Teatro Sá da Bandeira

Construção do início do século XX, este edifício tornou-se, à época, numa das principais referências culturais da cidade. A marca do romantismo tardio manifesta-se na decoração neo-barroca, adaptada às inovações estilísticas das primeiras salas de cinema do país, anteriores à art deco. O hibridismo da fachada, característico da arquitetura romântica, apresenta uma profusão de elementos decorativos de varias origens formais, utilizados desde os finais do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

Rua João Afonso nº 7, 2000-074 Santarém
243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
3ª a sexta das 11h00 às 19h00, sáb. 11h00 às 13h00 e 15h00 às 19h00 | Encerra domingo, segunda e feriados

Nota: Em dias de espetáculos a bilheteira abre 1 hora antes.

INFORMAÇÕES, BILHETEIRA, BILHETEIRA ONLINE E RESERVAS
Informação e reservas através do teatrosabandeira@cm-santarem.pt e pelo telefone 243 309 460.
O horário da bilheteira é o horário do espaço do evento, que pode consultar na página de contactos desta agenda. Em dias de espectáculos ou eventos, abre 2 horas antes do espectáculo ou evento, encerrando meia hora após o início. Nos 30 minutos que antecedem os espectáculos apenas se vendem bilhetes para os mesmos.
Poderá adquirir também adquirir os seus bilhetes sem ter de se deslocar à bilheteira na Bol – Bilheteira Online (www.bol.pt) e nas Lojas Worten, Fnac e CTT.

CONDIÇÕES DE ACESSO
A acessibilidade está assegurada, bem como a assistência a pessoas com mobilidade reduzida, no Teatro Sá da Bandeira. Nos restantes equipamentos, devem ser consultados previamente, consoante a tipologia de evento.


Caso pretenda, poderá efetuar o download do Rider Técnico do Teatro Sá da Bandeira, em documento no formato .pdf.

  DOWNLOAD



 Ver mapa  Obter Direções
PRÓXIMOS EVENTOS
Qua, 16 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Fotografia Um filme de Ritesh Batra
LER MAIS
Fotografia
Em Bombaim, um homem percorre as ruas a fotografar transeuntes em troca de algum dinheiro. A avó, já idosa, sonha casá-lo antes de morrer e relembra-o disso a cada oportunidade. É assim que, cedendo à pressão, ele usa uma foto que tirou a uma desconhecida e mostra-a à avó, dizendo-lhe que é a rapariga com quem casará em breve. Mas quando a velha senhora insiste em conhecê-la, ele apenas encontra uma solução: percorrer as ruas da cidade até a reencontrar e pedir-lhe que se faça passar por sua noiva. Ao aceitar tornar-se cúmplice daquela mentira, a jovem vai alterar, para sempre, o seu destino e o de todos os envolvidos…

Com os actores Nawazuddin Siddiqui e Sanya Malhotra como protagonistas, um drama romântico que conta com assinatura do indiano Ritesh Batra – que se estreou em 2013 com “A Lancheira”, a longa-metragem premiada pela crítica no festival de cinema de Cannes e que, já em 2017, foi também responsável pelos filmes “Nós, ao Anoitecer” e “O Sentido do Fim”. “Fotografia” teve a sua estreia internacional no Festival de Cinema de Sundance, onde foi bem recebido pelo público e pela crítica.

Drama, Romance, ALE/EUA/Índia, 2019, Cores, 110 min, M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 16 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 18 Out
10:00

Teatro Sá da Bandeira

2 sessões para as escolas: 10h00 | 14h00

Teatro Romeu & Julieta Teatro Praga
LER MAIS
Romeu & Julieta
Partindo de William Shakespeare, o Teatro Praga centra-se em Romeu & Julieta, a clássica história de amor que põe no centro da ação dois teenagers apaixonados em rota de colisão com as suas famílias e com uma sociedade repressora.

Num ambiente divertido de uma cozinha dentro do palco, os atores guiam os jovens espectadores participantes pela história deste romance maldito, misturando-a com a feitura de um delicioso cheesecake que leva o nome dos dois protagonistas shakespearianos. Neste Romeu & Julieta o drama confunde-se com o queijo creme, o sangue dos amantes é marmelada, as lutas de espadas fazem-se com espátulas e caçarolas e uma dentada numa bolacha Maria pode ser uma alternativa deliciosa para um coração partido.

Biografia

O Teatro Praga nasceu quando um grupo alargado de pessoas se juntou após uma oficina de teatro, e desde então sofreu transformações várias. Em 2005, a sua identidade enquanto companhia representante de um teatro menos institucional era reconhecida e começou a receber convites para se apresentar em algumas das principais salas de espetáculos portuguesas.

Espetáculos como Título (2004), Discotheater (2006), O Avarento ou A última festa (2007), Turbo-Folk (2008), e o musical Demo (2009) marcaram o percurso da companhia durante estes anos de afirmação. Desde então, o Teatro Praga produziu dois grandes espetáculos baseados na ideia do teatro da Restauração inglês do século XVII, usando Shakespeare e Henry Purcell num ambicioso díptico (Sonho de uma noite de verão e A Tempestade) que surpreendeu pela sua escala e impacto. Ambos os espetáculos foram apresentados em Paris.

Estas produções marcaram o trabalho da companhia que passou a alternar espetáculos de maior dimensão com outros mais pequenos e portáteis.

O Teatro Praga recebeu vários prémios em Portugal e colabora regularmente com as mais prestigiadas estruturas culturais portuguesas, tendo-se apresentado em festivais e salas de diferentes países europeus (Itália, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Hungria, Eslovénia, Eslováquia, Polónia, Bélgica, Espanha, Estónia e Dinamarca), bem como em Israel e China, atuando em português, inglês, francês e até em hebreu...

Destaca-se igualmente a sua participação na rede europeia “Prospero” (em cooperação com o Théâtre National de Bretagne - Rennes e Emilia Romagna Teatro Fondazione - Modena), as várias colaborações com o MC93 (Maison de Culture de la Seine-Saint-Denis), a participação nos Chantiers d’Europe 2013/2014/2015/2016/2018 no Théâtre de la Ville (Paris) e no projeto europeu TABUROPA (com parceiros alemães, polacos e belgas).

Ficha Técnica

Texto e Criação Cláudia Jardim, Diogo Bento e Pedro Penim | Interpretação Cláudia Jardim e Diogo Bento | Direção de Produção Andreia Carneiro | Produção Alexandra Baião

Teatro | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Lotação máxima 80 pessoas | Preço gratuito

Sex, 18 out. 2 sessões:

10h00 - Escolas

14h00 - Escolas

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 23 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual O que me ficou da revolução Um filme de Judith Davis
LER MAIS
O que me ficou da revolução
Angèle, de coração e alma de revolucionária, Angèle está contra tudo e todos e sente que nasceu na época errada. A altura certa seria quando o mundo assistia às grandes revoluções e as pessoas saíam à rua para mostrar o seu descontentamento. Nascida no seio de uma família de ex-ativistas políticos, ainda lhe é mais difícil vê-los esmorecer a cada dia sem que façam nada para mudar tudo o que ela vê de errado. Até no amor Angèle é uma descontente. Isto até ao momento em que, num dos seus comuns ataques de fúria, conhece o atraente Saïd.

Uma comédia realizada, escrita e protagonizada pela francesa Judith Davis. Malik Zidi, Claire Dumas e Simon Bakhouche completam o elenco.

Comédia, FRA, 2018, Cores, 88 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 23 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 25 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Rui Massena III Solo Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio
LER MAIS
Rui Massena III Solo
Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio. É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso. Assim aconteceu também com a Orquestra Clássica da Madeira onde foi maestro e diretor artístico durante 12 anos. Fora de portas, entre muitos concertos em numerosos países destaca-se o facto de ter sido maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma entre 2007 e 2009 e a proeza de ter sido o primeiro Maestro Português a dirigir na mítica sala Carnegie Hall em Nova Iorque. Dois exemplos da sua capacidade de extravasar as nossas fronteiras. Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espectáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos nortenhos Expensive Soul e que rendeu um DVD de sucesso (o mais vendido em Portugal em 2012).

A sua vasta experiência musical, que se traduz em três álbuns editados, o último dos quais – III – lançado no final de 2018 pela prestigiada Deutsche Grammophone, e concertos nas mais prestigiadas salas dentro e fora de portas, dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que se traduz num fascinante universo de melodias. Um palco, um piano, os novos temas e os sucessos inevitáveis. Uma história, um monte de prémios, um percurso artístico singular. Tudo se conjuga num espetáculo único, imperdível e surpreendente.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 15€ (verificar descontos)

Sex, 25 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 30 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Em Chamas Um filme de Lee Chang-Dong
LER MAIS
Em Chamas
Jong-soo reencontra casualmente Hae-mi, uma amiga de infância que, prestes a fazer uma viagem a África, lhe pede para cuidar do gato durante a sua ausência. Ao regressar, já no aeroporto, ela apresenta-lhe Ben, com quem se envolveu romanticamente durante a viagem e que decidiu segui-la. Entre os dois homens surge uma relação ambígua, com tanto de fascínio como de rivalidade, que assume novas proporções quando o forasteiro confessa o seu estranho prazer.

Estreado no Festival de Cinema de Cannes, um drama com toques de mistério, realizado, escrito e produzido pelo sul-coreano Lee Chang-Dong, que se inspira no conto "Os Celeiros Incendiados", incluído na compilação "O Elefante Evapora-se", da autoria do aclamado escritor japonês Haruki Murakami. Com Ah-In Yoo, Steven Yeun, Jong-Seo Jun

Suspense, Coreia do Sul, 2018, Cores, 148 min., M/14 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 30 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 01 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Blood Siren Sarah McCoy
LER MAIS
Blood Siren
Bessie Smith com uma pincelada de Amy Winehouse. Uma pequena porção de Janis Joplin e algo de Tom Waits. E ainda qualquer coisa de Fiona Apple. O seu universo não desagradaria a Kurt Weill. Estas referências podem ser úteis para quem ainda não conhece Sarah McCoy. Os restantes sabem que esta compositora e intérprete não se assemelha a ninguém, que a sua voz e carisma são únicos e marcantes logo ao primeiro instante no palco.

“Blood Siren” é o aguardado trabalho de originais de Sarah McCoy e foi editado a 25 de Janeiro de 2019 pela Blue Note. A produção ficou a cargo de Renaud Letang (Feist, Manu Chao, Charlotte Gainsbourg, Jane Birkin, Mocky) e do conceituado pianista canadiano Chilly Gonzales com quem a diva americana se cruzou em 2017 no festival ARTE Concert, em Paris – onde reside atualmente.

Biografia

Sarah McCoy nasceu em Nova Iorque mas viajou bastante durante a adolescência. Depois da morte prematura do pai, partiu com 20 anos rumo a Charleston (Carolina do Sul) e seguiu para Santa Cruz, passando por Monterey (Califórnia) antes de se fixar em Nova Orleães. Deixando a terra onde cresceu, a jovem atravessou 44 dos 50 estados da América do Norte na companhia da melhor amiga e também instrumentista Alyssa Potter numa fase que descreve como “psicadélica”. Depois de cinco anos à deriva, estabeleceu-se finalmente em Nova Orleães no ano de 2011. Após alguns concertos pontuais como Sarah McCoy and The Oopsie Daisies - que surgiam nos intervalos do seu trabalho em restaurantes e bares -, a artista recebeu um telefonema do dono do clube “The Spotted Cat”, a propor duas atuações semanais nesse espaço da cidade. Foi aí que conheceu o realizador francês e futuro manager - Bruno Moynie – que a convenceu a apresentar-se ao vivo em Paris. Desta forma abriu-se o caminho até à estreia na Europa.

Ficha Técnica

Voz e piano Sarah McCoy Sarah McCoy | Técnico de som Guillaume Loubère | Técnico de iluminação Benjamin Durocher

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Preço 10€ (verificar descontos)

Sex, 1 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 06 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Linhas Tortas Um filme de Rita Nunes
LER MAIS
Linhas Tortas
Luísa, actriz, e António, um escritor e jornalista mais velho, cruzam-se no Twitter. Ele está na rede social anonimamente, sob o nome Rasputine. Começam a trocar mensagens e desenvolvem uma obsessão um pelo outro, que os leva a combinarem um encontro. Só que, no caminho, ele tem um acidente e, sem a avisar, ela fica à espera dele.

Uma história de desencontros do século XXI com argumento de Carmo Afonso e realização de Rita Nunes, que tem uma carreira de mais duas décadas feita na publicidade, nas curtas-metragens e nos telefilmes. Com Joana Ribeiro e Américo Silva nos papéis principais.

Com Joana Ribeiro, Maria Leite, Miguel Nunes

Drama, POR, 2018, Cores, 68 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 6 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 13 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Agradar, Amar e Correr Depressa Um filme de Christophe Honoré
LER MAIS
Agradar, Amar e Correr Depressa
Verão de 1990. Arthur é um jovem estudante que, num passeio pelas ruas de Paris, conhece Jacques, um escritor 15 anos mais velho. O amor que surge entre ambos é imediato, profundo e verdadeiro. Passam todo o Verão dedicados um ao outro. Mas infelizmente, Jacques sabe que aquela história tem um tempo limitado e que terá de ser vivida depressa…

Com realização e argumento de Christophe Honoré ("Em Paris", "As Canções de Amor", "Não Minha Filha, Tu Não Vais Dançar"), um drama sobre o amor e a consciência, com Vincent Lacoste, Pierre Deladonchamps e Denis Podalydès nos papéis principais.

Drama, Romance, FRA, 2018, Cores, 132 min., M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 13 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 15 Nov
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro É pró menino e prá menina | 15/11 Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelo
LER MAIS
É pró menino e prá menina | 15/11
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007.

Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sex, 15 nov às 10h00 - Escolas

Sáb, 16 nov às 10h00 - Oficina para Educadores de Infância e às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 16 Nov
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Oficinas/Masterclasses É pró menino e prá menina | Oficina Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos
LER MAIS
É pró menino e prá menina | Oficina
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007.

Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sáb, 16 nov às 10h00 - Oficina para Educadores de Infância e às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira