Sáb, 18 maio
a Ter, 24 Dez 2019

Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil


Terça - Sábado:
09:00 - 12:30 | 14:00 - 17:30
Exposição URBANIDADE: 150 ANOS DE ELEVAÇÃO DE SANTARÉM A CIDADE
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URBANIDADE: 150 ANOS

Nos últimos 150 anos Santarém procurou acertar o passo com outras cidades médias, no intuito de se afirmar como capital de distrito. Fortemente afetada pelas invasões francesas e pelas lutas liberais, foi-se modernizando ao sabor das novidades comerciais, artísticas, arquitetónicas e culturais do país e do mundo.

Com recurso a objetos, imagens e filmes, a exposição Urbanidade procurará explorar as principais conquistas da jovem cidade, nos domínios do abastecimento e do saneamento público, dos transportes e comunicações, da cultura e do desporto, do ordenamento do território e do urbanismo, da educação e da saúde, dos espaços verdes e equipamentos coletivos e da defesa, segurança e proteção civil, buscando recriar ambiências de um passado ainda bem presente na memória dos seus habitantes, lançando as bases para uma refexão do seu futuro coletivo.

Qua, 11 Set
9:30
a Sáb, 26 Out 2019
13:00

Palácio Landal


Exposição Cartografia Sentimental Cartografia Sentimental é um projeto expositivo híbrido, que explorará a relação das pessoas com a cidade, nomeadamente, com a zona histórica
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Cartografia Sentimental
Cartografia Sentimental é um projeto expositivo híbrido, que explorará a relação das pessoas com a cidade, nomeadamente, com a zona histórica, criando tangentes a questões como a Topofilia, das cidades que se modificam todos os dias e de como transformamos espaços em lugares.

Este projeto expositivo, que na verdade constitui-se de uma série de exposições que se irão modificando como resposta ao público, ao movimento e ações das pessoas na rua, aos acontecimentos que decorrerem durante o período em que estiver em exibição.

Na senda dos projetos de rua Quase um Mapa, de Paul Hardman e Guerrilha Urbana, de Ricardo Correia e Rita Grade, que apresentámos no 1º trimestre, vamos expor os resultados desses projetos e os resultados obtidos, lançando a discussão sobre “Locais Afetivos em Santarém” e “Pelo que lutarias na tua cidade?”, na continuação da Exposição de Artes Digitais, Terra, Água, Ar, de André Sier, Boris Chimp 504, Sonoscopia e José Freitas, onde pretendemos ter um outro olhar sobre a relação das pessoas – neste caso, habitantes de Santarém – com o passado, presente e futuro da cidade.

A Santarém do Futuro são as pessoas. Para além da visão estratégica e política, que decorrerão de outros fóruns de discussão e decisão, queremos utilizar a arte e a cultura para humanizar espaços, aumentar a participação cívica, criar cidadãos preocupados, mas sobretudo ativos na construção de pequenos muitos, que construirão um todo melhor – criar pensamento, que gere das palavras, ações e assim, continuar a questionar todas e todos sobre:

As formas de nos relacionarmos melhor com a nossa cidade e com a nossa região;

Como podemos dar um sentido a espaços que estão em permanente construção, tornando-os lugares e não um sentimento de cidade inacabada;

Ver e construir uma nova urbe, com experiências que aproximem a comunidade Scalabitana não pelos interesses semelhantes, mas pela capacidade de construir e experimentar em conjunto.

No dia 5 de agosto a exposição aumentou com a instalação Quercus faginea Lam. de Carla Cabanas, uma intervenção sobre impressão a jato de tinta/várias dimensões. O projeto Quercus faginea Lam. é desenvolvido especificamente para o Palácio Landal, e adota o formato de uma instalação que é composta por um conjunto de fotografias de épocas distintas. As imagens provêm do arquivo “Eu Gosto de Santarém”, retratam os habitantes locais no desenvolvimento das suas atividades quotidianas e assumem o formato das folhas da árvore Quercus faginea / Carvalho-português, que é uma espécie autóctone da região.

O projeto invoca o cair sazonal das folhas, relacionando-as com as várias gerações de pessoas que viveram ou visitaram Santarém.

Assim como as folhas acompanham o decorrer das estações, mudando cor e caindo no chão, as fotografias espalham-se nas salas do palácio e reportam-se a tempos diferentes. Relacionando o ciclo das estações com os ciclos de vida, a forma e a imagem partilham uma lógica comum que se desenvolve em torno da passagem do tempo.

Patente ao público até 26 de outubro.

Horário 2ª a 6ª 09:30 - 12:30 e 14:00 - 17:30, sáb 10:00 - 13:00 | Encerra Domingo e Feriados
Qua, 16 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Fotografia Um filme de Ritesh Batra
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Fotografia
Em Bombaim, um homem percorre as ruas a fotografar transeuntes em troca de algum dinheiro. A avó, já idosa, sonha casá-lo antes de morrer e relembra-o disso a cada oportunidade. É assim que, cedendo à pressão, ele usa uma foto que tirou a uma desconhecida e mostra-a à avó, dizendo-lhe que é a rapariga com quem casará em breve. Mas quando a velha senhora insiste em conhecê-la, ele apenas encontra uma solução: percorrer as ruas da cidade até a reencontrar e pedir-lhe que se faça passar por sua noiva. Ao aceitar tornar-se cúmplice daquela mentira, a jovem vai alterar, para sempre, o seu destino e o de todos os envolvidos…

Com os actores Nawazuddin Siddiqui e Sanya Malhotra como protagonistas, um drama romântico que conta com assinatura do indiano Ritesh Batra – que se estreou em 2013 com “A Lancheira”, a longa-metragem premiada pela crítica no festival de cinema de Cannes e que, já em 2017, foi também responsável pelos filmes “Nós, ao Anoitecer” e “O Sentido do Fim”. “Fotografia” teve a sua estreia internacional no Festival de Cinema de Sundance, onde foi bem recebido pelo público e pela crítica.

Drama, Romance, ALE/EUA/Índia, 2019, Cores, 110 min, M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 16 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 18 Out
10:00

Teatro Sá da Bandeira

2 sessões para as escolas: 10h00 | 14h00

Teatro Romeu & Julieta Teatro Praga
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Romeu & Julieta
Partindo de William Shakespeare, o Teatro Praga centra-se em Romeu & Julieta, a clássica história de amor que põe no centro da ação dois teenagers apaixonados em rota de colisão com as suas famílias e com uma sociedade repressora.

Num ambiente divertido de uma cozinha dentro do palco, os atores guiam os jovens espectadores participantes pela história deste romance maldito, misturando-a com a feitura de um delicioso cheesecake que leva o nome dos dois protagonistas shakespearianos. Neste Romeu & Julieta o drama confunde-se com o queijo creme, o sangue dos amantes é marmelada, as lutas de espadas fazem-se com espátulas e caçarolas e uma dentada numa bolacha Maria pode ser uma alternativa deliciosa para um coração partido.

Biografia

O Teatro Praga nasceu quando um grupo alargado de pessoas se juntou após uma oficina de teatro, e desde então sofreu transformações várias. Em 2005, a sua identidade enquanto companhia representante de um teatro menos institucional era reconhecida e começou a receber convites para se apresentar em algumas das principais salas de espetáculos portuguesas.

Espetáculos como Título (2004), Discotheater (2006), O Avarento ou A última festa (2007), Turbo-Folk (2008), e o musical Demo (2009) marcaram o percurso da companhia durante estes anos de afirmação. Desde então, o Teatro Praga produziu dois grandes espetáculos baseados na ideia do teatro da Restauração inglês do século XVII, usando Shakespeare e Henry Purcell num ambicioso díptico (Sonho de uma noite de verão e A Tempestade) que surpreendeu pela sua escala e impacto. Ambos os espetáculos foram apresentados em Paris.

Estas produções marcaram o trabalho da companhia que passou a alternar espetáculos de maior dimensão com outros mais pequenos e portáteis.

O Teatro Praga recebeu vários prémios em Portugal e colabora regularmente com as mais prestigiadas estruturas culturais portuguesas, tendo-se apresentado em festivais e salas de diferentes países europeus (Itália, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Hungria, Eslovénia, Eslováquia, Polónia, Bélgica, Espanha, Estónia e Dinamarca), bem como em Israel e China, atuando em português, inglês, francês e até em hebreu...

Destaca-se igualmente a sua participação na rede europeia “Prospero” (em cooperação com o Théâtre National de Bretagne - Rennes e Emilia Romagna Teatro Fondazione - Modena), as várias colaborações com o MC93 (Maison de Culture de la Seine-Saint-Denis), a participação nos Chantiers d’Europe 2013/2014/2015/2016/2018 no Théâtre de la Ville (Paris) e no projeto europeu TABUROPA (com parceiros alemães, polacos e belgas).

Ficha Técnica

Texto e Criação Cláudia Jardim, Diogo Bento e Pedro Penim | Interpretação Cláudia Jardim e Diogo Bento | Direção de Produção Andreia Carneiro | Produção Alexandra Baião

Teatro | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Lotação máxima 80 pessoas | Preço gratuito

Sex, 18 out. 2 sessões:

10h00 - Escolas

14h00 - Escolas

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 23 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual O que me ficou da revolução Um filme de Judith Davis
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O que me ficou da revolução
Angèle, de coração e alma de revolucionária, Angèle está contra tudo e todos e sente que nasceu na época errada. A altura certa seria quando o mundo assistia às grandes revoluções e as pessoas saíam à rua para mostrar o seu descontentamento. Nascida no seio de uma família de ex-ativistas políticos, ainda lhe é mais difícil vê-los esmorecer a cada dia sem que façam nada para mudar tudo o que ela vê de errado. Até no amor Angèle é uma descontente. Isto até ao momento em que, num dos seus comuns ataques de fúria, conhece o atraente Saïd.

Uma comédia realizada, escrita e protagonizada pela francesa Judith Davis. Malik Zidi, Claire Dumas e Simon Bakhouche completam o elenco.

Comédia, FRA, 2018, Cores, 88 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 23 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 25 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Rui Massena III Solo Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio
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Rui Massena III Solo
Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio. É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso. Assim aconteceu também com a Orquestra Clássica da Madeira onde foi maestro e diretor artístico durante 12 anos. Fora de portas, entre muitos concertos em numerosos países destaca-se o facto de ter sido maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma entre 2007 e 2009 e a proeza de ter sido o primeiro Maestro Português a dirigir na mítica sala Carnegie Hall em Nova Iorque. Dois exemplos da sua capacidade de extravasar as nossas fronteiras. Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espectáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos nortenhos Expensive Soul e que rendeu um DVD de sucesso (o mais vendido em Portugal em 2012).

A sua vasta experiência musical, que se traduz em três álbuns editados, o último dos quais – III – lançado no final de 2018 pela prestigiada Deutsche Grammophone, e concertos nas mais prestigiadas salas dentro e fora de portas, dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que se traduz num fascinante universo de melodias. Um palco, um piano, os novos temas e os sucessos inevitáveis. Uma história, um monte de prémios, um percurso artístico singular. Tudo se conjuga num espetáculo único, imperdível e surpreendente.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 15€ (verificar descontos)

Sex, 25 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 30 Out
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Em Chamas Um filme de Lee Chang-Dong
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Em Chamas
Jong-soo reencontra casualmente Hae-mi, uma amiga de infância que, prestes a fazer uma viagem a África, lhe pede para cuidar do gato durante a sua ausência. Ao regressar, já no aeroporto, ela apresenta-lhe Ben, com quem se envolveu romanticamente durante a viagem e que decidiu segui-la. Entre os dois homens surge uma relação ambígua, com tanto de fascínio como de rivalidade, que assume novas proporções quando o forasteiro confessa o seu estranho prazer.

Estreado no Festival de Cinema de Cannes, um drama com toques de mistério, realizado, escrito e produzido pelo sul-coreano Lee Chang-Dong, que se inspira no conto "Os Celeiros Incendiados", incluído na compilação "O Elefante Evapora-se", da autoria do aclamado escritor japonês Haruki Murakami. Com Ah-In Yoo, Steven Yeun, Jong-Seo Jun

Suspense, Coreia do Sul, 2018, Cores, 148 min., M/14 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 30 out às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 01 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Blood Siren Sarah McCoy
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Blood Siren
Bessie Smith com uma pincelada de Amy Winehouse. Uma pequena porção de Janis Joplin e algo de Tom Waits. E ainda qualquer coisa de Fiona Apple. O seu universo não desagradaria a Kurt Weill. Estas referências podem ser úteis para quem ainda não conhece Sarah McCoy. Os restantes sabem que esta compositora e intérprete não se assemelha a ninguém, que a sua voz e carisma são únicos e marcantes logo ao primeiro instante no palco.

“Blood Siren” é o aguardado trabalho de originais de Sarah McCoy e foi editado a 25 de Janeiro de 2019 pela Blue Note. A produção ficou a cargo de Renaud Letang (Feist, Manu Chao, Charlotte Gainsbourg, Jane Birkin, Mocky) e do conceituado pianista canadiano Chilly Gonzales com quem a diva americana se cruzou em 2017 no festival ARTE Concert, em Paris – onde reside atualmente.

Biografia

Sarah McCoy nasceu em Nova Iorque mas viajou bastante durante a adolescência. Depois da morte prematura do pai, partiu com 20 anos rumo a Charleston (Carolina do Sul) e seguiu para Santa Cruz, passando por Monterey (Califórnia) antes de se fixar em Nova Orleães. Deixando a terra onde cresceu, a jovem atravessou 44 dos 50 estados da América do Norte na companhia da melhor amiga e também instrumentista Alyssa Potter numa fase que descreve como “psicadélica”. Depois de cinco anos à deriva, estabeleceu-se finalmente em Nova Orleães no ano de 2011. Após alguns concertos pontuais como Sarah McCoy and The Oopsie Daisies - que surgiam nos intervalos do seu trabalho em restaurantes e bares -, a artista recebeu um telefonema do dono do clube “The Spotted Cat”, a propor duas atuações semanais nesse espaço da cidade. Foi aí que conheceu o realizador francês e futuro manager - Bruno Moynie – que a convenceu a apresentar-se ao vivo em Paris. Desta forma abriu-se o caminho até à estreia na Europa.

Ficha Técnica

Voz e piano Sarah McCoy Sarah McCoy | Técnico de som Guillaume Loubère | Técnico de iluminação Benjamin Durocher

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Preço 10€ (verificar descontos)

Sex, 1 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 06 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Linhas Tortas Um filme de Rita Nunes
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Linhas Tortas
Luísa, actriz, e António, um escritor e jornalista mais velho, cruzam-se no Twitter. Ele está na rede social anonimamente, sob o nome Rasputine. Começam a trocar mensagens e desenvolvem uma obsessão um pelo outro, que os leva a combinarem um encontro. Só que, no caminho, ele tem um acidente e, sem a avisar, ela fica à espera dele.

Uma história de desencontros do século XXI com argumento de Carmo Afonso e realização de Rita Nunes, que tem uma carreira de mais duas décadas feita na publicidade, nas curtas-metragens e nos telefilmes. Com Joana Ribeiro e Américo Silva nos papéis principais.

Com Joana Ribeiro, Maria Leite, Miguel Nunes

Drama, POR, 2018, Cores, 68 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 6 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 08 Nov
a Dom, 17 Nov 2019

Espaços Públicos


Música FOS Festival de Órgão de Santarém
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FOS
A segunda edição do Festival de Órgão de Santarém aposta numa perspetiva heterogénea e multidisciplinar, tendo em vista a abertura e comunicação da cultura organística com outras áreas criativas da sociedade. Entre os dias 8 e 17 de novembro, nos seis órgãos da cidade irão apresentar-se reputados organistas do panorama nacional e internacional, jovens talentos e músicos que exercem a sua atividade na região.

Este desígnio culturalmente enriquecedor manifesta-se desde logo no concerto de abertura com a participação de Pedro Caldeira Cabral (guitarra portuguesa) e António Esteireiro (órgão), onde a aparente improbabilidade do dueto dará lugar à surpreendente riqueza do resultado, abraçados pela bela acústica da Igreja de N. Sra. de Marvila.

Paulo Bernardino estará a solo na Igreja da Piedade, aqui com o abraço acolhedor deste templo, detentor de um instrumento que prova que o tamanho é apenas um parâmetro extra para sua grandeza. Na Igreja de S. Nicolau é a vez de Fabiana Magalhães (soprano) e Rui Soares (órgão) colocarem à prova as capacidades do instrumento existente nesta igreja em repertório português do século XVII praticamente inédito.

De assinalar o concerto dos Moços do Coro sob a direção de Nuno Almeida que nos trarão as sonoridades da polifonia antiga em diálogo com a improvisação ao órgão de Jorge García (Espanha) na Igreja da Misericórdia.

Na Catedral de Santarém o órgão mostrar-se-á terá no género concerto, onde a Orquestra Filarmonia das Beiras se fará acompanhar pela organista Laura Silva Mendes.

O encerramento do festival será na Eucaristia dominical do dia 17 de novembro com a Schola Cantorum sob a direção de Pedro Rollin Rodrigues e David Paccetti ao órgão.

Para reforçar o carácter multidisciplinar do festival, esta edição irá contar em cada concerto com a presença de um artista da região a criar em tempo real inspirado pelo evento, seja em forma de pintura ou desenho, seja de forma literária.

Nos sábados do festival haverá ainda uma visita guiada às seis igrejas que serão palco dos eventos em dois périplos que contarão com a presença de músicos e entidades da região, mas incluindo também notas sobre o património musical e edificado.

Igreja de Nª Sra. de Marvila

Igreja de Nª Sra. da Piedade

Igreja de S. Nicolau

Igreja de Santa Maria da Alcáçova

Igreja da Misericórdia

Catedral de Santarém
Qua, 13 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Agradar, Amar e Correr Depressa Um filme de Christophe Honoré
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Agradar, Amar e Correr Depressa
Verão de 1990. Arthur é um jovem estudante que, num passeio pelas ruas de Paris, conhece Jacques, um escritor 15 anos mais velho. O amor que surge entre ambos é imediato, profundo e verdadeiro. Passam todo o Verão dedicados um ao outro. Mas infelizmente, Jacques sabe que aquela história tem um tempo limitado e que terá de ser vivida depressa…

Com realização e argumento de Christophe Honoré ("Em Paris", "As Canções de Amor", "Não Minha Filha, Tu Não Vais Dançar"), um drama sobre o amor e a consciência, com Vincent Lacoste, Pierre Deladonchamps e Denis Podalydès nos papéis principais.

Drama, Romance, FRA, 2018, Cores, 132 min., M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 13 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 15 Nov
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro É pró menino e prá menina | 15/11 Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelo
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É pró menino e prá menina | 15/11
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007.

Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sex, 15 nov às 10h00 - Escolas

Sáb, 16 nov às 10h00 - Oficina para Educadores de Infância e às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 16 Nov
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Oficinas/Masterclasses É pró menino e prá menina | Oficina Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos
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É pró menino e prá menina | Oficina
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007.

Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sáb, 16 nov às 10h00 - Oficina para Educadores de Infância e às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 16 Nov
16:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro É pró menino e prá menina | 16/11 Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos
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É pró menino e prá menina | 16/11
As meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com bonecas e dançam ballet? Os meninos gostam de azul, brincam com carrinhos e jogam futebol? Ou as meninas jogam futebol e os meninos brincam com bonecas? O que é que as meninas podem fazer e os meninos não podem? O que querem ser (e podem ser) quando forem grandes? Estas e outras questões colocadas às crianças, assim como as suas respostas, hesitações e também os seus silêncios, foram o ponto de partida para a construção deste espetáculo.

Em cena, um menino e uma menina habitam dois mundos distintos e cheios de convenções. Ao longo do espetáculo aprendem a desafiar as regras estabelecidas, a questionar estereótipos e a retirar etiquetas, descobrindo um lugar novo em que Todos podemos ser Tudo.

Oficina “É pró menino é prá menina” – Estereótipos de Género

Nesta oficina pretende-se facultar aos educadores o contacto com ferramentas que permitam questionar os alunos sobre as ideias pré-concebidas que temos sobre cada um dos géneros. Tendo um carácter muito prático, é essencial que os formandos se questionem sobre o assunto. Através de jogos dramáticos e de exercícios de expressão plástica, os adultos serão colocados no lugar da dúvida para que mais tarde o possam fazer com os seus alunos.

Conceção e realização: Catarina Requeijo e Vera Alvelos

Público-alvo: educadores de infância

Biografia

Catarina Requeijo | Direção artística | Angola, 1973

É licenciada em Bioquímica pela Universidade de Coimbra. Tem o curso de formação de atores da Escola Superior de Teatro e Cinema.

Iniciou o seu percurso teatral em 1990 no TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra). Como atriz, trabalhou profissionalmente com Konrad Zschiedrich, Luís Castro, Tiago Rodrigues, Luís Miguel Cintra, Luís Gaspar, Nuno Cardoso, Marcos Barbosa, Madalena Vitorino, Jorge Andrade, António Pires, Cristina Carvalhal, Miguel Moreira e Giacomo Scalisi.

Iniciou o seu contacto com projetos para a infância em 2000 no CPA (Centro de Pedagogia e Animação do CCB) sob a orientação de Madalena Vitorino. Neste contexto, criou vários objetos para a infância (visitas, oficinas) em articulação com criadores de outras áreas artísticas, até ao ano de 2007. Foi responsável pela encenação dos espetáculos do projeto Boca Aberta, dirigidos a público do pré-escolar, produzido pelo TNDM II (2015) em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, nas edições de 2015-16 e 2016-17. Ainda em 2017, encenou e interpretou o espetáculo Muita tralha pouca tralha, uma coprodução Teatro Maria Matos e Formiga Atómica. Foi júri do Festival Panos Culturgest entre 2006 e 2017.

João Nunes Monteiro | Intérprete | Porto, 1993

Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.

Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).

Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.

Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

Marta Cerqueira | Intérprete

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.

Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.

Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Interpretação João Nunes Monteiro e Marta Cerqueira | Cenografia e Figurinos Maria João Castelo | Desenho de Luz José Álvaro Correia | Sonoplastia Catarina Requeijo com José Álvaro Correia | Assessoria Artística Miguel Fragata | Pesquisa em Contexto Escolar Catarina Requeijo e Vera Alvelos | Vídeo Maria Remédio | Produção Maria João Santos | Coprodução Formiga Atómica Associação Cultural, Teatro São Luiz, Centro de Artes de Ovar, Centro Cultural Vila Flor e Cine-Teatro Louletano

Teatro | Classificação Etária M/3 | Duração das Sessões 00h30 | Duração da Oficina 04h00 | Preço gratuito | Lotação 100 pessoas (sessões famílias – 1 adulto por criança)

Sáb, 16 nov às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 20 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Varda por Agnès Um filme de Agnès Varda
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Varda por Agnès
De mãe da Nouvelle Vague a ícone feminista, a diretora Agnès Varda expõe seus processos de criação e revela sua experiência com o fazer cinematográfico. A cineasta dá especial atenção no método de storytelling que ela denomina de "cine-writing", uma espécie de fórmula utilizada na grande maioria de seus documentários e ficções, revisando a sua filmografia de maneira única e emocionante, neste filme que encerra a sua carreira de 64 anos.

Documentário, Biografia, FRA, 2018, Cores, 115 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 20 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 22 Nov
14:30

Teatro Sá da Bandeira


Dança Step 2 Duplicate Nuno Labau
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Step 2 Duplicate
Step 2 Duplicate é uma representação das vivências atuais, uma abordagem às novas relações humanas permitidas pelas plataformas digitais, onde se inscreve, nem sempre corresponde ao real. Esta peça de dança, de caracter multidisciplinar, onde a arte plástica e digital, o teatro e o circo partilham um espaço comum, se influenciam e moldam, constitui também um paralelismo entre o conceito de “mentalidade de rebanho” e a pressão de pares, associados ao que escolhemos mostrar de nós mesmos e a forma como essas escolhas influenciam o outro.

Biografia de Nuno Labau

A sua formação principal é em Artes Circenses, na Escola Profissional das Artes do Espetáculo (Chapitô), tendo ainda estagiado na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo onde estudou e executou trabalho de coreógrafos como Benvindo Fonseca e André Mesquita, entre outros. É bailarino na peça Eternuridade, de Amélia Bentes, e criou a peça Violência das Coisas Insensíveis. É presidente da Associação vaca Magra e professor de Dança Contemporânea no Conservatório de Música de Santarém.

Ficha Técnica

Conceção, Coreografia e Direção Artística: Nuno Labau

Interpretação: André Nunes, Gonçalo Lino Cabral, Janice Palma e Jonathan Taylor

Sonoplastia: João Casaca

Desenho de Luz/ Projeções de Vídeo: Leston Design

Conteúdos de Vídeo: Miguel Mateus

Figurinos: Íris Lobo dos Santos

Produção: Joana Casaca

Comunicação: Catarina Labau

Coprodução: Santarém Cultura / Teatro Sá da Bandeira, Santarém

Apoio à Criação: Fundação GDA

Apoio a Residências Artísticas: 23 Milhas, O Espaço do Tempo, Santarém Cultura/Teatro Sá da Bandeira, Companhia Olga Roriz

Dança | Classificação Etária M/16 | Duração 01h30 | Preço gratuito

Sex, 22 nov às 14h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 27 Nov
10:00

Convento de São Francisco


Oficinas/Masterclasses Pensar faz sombra Aldara Bizarro e Dina Mendonça
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Pensar faz sombra
A partir da alegoria da Caverna do livro A República de Platão e das suas várias interpretações, Pensar Faz Sombra explora o significado das sombras através de uma composição de exercícios que se situam no cruzamento entre a Dança e a Filosofia, de modo a criar uma experiência de reflexão sobre como interagimos com as sombras, as nossas e as dos outros, e o que fazemos com elas.

Biografias

Aldara Bizarro

Nasceu em 1965 em Maputo. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim. Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.

Começou a coreografar em 1990 com a peça me my self and Influências, premiada no IV Workshop coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa. Desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas nas melhores salas do país destacando a trilogia Love Series, O Encaramelado, Uma Bailarina..., A Preguiça Ataca?, A Casa, Projeto Respira, Cara, O Baile e A Nova Bailarina, a última distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011. Como formadora trabalhou com o Fórum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, Artemrede, SMUP e outras instituições nacionais. Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela Direção Geral das Artes durante 16 anos.

Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Dina Mendonça

Investigadora do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa onde trabalha sobre a Filosofia das Emoções (www.mendoncaemotion.com). Mestre em Filosofia para Crianças (Montclair State University, EUA) e doutorada em Filosofia com tese no filosofo e pedagogo John Dewey – A Anatomia da Experiência (University of South Carolina, EUA). Tem trabalhado em vários projetos pedagógicos introduzindo a Filosofia para Crianças, nomeadamente em relação com o processo artístico.

Ficha Técnica

CONCEPÇÃO E REALIZAÇÃO: Aldara Bizarro e Dina Mendonça

Oficina | Público-alvo: Jovens e Adultos | Duração 03h00 | Preço gratuito

Qua, 27 nov às 10h00

Local: Convento São Francisco
Qua, 27 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Petra Um filme de Jaime Rosales
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Petra
Petra, uma jovem artista, nunca conheceu o pai. Quando a mãe morre, ela lança-se numa busca que a conduzirá a Jaume, um artista plástico famoso, poderoso e implacável. Este aceita acolher Petra numa residência artística no seu atelier, algures nos arredores de Girona. No seu caminho para descobrir a verdade, Petra encontra também Lucas, filho de Jaume, e Marisa, esposa de Jaume e mãe de Lucas. Na expectativa de obter respostas, a jovem aproxima-se desta família onde predominam segredos de família e violência. Encontrará Petra aquilo que foi procurar?

Com: Bárbara Lennie, Alex Brendemühl, Joan Botey

Drama, FRA/ESP/DIN, 2018, Cores, 107 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 27 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 29 Nov
10:00

Convento de São Francisco


Oficinas/Masterclasses/Artes de Rua/Artes Plásticas Caça-Texturas Miguel Horta
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Caça-Texturas
Munidos de grandes folhas de papel, lápis de cera e barras de grafite, os participantes desta oficina partem em busca de texturas e sinais pelas ruas e paredes da cidade, em lojas, em jardins e em praças. Nessa busca, caçam-se baixos-relevos de motivos variados ou texturas naturais.

No fim da manhã, reúne-se a coleção que se conseguiu “caçar” nas folhas de papel, falando sobre a sua origem e função. E porque não montar uma exposição? Os participantes são convidados a procurar e descobrir uma cidade invisível, estimulando o olhar atento e a sua relação com o desenho.

Biografia

Miguel Horta, 1959. É um Pintor que se dedica à partilha e comunicação com o Outro, daí que a sua intervenção se estenda à mediação cultural (museus, bibliotecas públicas e escolares, bairros problemáticos e estabelecimentos prisionais, ruas e praças). Horta é ainda autor/ilustrador de literatura infantojuvenil (Pinok e Baleote- PNL, Dacoli e Dacolá-PNL e Rimas Salgadas - PNL). Escreveu a peça Retratinho de Amílcar Cabral (Teatro Mosca) e Logo à noite no lago Van (CAM/Fundação Calouste Gulbenkian). Com Aldara Bizarro construiu o espetáculo Baleizão, o valor da memória (em circulação). Contador de histórias, intervindo em contextos muito variados, frequentemente de exclusão, narrando com regularidade nas Palavras Andarilhas. Apresentou, recentemente, o espetáculo de narração oral Arribalé! (residência artística no O Espaço do Tempo). Formador na área da mediação leitora e mediação junto de necessidades educativas especiais. Integrou o projeto 10x10 do Programa Descobrir/ Fundação Calouste Gulbenkian, onde exerce com regularidade a sua atividade de mediador de museu nos diferentes núcleos museológicos. Em 2012 expôs “Troncos e marés” na Galeria Appleton Square (2012). Representado em diversas coleções de arte contemporânea, nomeadamente na coleção moderna do Museu Gulbenkian. Em outubro deste ano apresentou em conjunto com o A. E. S. Gonçalo (Torres Vedras) o projeto/laboratório Dilfícil Leitura, mediação leitora inclusiva, no Folio/Educa (Óbidos).

Ficha Técnica

Pintor e Mediador Cultural Miguel Horta

Oficina, Artes plásticas (desenho), intervenção urbana (artes de rua) | Classificação Etária M/7 | Duração 02h00 | Preço gratuito

Sex, 29 nov às 10h00

Local: Convento São Francisco
Sáb, 30 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música 24 Mila Baci Maria de Medeiros & The Legendary TigerMan
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24 Mila Baci
Cinema é música, não achas?

E música é cinema. Quando eu era criança, o meu pai contava histórias sobre sinfonias.

Enquanto a música majestosa se expandia, vinham imagens e mais imagens. O arrepio e a emoção na garganta.

Como vês a música, tu?

Ouço o silêncio. Sim, há música no silêncio.

A música das esferas diz William Shakespeare. O estrondo do universo, diz a Nasa.

The universe rocks and rolls.

E o que vês agora? Vejo a imagem gráfica, a preto e branco, o fumo do cigarro na boquilha da Marlene Dietrich. Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt.

Canta, da cabeça aos pés, e desliza o seu olhar pelo mundo.

É isso, olhar para o mundo. Um mundo triste e bonito.

Uma mulher sozinha na noite, It’s a sad and beautiful world.

E iluminando tudo, a noite e o tempo, surge uma voz italiana, cheia de alegria.

24 Mila Baci! Sempre adorei essa canção. Agora, são como 24 mil beijos mandados da distância. Um adeus longínquo.

Como Fernando Pessoa quando se despede da infância. E lembra o tempo em que se festejava o seu aniversário.

E há outra melodia. Tenho uma história curiosa com ela. Detestava-a. Era a melodia dos pátios. Em todo o pátio, havia uma voz arrastada que cantarolava essa música. Sempre a mesma, insidiosa. Mas depois fui crescendo, e sabes aqueles alimentos que odiamos quando somos crianças e depois se transformam em iguarias? É isso: a trilha do Padrinho.

Nino Rota, claro, mais que persistente, imortal.

E as tuas trilhas. Fizeste tantas trilhas para o cinema. Fizeste tantos filmes. É inseparável.

É uma espécie de fado. Sim, diz que é fado.

Ficha Técnica

Voz Maria de Medeiros | Voz/ guitarra Paulo Furtado | Bateria Paulo Segadães | Saxofone João Cabrita | Baixo Filipe Rocha

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h30 | Preço 15€ (verificar descontos)

Sáb, 30 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 04 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Frankie Um filme de Ira Sachs
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Frankie
Três gerações de uma família europeia reúnem-se na lendária cidade de Sintra, para uma última viagem antes que a matriarca da família enfrente o próximo, e último, capítulo da sua vida. Num dia fresco de Outubro, o cenário de conto de fadas desperta os impulsos mais românticos de todos, revelando tanto a distância entre eles quanto sentimentos de uma profundidade inesperada.

O elenco principal conta com Isabelle Huppert, Brendan Gleeson, Marisa Tomei, Jérémie Renier e com os actores portugueses Carloto Cotta, Márcia Breia e Ana Brandão.

Com Isabelle Huppert, Marisa Tomei, Jérémie Renier, Brendan Gleeson

Drama, FRA/EUA/POR, 2019, Cores, 98 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 4 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 06 Dez 2019
10:00

Centro Histórico


Oficinas/Masterclasses Pop-Up de Natal André Pimenta
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Pop-Up de Natal
Vem divertir-te a fazer um postal de Natal em pop-up!

Cria uma árvore que salta da folha e presentes coloridos tridimensionais.

Biografia

André Garcia Pimenta nasceu em Lisboa em 1982.

Formou-se em Artes Plásticas – Escultura (2007) pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e depois em Design (2013) pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa.

Trabalhou como maquetista de Arquitetura e designer em diversas empresas, e realizou exposições na área da Escultura.

Atualmente desenvolve e edita projetos próprios relacionados com a engenharia do papel, pop-ups e brinquedos de papel. Paralelamente, coleciona livros e postais mecânicos antigos, tendo coorganizado a exposição de livros pop-up “A Saltar do Livro” na Biblioteca Nacional de Lisboa em 2016 e organizado diversas exposições em outras bibliotecas.

Oficina | Classificação Etária M/7 | Duração 01h30 | Preço gratuito | 3 sessões

Sex, 6 dez às 10h00 | 11h30 | 14h30

Local: Centro Histórico
Sáb, 07 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Dança Co:Lateral Direção e coreografia Né Barros
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Co:Lateral
CO:LATERAL foi desenvolvido a partir do projeto performativo Nuve onde se explorava a relação entre a dança e as artes digitais. Inicialmente apresentado em 2010, este solo então interpretado por Né Barros, deu origem a diversas publicações nacionais e internacionais. Ali, o corpo projetava-se e estendia-se numa relação de intimidade com a realidade virtual interativa. O discurso performativo resultante desta ligação, apela a um momento extraordinário, a um momento poético feito de espaço e corpo, feito de mistura de realidades, feito de duplos e de imagens.

Biografia

Balleteatro

A missão do Balleteatro é ser um centro para o desenvolvimento das artes performativas. Fundado em 1983, o Balleteatro teve um papel preponderante na construção de uma comunidade artística para as artes performativas contemporâneas até então inexistente. Tendo habitado diversos espaços na cidade do Porto, é desde 2015 uma estrutura artística residente no icónico Coliseu do Porto. Definindo-se num território multidisciplinar e de cruzamentos, onde se destaca a colaboração com diversos artistas das artes plásticas, fotografia, cinema, música e teatro e criação com comunidades, o Balleteatro desenvolve as suas atividades ao nível da criação, formação, programação, edição, documentação e da investigação na relação com grupos de Universidades, em particular, com Instituto de Filosofia da U.P. É promotor dos festivais Corpo + Cidade (artes performativas e danças urbanas) e Family Film Project (festival de cinema dedicado à memória, arquivo e etnografia). O Balleteatro foi reconhecido com o Prémio Almada (1999) e a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro (2015).

João Martinho Moura

Artista-investigador. Seus interesses estão focados na arte digital, interfaces inteligentes, música digital e estética computacional. Tem interesse especial na visualização em tempo real e na criação de artefactos digitais impulsionados pelo corpo. Na última década, tem adotado novas maneiras de representar o corpo nas artes digitais, desenvolvendo artefactos interativos, representados, principalmente, por abstrações visuais monocromáticas e linhas minimalistas.

Né Barros

Coreógrafa e bailarina, investigadora no Instituto de Filosofia da Universidade do Porto no grupo de Estética, Política e Conhecimento. Tem desenvolvido o seu trabalho artístico em conexão com seus estudos académicos e pesquisas. Iniciou sua formação em dança clássica e, posteriormente, trabalhou em dança contemporânea e composição coreográfica nos Estados Unidos (Smith College). Doutorada em Dança (Universidade de Lisboa) e Master in Dance Studies (Laban Centre, Londres). Concluiu um Pós-Doutoramento no Instituto de Filosofia sobre a estética das performances. Estudou Teatro (Esap). Como coreógrafa, tem colaborado com artistas visuais, fotógrafos, realizadores de cinema e teatro e músicos. Criou a maior parte dos seus trabalhos no Balleteatro, mas também trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado (premiada como Melhor Coreografia), com Ballet Gulbenkian e Aura Dance Company (Lituânia). É autora de vários livros e publicou vários artigos sobre temas como estética, filosofia da dança e performance, composição de dança, artes cénicas. É co-editora das coleções Estética, Política e Arte e Máquinas de Guerra. É professora na ESAP e convidada em diversas instituições. Co-fundadora do Balleteatro e diretora artística do Family Film Project - Festival Internacional de Cinema de Arquivo, Memória, Etnografia.

Sónia Cunha

Porto, 1975. Iniciou os seus estudos de Dança Clássica na Escola de Bailado Fátima Valle da Veiga, seguindo o método da Royal Academy of Dancing. Concluiu o Curso Profissional de Dança no Balleteatro Escola Profissional em 1994 e leciona Ballet Clássico, desde 1996, no Balleteatro Centro de Formação e Escola Profissional. Desde 1992, é interprete do Balleteatro Companhia. Paralelamente, Sónia Cunha manteve ativa a sua formação realizando workshops orientados por Jordi Cortês Molina, João Fiadeiro, Clara Andermatt, Peter Michael Dietz, Paulo Ribeiro, entre outros.

Ficha Técnica

Direção e coreografia Né Barros | Criação digital João Martinho Moura | Música e desenho de luz João Martinho Moura | Figurinos Né Barros | Intérprete Sónia Cunha | Produção Lucinda Gomes / Balleteatro

Dança/Artes Digitais | Classificação Etária M/12 | Duração 00h30 | Preço 5€ (preço único)

Sáb, 7 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 11 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Pássaros de Verão Um filme de Cristina Gallego, Ciro Guerra
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Pássaros de Verão
Durante a década de 1960, os EUA vêem nascer o movimento “hippie” altura em que, entre muitas outras coisas, se vulgariza o consumo de estupefacientes. Alguns anos mais tarde, decididos a fazer fortuna, um grupo de norte-americanos investe em Guajira, na Colômbia, onde estabelecem uma plantação de marijuana com o intuito de a exportarem para o seu país. É assim que uma família da tribo Wayuu é atraída para o negócio de tráfico de droga. Ao aceitarem as condições de produção, os Wayuu descobrem o poder do dinheiro fácil, mas também os riscos resultantes da ganância, que ameaça destruir os seus costumes e tradições.

Estreado no Festival de Cannes, um drama baseado em factos verídicos sobre a origem do narcotráfico na Colômbia. Com realização de Ciro Guerra.

Com Carmiña Martínez, José Acosta, Natalia Reyes

Drama, DIN/MEX/Colômbia, 2018, Cores, 125 min., M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 11 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 18 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Os Olhos de Orson Welles Um filme de Mark Cousins
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Os Olhos de Orson Welles
Realizado pelo conhecido crítico e historiador de cinema Mark Cousins, este documentário é uma viagem ao universo pictórico de Orson Welles (1915 – 1985), o lendário realizador de “Citizen Kane - O Mundo a Seus Pés” (1941), “O Estrangeiro” (1940), “O Terceiro Homem” (1949), “O Génio do Mal” (1959), “O Processo” (1962), “As Badaladas da Meia-Noite” (1965) ou “F for Fake” (1973), entre outros. Desenhos, pinturas e trabalhos inéditos são agora mostrados graças a Beatrice Welles, filha do realizador com a actriz e aristocrata italiana Paola Mori.

É o segundo documentário de 2018 sobre o realizador, a par de “Amar-me-ão Quando Eu Morrer”, de Morgan Neville, lançado em conjunto com o recém-finalizado “O Outro Lado do Vento”.

Documentário, GB, 2018, Cores, 115 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 18 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 21 Dez
18:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Rodrigo Leão | 18:30 Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta!
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Rodrigo Leão | 18:30
Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas. A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.

Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

Biografia

O percurso iniciado em nome próprio em 1993 com a edição de Ave Mundi Luminar começará por ser celebrado com uma exposição que traça o percurso do compositor português através de um importante e inédito conjunto de documentos. Através de fotografias, muitas delas nunca antes vistas, cartazes, capas de discos, mas também de videoclips, imagens de concertos ou excertos da série Portugal, Um Retrato Social – para a qual assinou a banda sonora -, Rodrigo Leão, com a inestimável colaboração do realizador Leonardo António, abrirá ao público as portas do seu arquivo pessoal para uma mostra que será reveladora da sua personalidade, da sua atitude perante a arte, do seu percurso artístico.

A grande comemoração dos 25 anos de carreira, sob o genérico O Aniversário, inicia-se com um duplo CD retrospectivo a ser editado em Março, reunindo as principais colaborações de Rodrigo com grandes artistas e nomes estrangeiros e os seus instrumentais mais queridos.

O Aniversário será também espectáculo, com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação alargada a dez músicos e duas cantoras. O trabalho técnico deste espectáculo será extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.

O ano de 2018 trará também os últimos concertos da digressão conjunta com o cantor-compositor Scott Matthew. A digressão do álbum resultante da sua parceria, Life Is Long, terminará com actuações em Lisboa e no Porto.

A comemoração dos 25 anos continua com a versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: Portugal, um Retrato Social, a seminal série televisiva realizada em 2007 por Joana Pontes e António Barreto. A música que Rodrigo compôs para essa série, onde cristalizou a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica, vai ser relançada numa edição restaurada com material adicional, sob o título Os Portugueses, e servirá de base a uma produção de palco refeita e retrabalhada.

Rodrigo Leão propõe ainda um novo concerto: Instrumental – O Ensaio, com uma forte componente de projecções vídeo e focado em composições instrumentais ao estilo que nos habituámos a reconhecer como a sua marca pessoal.

A par de material instrumental já conhecido, Rodrigo apresentará em primeira mão algumas das novas composições em que tem trabalhado, ainda em versões integralmente instrumentais. Este concerto será em simultâneo uma apresentação, uma rodagem e um ensaio de peças que farão parte de um novo disco de originais. Este novo trabalho, um dos projectos mais esperados da nova temporada, será lançado até ao final de 2018, e poderá verdadeiramente representar o novo álbum de carreira de Rodrigo, após uma série de trabalhos que nasceram a convite de outros músicos ou foram incursões em terrenos mais alternativos.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 20€ (verificar descontos)

Sáb, 21 dez às 18h30 e às 22h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Sáb, 21 Dez
22:00

Teatro Sá da Bandeira


Música Rodrigo Leão | 22:00 Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta!
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Rodrigo Leão | 22:00
Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas. A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.

Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

Biografia

O percurso iniciado em nome próprio em 1993 com a edição de Ave Mundi Luminar começará por ser celebrado com uma exposição que traça o percurso do compositor português através de um importante e inédito conjunto de documentos. Através de fotografias, muitas delas nunca antes vistas, cartazes, capas de discos, mas também de videoclips, imagens de concertos ou excertos da série Portugal, Um Retrato Social – para a qual assinou a banda sonora -, Rodrigo Leão, com a inestimável colaboração do realizador Leonardo António, abrirá ao público as portas do seu arquivo pessoal para uma mostra que será reveladora da sua personalidade, da sua atitude perante a arte, do seu percurso artístico.

A grande comemoração dos 25 anos de carreira, sob o genérico O Aniversário, inicia-se com um duplo CD retrospectivo a ser editado em Março, reunindo as principais colaborações de Rodrigo com grandes artistas e nomes estrangeiros e os seus instrumentais mais queridos.

O Aniversário será também espectáculo, com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação alargada a dez músicos e duas cantoras. O trabalho técnico deste espectáculo será extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.

O ano de 2018 trará também os últimos concertos da digressão conjunta com o cantor-compositor Scott Matthew. A digressão do álbum resultante da sua parceria, Life Is Long, terminará com actuações em Lisboa e no Porto.

A comemoração dos 25 anos continua com a versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: Portugal, um Retrato Social, a seminal série televisiva realizada em 2007 por Joana Pontes e António Barreto. A música que Rodrigo compôs para essa série, onde cristalizou a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica, vai ser relançada numa edição restaurada com material adicional, sob o título Os Portugueses, e servirá de base a uma produção de palco refeita e retrabalhada.

Rodrigo Leão propõe ainda um novo concerto: Instrumental – O Ensaio, com uma forte componente de projecções vídeo e focado em composições instrumentais ao estilo que nos habituámos a reconhecer como a sua marca pessoal.

A par de material instrumental já conhecido, Rodrigo apresentará em primeira mão algumas das novas composições em que tem trabalhado, ainda em versões integralmente instrumentais. Este concerto será em simultâneo uma apresentação, uma rodagem e um ensaio de peças que farão parte de um novo disco de originais. Este novo trabalho, um dos projectos mais esperados da nova temporada, será lançado até ao final de 2018, e poderá verdadeiramente representar o novo álbum de carreira de Rodrigo, após uma série de trabalhos que nasceram a convite de outros músicos ou foram incursões em terrenos mais alternativos.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 20€ (verificar descontos)

Sáb, 21 dez às 22h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT