branca conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca. Quando menos esperamos podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte e de repente, o mundo fica de pernas para o ar.

Mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Biografia

LEONOR KEIL, nasceu em Lisboa em 1973. Iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique) concluindo a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

Como intérprete de dança e teatro, destaca a sua colaboração com Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Tânia Carvalho, Joana Providência, Madalena Vitorino, Marta Lapa, João Fiadeiro, Charles Cré-Ange, Francisco Camacho, Amélia Bentes, Peter Michael Dietz, Javier de Frutos, Victor Hugo Pontes, José Wallenstein, John Mowat, Cláudio Hochman, Giacomo Scalisi, Rafaela Santos, Luis El Gris (Pogo Teatro), Francisco Campos (Projecto Ruínas), Nuno M Cardoso (Cão Danado), António Pires.

Foi assistente de ensaios do coreógrafo João Fiadeiro na obra "Branco sujo" e de Paulo Ribeiro nas obras: "New Age" para o NDT III, “Tristes Europeus – Jouissez Sans Entraves”, “Silicone Não”, “Memórias de um sábado com rumores de azul” e “Masculine”.

No cinema destaca a sua participação em “É só um minuto”, de Pedro Caldas, “Contra Ritmo” de João Figueiras, “Pas Perdu” de Saguenail, “O Barão” e “Cinesapiens” de Edgar Pêra.

No âmbito do seu trabalho com a Companhia Paulo Ribeiro, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa pela sua interpretação na obra "Rumor de Deuses" nos "V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint Denis, 1996" e, em 1999, foi-lhe atribuído o prémio "Revelação - José Ribeiro da Fonte" pelo Instituto Português das Artes do Espectáculo.

Em 2002, foi uma das intérpretes escolhidas para participar no programa “Vif du Sujet” do Festival d’Avignon, para o qual convidou o coreógrafo Javier de Frutos (solo “Solitary Virgin”).

Ficha Técnica

Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti | Interpretação Rita Omar | Cenografia Henrique Ralheta | Desenho de Luz Wilma Moutinho | Sonoplastia Sérgio Milhano | Assistente de Cenografia e Figurino Sebastião Soares | Elaboração de Cenário Joana Areal |Produção Nuno Pratas (CulturProject) | Encomenda Maria Matos Teatro Municipal | Coprodução Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto

Dança | Classificação Etária 3 aos 5 anos | Duração 25m Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sex, 20 março às 10h00 e às 14h00 para Escolas

Sáb, 21 março às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Sáb, 21 Mar
16:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança Bianca Branca Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti
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Bianca Branca
Inspirado no conto “Bianca” de Fausto Gilberti.

Branco é a cor preferida da Branca. Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor.

Numa empolgante e envolvente confissão Branca conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca. Quando menos esperamos podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte e de repente, o mundo fica de pernas para o ar.

Mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Biografia

LEONOR KEIL, nasceu em Lisboa em 1973. Iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique) concluindo a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

Como intérprete de dança e teatro, destaca a sua colaboração com Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Tânia Carvalho, Joana Providência, Madalena Vitorino, Marta Lapa, João Fiadeiro, Charles Cré-Ange, Francisco Camacho, Amélia Bentes, Peter Michael Dietz, Javier de Frutos, Victor Hugo Pontes, José Wallenstein, John Mowat, Cláudio Hochman, Giacomo Scalisi, Rafaela Santos, Luis El Gris (Pogo Teatro), Francisco Campos (Projecto Ruínas), Nuno M Cardoso (Cão Danado), António Pires.

Foi assistente de ensaios do coreógrafo João Fiadeiro na obra "Branco sujo" e de Paulo Ribeiro nas obras: "New Age" para o NDT III, “Tristes Europeus – Jouissez Sans Entraves”, “Silicone Não”, “Memórias de um sábado com rumores de azul” e “Masculine”.

No cinema destaca a sua participação em “É só um minuto”, de Pedro Caldas, “Contra Ritmo” de João Figueiras, “Pas Perdu” de Saguenail, “O Barão” e “Cinesapiens” de Edgar Pêra.

No âmbito do seu trabalho com a Companhia Paulo Ribeiro, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa pela sua interpretação na obra "Rumor de Deuses" nos "V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint Denis, 1996" e, em 1999, foi-lhe atribuído o prémio "Revelação - José Ribeiro da Fonte" pelo Instituto Português das Artes do Espectáculo.

Em 2002, foi uma das intérpretes escolhidas para participar no programa “Vif du Sujet” do Festival d’Avignon, para o qual convidou o coreógrafo Javier de Frutos (solo “Solitary Virgin”).

Ficha Técnica

Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti | Interpretação Rita Omar | Cenografia Henrique Ralheta | Desenho de Luz Wilma Moutinho | Sonoplastia Sérgio Milhano | Assistente de Cenografia e Figurino Sebastião Soares | Elaboração de Cenário Joana Areal | Produção Nuno Pratas (CulturProject) | Encomenda Maria Matos Teatro Municipal | Coprodução Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto

Dança | Classificação Etária 3 aos 5 anos | Duração 25m Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sáb, 21 março às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 25 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MADE IN BANGLADESH Um filme de Rubaiyat Hossain
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MADE IN BANGLADESH
Shimu, 23 anos, trabalha numa fábrica de têxteis em Daca, Bangladesh. Face a condições de trabalho cada vez mais duras, decide criar um sindicato com as suas colegas. Apesar das ameaças dos patrões e desaprovação do marido, nada demove Shimu. Ela e as suas companheiras terão de lutar juntas até ao fim.

Com: Rikita Nandini Shimu, Novera Rahman, Parvin Paru

Cinema | Drama, FRA/POR/Bangladesh/ALE, 2019, Cores, 95 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 25 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira