Qua, 22 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual GRÂCE À DIEU Um filme de François Ozon
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GRÂCE À DIEU
Sinopse: Alexandre vive em Lyon com a sua esposa e filhos. Um dia descobre que o padre que o abusara quando era escuteiro ainda se encontra a trabalhar com crianças. Decide tomar uma atitude, de forma a quebrar o silêncio relativamente aos crimes do padre, com o apoio de François e Emmanuel, que descobre serem também vítimas. Baseada nos casos reais de abuso no seio da Igreja Católica, esta é uma história cuja urgência se traduz num drama sóbrio, mas poderoso.

Com: Melvil Poupaud, Denis Ménochet, Swann Arlaud, Éric Caravaca

Drama, FRA/BEL, 2018, Cores, 137 min.

Cinema | M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 22 janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 25 Jan 2020
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Dentro da Chuva De Aline Frazão
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Dentro da Chuva
Aline Frazão é um dos nomes sonantes da nova geração de músicos angolanos. Cantora, compositora, letrista, instrumentista e produtora, nasceu em Luanda, em 1988, onde reside atualmente. Licenciada em Ciências da Comunicação, apaixonada por literatura, o seu trabalho destaca a importância da palavra na música, criando parcerias com escritores e poetas.

No início de 2018, gravou no Rio de Janeiro, o seu 4º disco de originais “Dentro da Chuva” onde a voz e as letras - acompanhados pelo violão, pela guitarra elétrica ou pelo tradicional kissanje - têm ainda mais espaço do que é habitual. Aline Frazão contou com a participação muito especial dos músicos Jaques Morelenbaum (violoncelo), João Pires (guitarra) e da cantora Luedji Luna, nalgumas das suas novas canções. Neste novo trabalho, Aline Frazão musicou para o tema “Kapiapia” os últimos parágrafos do livro “Como se o Mundo Não Tivesse Leste” do escritor angolano Ruy Duarte de Carvalho. O disco foi lançado pela Valentim de Carvalho (Portugal) e JazzHouse (Europa Central).

Ficha Técnica

Voz, guitarras, kissanje Aline Frazão | Som Sérgio Milhano | Luz Pedro Leston | Produção Im.par Música | Classificação Etária M/6 |Duração 01h20 | Preço 8€ (verificar descontos)

Sáb, 25 janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Ter, 28 Jan 2020
10:00

Teatro Sá da Bandeira


Teatro/Música Mininu Texto e Direção Artística Fernando Mota
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Mininu
Era, era? Era certo. Esta é a história de um menino que tinha um sonho. É uma história de fuga e de viagem, desde os campos de arroz e os tambores mandinga de Gabu aos ritmos da Guiné Conakry, passando por Moscovo, Bissau e Lisboa. O que tem um menino de fazer para encontrar o seu lugar na vida e no mundo?

A Mininu segue-se oficina Di Mininus, que explora os materiais e os métodos que deram origem ao espetáculo. Os participantes poderão tocar alguns instrumentos tradicionais e experimentais criados para este espetáculo, para além de dinamizarem jogos rítmicos e musicais com objetos, aprendendo também canções nas línguas dos povos da Guiné.

Biografia

Fernando Mota, compositor, músico, performer e artista multidisciplinar. Desde 2010 desenvolve uma linguagem cénica onde música, teatro, vídeo e artes plásticas se cruzam criando espetáculos multidisciplinares, universais e comunicantes, nomeadamente: PEIXE LUA, BARLAVENTO e CANÇÕES NÓMADAS coproduzidos pelo Culturgest, CCB/Fábrica das Artes, S.Luiz e Artemrede. A convite do Festival de Música de Setúbal criou o espetáculo/instalação QUANDO O HOMEM LAVRAVA O MAR, sobre o universo da pesca e do mar, que une música, poesia, instalação e vídeo. Colaborou em diversas criações de teatro, dança e cinema. Realizou digressões internacionais à Alemanha, França, Itália, Espanha, Cabo-Verde, Roménia, Rússia, Irão, Brasil, Grécia. Recebeu diversas distinções no meio teatral e musical, uma Menção Honrosa-Prémio Nacional da Crítica 2006 pela música original de Por Detrás dos Montes do T.Meridional. Foi nomeado no Europe Prize New Theatrical Realities XI, promovido pela Comissão Europeia/Parlamento Europeu.

Ficha Técnica

Texto e Direção Artística Fernando Mota | Cocriação e Interpretação Ana Sofia Paiva, Fernando Mota, Gueladjo Sané, José Grossinho | Vídeo Mário Melo Costa | Realização Plástica e Adereços Marco Fonseca | Desenho de Luz e Operação técnica Catarina Côdea | Produção e Coordenação Violeta Mandillo | Fotografia de Cena Mário Melo Costa | Propostas Pedagógicas e Ilustrações Margarida Botelho | Fotografia de Cartaz Mário Rainha Campos | Apoio Companhia de Actores | Coprodução CCB – Fábrica das Artes, Artemrede, Teatro Aveirense, Centro das Artes e do Espetáculo / Câmara Municipal de Sever do Vouga, São Luiz Teatro Municipal

Oficina / Coordenação Fernando Mota, José Grossinho | Produção Violeta Mandillo

Teatro/Música | Classificação Etária M/6 | Duração 00h45 - espetáculo | 01h00 – oficina | Preço gratuito | Prioridade público escolar

Ter, 28 janeiro

10h00 - espetáculo

14h00 - oficina

Escolas - prioridade público escolar

Local: Teatro Sá da Bandeira
Ter, 28 Jan 2020
14:00

Teatro Sá da Bandeira


Oficinas/Masterclasses Mininu Ofcina
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Mininu
Era, era? Era certo. Esta é a história de um menino que tinha um sonho. É uma história de fuga e de viagem, desde os campos de arroz e os tambores mandinga de Gabu aos ritmos da Guiné Conakry, passando por Moscovo, Bissau e Lisboa. O que tem um menino de fazer para encontrar o seu lugar na vida e no mundo?

A Mininu segue-se oficina Di Mininus, que explora os materiais e os métodos que deram origem ao espetáculo. Os participantes poderão tocar alguns instrumentos tradicionais e experimentais criados para este espetáculo, para além de dinamizarem jogos rítmicos e musicais com objetos, aprendendo também canções nas línguas dos povos da Guiné.

Biografia

Fernando Mota, compositor, músico, performer e artista multidisciplinar. Desde 2010 desenvolve uma linguagem cénica onde música, teatro, vídeo e artes plásticas se cruzam criando espetáculos multidisciplinares, universais e comunicantes, nomeadamente: PEIXE LUA, BARLAVENTO e CANÇÕES NÓMADAS coproduzidos pelo Culturgest, CCB/Fábrica das Artes, S.Luiz e Artemrede. A convite do Festival de Música de Setúbal criou o espetáculo/instalação QUANDO O HOMEM LAVRAVA O MAR, sobre o universo da pesca e do mar, que une música, poesia, instalação e vídeo. Colaborou em diversas criações de teatro, dança e cinema. Realizou digressões internacionais à Alemanha, França, Itália, Espanha, Cabo-Verde, Roménia, Rússia, Irão, Brasil, Grécia. Recebeu diversas distinções no meio teatral e musical, uma Menção Honrosa-Prémio Nacional da Crítica 2006 pela música original de Por Detrás dos Montes do T.Meridional. Foi nomeado no Europe Prize New Theatrical Realities XI, promovido pela Comissão Europeia/Parlamento Europeu.

Ficha Técnica

Texto e Direção Artística Fernando Mota | Cocriação e Interpretação Ana Sofia Paiva, Fernando Mota, Gueladjo Sané, José Grossinho | Vídeo Mário Melo Costa | Realização Plástica e Adereços Marco Fonseca | Desenho de Luz e Operação técnica Catarina Côdea | Produção e Coordenação Violeta Mandillo | Fotografia de Cena Mário Melo Costa | Propostas Pedagógicas e Ilustrações Margarida Botelho | Fotografia de Cartaz Mário Rainha Campos | Apoio Companhia de Actores | Coprodução CCB – Fábrica das Artes, Artemrede, Teatro Aveirense, Centro das Artes e do Espetáculo / Câmara Municipal de Sever do Vouga, São Luiz Teatro Municipal

Oficina I Coordenação Fernando Mota, José Grossinho | Produção Violeta Mandillo

Teatro/Música | Classificação Etária M/6 | Duração 00h45 - espetáculo | 01h00 – oficina | Preço gratuito | Prioridade público escolar

Ter, 28 janeiros às 14h00 - oficina

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 29 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual FRANKIE Um filme de Ira Sachs
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FRANKIE
Sinopse

Três gerações de uma família europeia reúnem-se na lendária cidade de Sintra, para uma última viagem antes que a matriarca da família enfrente o próximo, e último, capítulo da sua vida. Num dia fresco de Outubro, o cenário de conto de fadas desperta os impulsos mais românticos de todos, revelando tanto a distância entre eles quanto sentimentos de uma profundidade inesperada.

O elenco principal conta com Isabelle Huppert, Brendan Gleeson, Marisa Tomei, Jérémie Renier e com os atores portugueses Carloto Cotta, Márcia Breia e Ana Brandão.

Com: Isabelle Huppert, Marisa Tomei, Jérémie Renier, Brendan Gleeson

Drama, FRA/EUA/POR, 2019, Cores, 98 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 29 de janeiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 01 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Teatro Vidas Íntimas De Noël Coward
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Vidas Íntimas
Uma comédia clássica, sofisticada, sobre as vicissitudes do casamento e do divórcio. Uma análise cínica e aparentemente descomprometida das relações.

"A frivolidade só é frívola para aqueles que não são frívolos", diz a Madame De na obra-prima de Max Ophüls. E podia aplicar-se a este teatro de dinner jackets, champanhe, rosas, camélia e muita malícia. Mas vistas agora estas Private Lives são uma das mais cruéis análises das relações matrimoniais. Sob a doçura de uma primavera na Cote d´Azur quanto veneno, quanta maldade, quanto amor perdido? Uma obra-prima que queremos revisitar, um grande autor "menorizado" e fundamental. Depois de Pinter, Williams, Miller, quem? E com um sorriso de compreensão pelas fraquezas humanas.

Biografias

RÚBEN GOMES é uma presença regular na televisão. No teatro trabalhou com João Mota, Phippe Leroux e Pedro Marques. Com os Artistas Unidos trabalha desde 2007 tendo ultimamente interpretado O Rio, de Jez Butterworth (2016) e O Grande dia da Batalha, de Maximo Gorki e Jorge Silva Melo (2018).

RITA DURÃO tem construído um percurso de grande visibilidade na televisão e no cinema, área em que foi premiada pelos filmes Vingança de uma Mulher de Rita Azevedo Gomes e Em Segunda Mão de Catarina Ruivo. Trabalhou com João Perry em A Disputa de Marivaux e O Sonho de Uma Noite de Verão de Shakespeare, e em vários espetáculos do Teatro da Cornucópia. No cinema trabalhou com João César Monteiro, Rita Azevedo Gomes, Fonseca e Costa, Maria de Medeiros, José Álvaro de Morais, Raúl Ruiz e Jeanne Waltz. Trabalhou anteriormente com os Artistas Unidos em Baal de Brecht.

TIAGO MATIAS estreia-se profissionalmente na Companhia de Teatro de Sintra onde trabalhou com os encenadores João de Mello Alvim, Nuno Correia Pinto, Antonino Solmer, Jorge Listopad, Carlos Pimenta e Pedro Penim. No Teatro da Cornucópia trabalhou com os encenadores Luís Miguel Cintra e Christine Laurent em textos de Brecht, Pirandello, Sófocles, Shakespeare e Tchekóv. Tem participado em diversas séries de televisão e faz dobragens de desenhos animados e locuções de documentários. Tem tido uma colaboração regular com os Artistas Unidos, mais recentemente em Do Alto da Ponte de Arthur Miller e Nada de Mim de Arne Lygre.

VÂNIA RODRIGUES trabalhou com André Uerba, Miguel Moreira, Mónica Calle, João Mota, João Abel, Há Que dizê-lo, Latoaria, Tiago Vieira, Pedro Palma, Raul Ruiz. Nos Artistas Unidos, com quem trabalha desde 2006, participou recentemente em A Vertigem dos Animais Antes do Abate de Dimítris Dimitriádis (2017), O Grande Dia Da Batalha de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo e Do Alto da Ponte de Arthur Miller (2018).

Isabel MuÑoz Cardoso trabalhou com Luís Varela, José Peixoto, José Carlos Faria, José Mora Ramos, Diogo Dória, Jean Jourdheuil, Solveig Nordlund. Nos Artistas Unidos participou em inúmeros espetáculos a partir de António, Um Rapaz de Lisboa de Jorge Silva Melo (1995) tendo participado recentemente em O Teatro da Amante Inglesa de Marguerite Duras (2018) e O Vento Num Violino de Claudio Tolcachir (2018).

RITA LOPES ALVES trabalha com Jorge Silva Melo desde 1987. Assinou o guarda-roupa de vários filmes de Pedro Costa, Joaquim Sapinho, João Botelho, Margarida Gil, Luís Filipe Costa, Cunha Teles, Alberto Seixas Santos, Pedro Caldas, Teresa Vilaverde, Carmen Castelo Branco, José Farinha, Teresa Garcia, Fernando Matos Silva e António Escudeiro. É, desde 1995, a responsável, nos Artistas Unidos, pela cenografia e figurinos.

JOSÉ MANUEL REIS frequentou a escola A.R.C.O. Trabalhou no Teatro do Tejo com Carlos Fogaça. Trabalhou em exposições de arquitetura, no projeto Pharos do grupo Azimute. Colabora na cenografia dos Artistas Unidos desde 1998.

PEDRO DOMINGOS trabalha com Jorge Silva Melo desde 1994, tendo assinado a luz de quase todos os espetáculos dos Artistas Unidos. Trabalha regularmente com o Teatro dos Aloés. É membro fundador da Ilusom e do Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sôr, que dirige com a atriz Maria João Luís.

ANDRÉ PIRES é membro fundador da Locomotivo, do grupo de teatro-circo Plot e do Pé Antemão. Foi baterista dos R.E.F., fez os arranjos e a direção musical de Parece que o Tempo Voa e fez a música de Sons de Fogo do grupo Tratamento Completo, de que foi percussionista. Trabalhou com Manuel Wiborg, Miguel Hurst, Rissério Salgado, Solveig Nordlund, João Meireles, João Fiadeiro. Trabalha frequentemente com os Artistas Unidos desde 2001.

JORGE SILVA MELO fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é diretor artístico.

Ficha Técnica

VIDAS ÍNTIMAS de Noël Coward | Tradução Miguel Esteves Cardoso | Com Rúben Gomes, Rita Durão, Tiago Matias, Vânia Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso | Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis | Figurinos Rita Lopes Alves | Som André Pires | Luz Pedro Domingos | Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues | Encenação Jorge Silva Melo | Produção Artistas Unidos | Co-Produção Teatro Nacional São João, Centro Cultural de Belém

Teatro | Classificação Etária M/12 | Duração 01h45 | Preço 8€ (verificar descontos)

Sáb, 1 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 05 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual J´ACCUSE Um filme de Roman Polanski
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J´ACCUSE
No dia 5 de Janeiro de 1985, o Capitão Alfred Dreyfus, um jovem soldado judeu, é acusado de espionagem para a Alemanha e condenado a prisão perpétua na ilha do Diabo. Entre as testemunhas está Georges Picquart, promovido para gerir a unidade militar de contra-espionagem. Mas quando Picquart descobre que informações secretas continuam a ser fornecidas aos alemães, é arrastado para um labirinto perigoso de fraude e corrupção que ameaça não só a sua honra, mas também a sua vida.

Com: Jean Dujardin, Louis Garrel, Emmanuelle Seigner

Drama, História, FRA/BEL, 2019, Cores, 132 min.

Cinema | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 05 de fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 07 Fev
14:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança/Música Ah! Ah! Ah! Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão
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Ah! Ah! Ah!
AH! AH! AH! é uma pequena coleção de momentos mágicos para viver em família. Curiosidade, surpresa, riso, sorrisos... Pontos de partida e chegada de dança e música que vemos em cena, onde se joga em movimento com objetos e instrumentos de diferentes tamanhos, formas, cores, sons... Para sonhar acordados com os mais novos.

Biografias

Marta Coutinho, artista, professora, produtora, trabalha desde 1996 nas áreas da dança e educação em projetos multidisciplinares. Em dança, desenvolveu o seu trabalho principalmente nas áreas da dança contemporânea e tradicional/mundo, sendo fortemente influenciada pelos ritmos ibéricos, africanos e brasileiros.

Entre outros projetos profissionais onde foi bailarina, diretora artística, professora e produtora, destaca: Artista do projeto europeu artístico/educativo “MUS-E”, Fundação Yehudi Menuhin; produtora e artista no Festival “Andanças”; Coordenadora do Serviço Educativo do IPPAR de Évora; Professora de dança em associações, escolas e conservatórios de música e dança, entre outros “Coppelia” e “Mayeusis” em Espanha; Produtora e Artista do Festival “TODOS Caminhada de Culturas”; Festivais “Percursos” e “Percursos pelo país 2004”, CPA/ Centro Cultural de Belém; professora de dança no Centro Pré e Pós Parto em Lisboa; Co-criação do espetáculo “Roda Atlântica” com Ruca Rebordão; Coordenação / Artista da Tour Argentina com Luiz Caracol & Bule-Bule.

Atualmente dá aulas de dança e cria workshops performativos em diferentes escolas, bibliotecas e outros locais; colabora com projetos como Trupe Sénior do Chapitô; desenvolve ateliês e bailes com o grupo de música e dança Bule-Bule - Novas Danças Tradicionais; é formadora de professores no PEEA (Plano de Educação Estética e Artística) da DGE (Direção Geral da Educação) em Dança para educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico.

Ruca Rebordão, percussionista e compositor com 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É́ natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA e atualmente vive em Portugal.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão - onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, Rui Veloso, JP Simões, João Gil, Mariza, Sérgio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Sara Tavares, entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Susan Palma-Nidel (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); entre muitos outros.

Membro e fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (Portugal), N'Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante e Couple Coffee, duo Samadhi com Rão Kyao, com quem toca também no seu projeto solo.

Ruca já gravou mais de 160 álbuns e 8 Dvd´s ao vivo. Recentemente tem desenvolvido projetos que interligam música, dança e teatro, destacando: Espande! com direção de Madalena Victorino, “Roda Atlântica” com coreografia de Marta Coutinho e “Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais”. Atualmente toca em diferentes projetos musicais (Rão Kyao, Luiz Caracol, Nancy Vieira, Susan Palma-Nidel, Shape, Bule-Bule, entre outros) e acaba de lançar “Vale Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a lançar brevemente.

Ficha Técnica

Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão | Parceiro Teatro da Lanterna Mágica | Música "Afro Maine" de Ruca Rebordão; "Cristal Roto" de II Festival de Música Minúsculas; "Balombo" de Paulo Soares | Coreografia Marta Coutinho| Apoios: Teatro Tivoli BBVA, UAU Produtora, Centro Pré e Pós-Parto

Dança/Música | Classificação Etária 6 meses aos 5 anos | Duração 25 min | Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sex, 7 fev, às 14h00 – público escolar (bilhetes à venda no Teatro Sá da Bandeira)

Sáb, 8 fevereiro às 16h00 - famílias (Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT)

Local: Teatro Sá da Bandeira

Sáb, 08 Fev
16:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança/Música Ah! Ah! Ah! Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão
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Ah! Ah! Ah!
AH! AH! AH! é uma pequena coleção de momentos mágicos para viver em família. Curiosidade, surpresa, riso, sorrisos... Pontos de partida e chegada de dança e música que vemos em cena, onde se joga em movimento com objetos e instrumentos de diferentes tamanhos, formas, cores, sons... Para sonhar acordados com os mais novos.

Biografias

Marta Coutinho, artista, professora, produtora, trabalha desde 1996 nas áreas da dança e educação em projetos multidisciplinares. Em dança, desenvolveu o seu trabalho principalmente nas áreas da dança contemporânea e tradicional/mundo, sendo fortemente influenciada pelos ritmos ibéricos, africanos e brasileiros.

Entre outros projetos profissionais onde foi bailarina, diretora artística, professora e produtora, destaca: Artista do projeto europeu artístico/educativo “MUS-E”, Fundação Yehudi Menuhin; produtora e artista no Festival “Andanças”; Coordenadora do Serviço Educativo do IPPAR de Évora; Professora de dança em associações, escolas e conservatórios de música e dança, entre outros “Coppelia” e “Mayeusis” em Espanha; Produtora e Artista do Festival “TODOS Caminhada de Culturas”; Festivais “Percursos” e “Percursos pelo país 2004”, CPA/ Centro Cultural de Belém; professora de dança no Centro Pré e Pós Parto em Lisboa; Co-criação do espetáculo “Roda Atlântica” com Ruca Rebordão; Coordenação / Artista da Tour Argentina com Luiz Caracol & Bule-Bule.

Atualmente dá aulas de dança e cria workshops performativos em diferentes escolas, bibliotecas e outros locais; colabora com projetos como Trupe Sénior do Chapitô; desenvolve ateliês e bailes com o grupo de música e dança Bule-Bule - Novas Danças Tradicionais; é formadora de professores no PEEA (Plano de Educação Estética e Artística) da DGE (Direção Geral da Educação) em Dança para educadores de infância e professores do 1º ciclo do ensino básico.

Ruca Rebordão, percussionista e compositor com 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É́ natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA e atualmente vive em Portugal.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão - onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, Rui Veloso, JP Simões, João Gil, Mariza, Sérgio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Sara Tavares, entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Susan Palma-Nidel (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); entre muitos outros.

Membro e fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (Portugal), N'Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante e Couple Coffee, duo Samadhi com Rão Kyao, com quem toca também no seu projeto solo.

Ruca já gravou mais de 160 álbuns e 8 Dvd´s ao vivo. Recentemente tem desenvolvido projetos que interligam música, dança e teatro, destacando: Espande! com direção de Madalena Victorino, “Roda Atlântica” com coreografia de Marta Coutinho e “Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais”. Atualmente toca em diferentes projetos musicais (Rão Kyao, Luiz Caracol, Nancy Vieira, Susan Palma-Nidel, Shape, Bule-Bule, entre outros) e acaba de lançar “Vale Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a lançar brevemente.

Ficha Técnica

Ideia original, Co-criação e interpretação Marta Coutinho e Ruca Rebordão | Parceiro Teatro da Lanterna Mágica | Música "Afro Maine" de Ruca Rebordão; "Cristal Roto" de II Festival de Música Minúsculas; "Balombo" de Paulo Soares | Coreografia Marta Coutinho| Apoios: Teatro Tivoli BBVA, UAU Produtora, Centro Pré e Pós-Parto

Dança/Música | Classificação Etária 6 meses aos 5 anos | Duração 25 min | Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sáb, 8 fevereiro às 16h00 - famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 12 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual MAYA Um filme de Mia Hansen-Løve
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MAYA
Sinopse

Gabriel Dahan (Roman Kolinka) é um fotojornalista francês habituado a cobrir cenários de guerra. Depois de quatro meses como refém na Síria, ele e um colega seu são postos em liberdade. De regresso a França, incapaz de esquecer o que se passou e de aceitar o facto de um outro jornalista permanecer ainda em cativeiro, Gabriel não consegue regressar à normalidade. É então que resolve fazer uma viagem à Índia, onde passou a infância, para se reencontrar com a mãe. Lá, vai conhecer Maya (Aarshi Banerjee), uma jovem local que o ajudará a reencontrar-se.

Com: Roman Kolinka, Aarshi Banerjee, Alex Descas

Drama, ALE/FRA, 2018, Cores, 107 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 12 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 14 Fev
22:00

Teatro Sá da Bandeira


Música Tiago Bettencourt Festival Montepio às vezes o amor e Montepio
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Tiago Bettencourt
‘Montepio às vezes o amor’ é uma festa de música e emoções que, nos dias 14 e 15 de Fevereiro, vai espalhar amor de Norte a Sul. Portugal fica mais amoroso. Nomes amados da música portuguesa fazem da paixão o mote para noites românticas e calorosas.

Tiago Bettencourt é um nome incontornável da música portuguesa. Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, foi há mais de dez anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com os Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.

O seu último álbum, “A Procura”, o sexto da sua carreira, é uma busca incessante do artista pelos vários quadrantes musicais característicos do próprio e mais além ainda; uma viagem entre a acústica trovadoresca, a pop e as eletrónicas discretas. Um disco marcado pelas colaborações de Márcia, Vanessa da Mata e os singles “Se me deixasses ser”, “Partimos a Pedra” e “Diz Sim feat. Vanessa da Mata”.

De resto, as letras têm o dom de nos transportar numa visão, num sentimento e para determinados momentos, porque são os momentos que nos definem, nesse instante perene no qual o tempo e o espaço parecem não existir, que reforçam o cunho próprio deste vocalista, multi-instrumentista e produtor.

Haverá música para preencher os corações que se apaixonam.

Produção de: Diferentes Ritmos Produtores Associados

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 12,50€ (Descontos Associados Montepio)

Sex, 14 fevereiro às 22h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 19 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Clara e Claire Um filme de Safy Nebbou
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Clara e Claire
Sinopse

Para espiar o amante Ludo, Claire, uma mulher de 50 anos, cria um falso perfil nas redes sociais. Transforma-se em Clara, uma belíssima jovem de 24 anos. Alex, amigo de Ludo, sente-se imediatamente atraído. Claire, prisioneira do seu Avatar, apaixona-se loucamente. Mesmo que tudo aconteça virtualmente, os sentimentos são reais. Uma história vertiginosa em que a realidade e a mentira se confundem.

Com: Juliette Binoche, Nicole Garcia, François Civil

Drama, BEL/FRA, 2019, Cores, 101 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 19 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qui, 20 Fev
10:00
a Sex, 21 Fev 2020
15:30

Escolas

Dias 20 e 21 de fevereiro às 10h00 e às 14h00

Teatro E tu Camões, não dizes nada? Produção Teatro Viriato
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E tu Camões, não dizes nada?
«Uma viagem a não perder. Inovadora, empolgante e envolvente! Um excelente contributo, há muito esperado, para uma abordagem motivadora e entusiasta da obra Os Lusíadas.

Ler Lusíadas sem preocupação de saber que estamos a ler um poema épico que tem 10 cantos com estrofes de oito ver¬sos, com dez sílabas cada verso, blábláblá blábláblá; que tem proposição, invocação, dedicatória e blábláblá blábláblá, ah e a famosa narração in medias res, blábláblá blábláblá.

Já sabemos isso tudo. Aprendemos na escola. Está aprendido. Agora falta ler Os Lusíadas como se lê um livro. Ler em voz alta. Abrindo, lendo e ouvindo. Pelo prazer de escutar os sons, os ritmos, as emoções, pelo prazer de sentir as palavras na boca, de as saborear, mastigar, cuspir, blábláblá blábláblá.

Ou, citando António José Saraiva, [Os Lu¬síadas] “é um livro para ser entoado por recitadores, e não analisado por gramáti¬cos. Por vezes interessa pouco o que ele diz, e vale só a língua sonora que percorre os vários graus da escala, uma palavra que esplende, um som rouco de queixa ou um gesto teatral que se entrevê.”* Blábláblá blábláblá».

Sofia Romão

Professora, Escola Básica Infante D. Henrique

*em Estudos sobre a arte d’Os Lusíadas

Biografias

GRAEME PULLEYN nasceu no norte de Inglaterra em 1967. Licenciou-se em Estudos Teatrais e Artes Dramáticas pela Universidade de Warwick e veio para Portugal em 1990, como voluntário num projeto de desenvolvimento comunitário na Serra do Montemuro (Castro Daire, Viseu). Acabou por viver durante 15 anos na serra, e cofundou o Teatro Regional da Serra do Montemuro (TRSM). Foi diretor artístico e trabalhou como ator e encenador em espetáculos como Lobo-Wolf, Almi¬nhas, A Eira dos Cães e Hotel Tomilho, que correram o país e a Europa de lés-a-lés, fazendo do TRSM uma das mais viajadas companhias portuguesas das últimas duas décadas. Vive em Viseu desde 2005, onde trabalha como encenador e ator independen¬te. Desenvolve regularmente projetos de teatro de comunidade com diversos públicos incluindo jovens, seniores, grupos de teatro amador e grupos espe¬cíficos (ex. etnia cigana, comunidade piscatória, ex¬-trabalhadores dos estaleiros de Viana de Castelo).

Projetos recentes incluem: Nem Tudo o que vem à Rede – teatro comunitário – no Navio Museu Santo André (Museu Marítimo de Ílhavo); A Mesa – teatro radiofónico – integrado no Festival Rádio Faneca (Centro Cultural de Ílhavo - 2015); O Penedo – projeto comunitário em Caminha a partir de lendas do Alto Minho (Comédias do Minho - 2015); Anatomia do Medo – K CENA – Projeto Lusófono de Teatro Jovem (Centro Cultural de Mindelo Cabo Verde - 2015), Romeu e Ju¬lieta - projeto comunitário com participantes ciga¬nos e não ciganos em Nelas (Teatro Viriato - 2014), DQ 2014, a partir de Dom Quixote – K CENA – Projeto Lusófono de Teatro Jovem (Teatro Vila Velha Salva¬dor - Brasil 2014); Sangue na Guelra com encenação de Rogério de Carvalho (Amarelo Silvestre - 2014); Vissaium com encenação de Maria Gil (Teatro Viriato 2014), MicroGlobo (Teatro Mais Pequeno do Mundo - 2014).

Outros projetos em curso: Anjo Branco – projeto de teatro comunitário promovido pelo Teatro Noroeste/Centro Dramático de Viana do Castelo (set 2015 - jun 2016); O Lugre – projeto de teatro comunitário pro¬movido pelo Museu Marítimo de Ílhavo – a partir do texto de Bernardo Santareno (fev 2016 - out 2016); Abílio, Guardador de Abelhas – espetáculo original criado a partir de entrevistas com apicultores da re¬gião de Viseu – parceria com Teatro Viriato, Câmara Municipal de Viseu e Associação de Apicultores da Beira Alta (jan 2016 – dez 2016).

FERNANDO GIESTAS nasceu em Espinho. Jornalista para sempre, dra¬maturgo, cofundador, com Rafaela Santos, da Ama¬relo Silvestre. Ator de brincar, formador de Expres¬são Escrita.

Autor da dramaturgia dos espetáculos (criações Amarelo Silvestre): O que é que o Pai não te contou da Guerra?, coprodução Teatro Nacional São João, Por¬to, estreou em março de 2015 no Teatro Carlos Al-berto; Sangue na Guelra, Teatro Viriato, Viseu, 2013; Mar Alto Atrás da Porta, Folias D’Arte, São Paulo, Brasil, 2013; Raiz de Memória, com utentes do lar de idosos e centro de dia da Associação de Solidarieda-de Social da Freguesia de Abraveses, Teatro Viriato, Viseu, 2012; João Torto, Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), Lisboa, 2012. Texto do espetáculo publica¬do pela editora Bicho do Mato, em parceria com o TNDMII; Sonhos Rotos, Festival Internacional de Tea¬tro Clássico de Almagro – Espanha (iniciativa Alma-gro Off), 2011. Espetáculo distinguido com Menção Especial do Júri de Almagro Off; Mulher Mim, Teatro Viriato, Viseu, 2010.

Autor do texto do espetáculo Mexe-te!, produção Pri¬meiros Sintomas, Teatro Viriato, Viseu, 2008. Ator e dramaturgo na performance comunitária Migrar, criação Amarelo Silvestre, 2012. Autor lido em ses¬sões promovidas pelo Centro de Dramaturgia Con¬temporânea de São Paulo, no Teatro do Faroeste, São Paulo, e pela companhia francesa DYProcess, no Théâtre Le Colombier, Bagnolet, Paris (peça San¬gue na Guerra/Guelra/Guerra), 2013; e nas Leituras no Mosteiro, organização do Teatro Nacional São João (peça Mar Alto Atrás da Porta), 2013. Formação de Escrita para Teatro com Jean Pierre Sarrazac e Alexandra Moreira da Silva, entre outros.

Ficha Técnica

Com Graeme Pulleyn e Fernando Giestas (artistas associados do Teatro Viriato) | Produção Teatro Viriato

Oficina/Teatro | Classificação Etária M/14 | Duração 01h30 | Preço Gratuito

Qui e Sex, 20 e 21 fevereiro às 10h00 e 14h00

Local: Escolas
Qua, 26 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Na Praça Pública Um filme de Agnés Jaoui
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Na Praça Pública
Sinopse

Castro é um apresentador de televisão que já foi uma grande estrela, mas agora passou de moda. É convidado pelo seu produtor para uma festa de inauguração da nova casa de campo que este partilha com a namorada, que coincidentemente é irmã da ex-mulher de Castro, que também vai à festa. O passado e o presente vêm ao de cima e os resultados não são os esperados.

Este ambiente de reunião é a premissa deste filme de Agnès Jaoui ("O Gosto dos Outros"), que também é atriz no filme, e co-escrito por ela e Jean-Paul Bacri, que é também o protagonista, uma dupla que trabalhou em todos os filmes de Jaoui e também escreveu para realizadores como Alain Resnais ou Cédric Kaplisch.

Com: Agnès Jaoui, Jean-Pierre Bacri, Léa Drucker

Comédia Dramática, FRA, 2018, Cores, 98 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios cineclube

Qua, 26 fevereiro às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qui, 05 Mar
10:00
a Sáb, 07 Mar 2020
17:00

Teatro Sá da Bandeira

Dias 5 e 6 de março às 10h00 e 14h00 para Escolas Dia 7 de março às 16h00 para famílias

Dança A nova Bailarina Conceção, Direção e Coreografia Aldara Bizarro
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A nova Bailarina
A Nova Bailarina é um espetáculo sobre a democracia que nos remete para o papel de cada um na sociedade e para a consciência cívica, abordando, através da dança, de uma forma não convencional, e com muito humor, questões éticas e de valores base de construção pessoal e social.

O público é assim convidado a pensar, escolher e decidir, através de questões que vão sendo colocadas pela bailarina, que age, como se o público nunca tivesse ouvido falar destas temáticas. Estes terão assim que tomar posições de cidadania, unindo-se, chegando a ter que se opor à Bailarina, que por vezes, não tem um comportamento nada democrático.

Na sequência do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela coreógrafa Aldara Bizarro, esta é uma peça em que a palavra está muito presente, sempre com o objetivo de reforçar a consciência da ligação entre o corpo e a mente, ligando o pensamento à dança, e potenciando uma nova forma de viver o lugar do corpo na sociedade.

Biografias

Aldara Bizarro, Maputo 1965. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim.

Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.

Começou a coreografar em 1990 com a peça me my self and Influências, premiada no IV Workshop coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa. Desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas em diferentes salas destacando a trilogia Love Series, Encaramelado, Uma Bailarina, A Preguiça Ataca?, A Casa, Projeto Respira, Cara, O Baile, Sombra e Gráfico do Gesto e Volta.

A sua peça A Nova Bailarina, foi distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011.

Como formadora trabalha com o Fórum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, SMUP e outros teatros nacionais.

Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela Direção Geral das Artes, durante 16 anos.

Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Costanza Givone, Florença 1983. Fez os seus estudos de dança contemporânea no CPDC (centro de aperfeiçoamento dança contemporânea de Florença), no CEM e de teatro, no Teatro del Giglio, fez a pós-graduação em dança contemporânea da ESMAE, Porto.

No seu percurso artístico destaca os mestres N.Karpov, Virgilio Sieni, Simona Bucci, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Vera Mantero, Alexej Merkushev da companhia Derevo, Gey Pin Ang, Gabriella Bartolomei e os coreógrafos e encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, João Garcia Miguel, André Braga e Cláudia Figueiredo com as quais trabalha como intérprete.

Em 2006 foi cofundadora da companhia Zaches Teatro para aprofundar o estudo da relação do corpo com o objeto, a máscara, a marioneta. Desde 2012 ao lado do trabalho de interprete desenvolve projetos pessoais em colaboração com artistas de diferentes áreas: Salomè ha Perso il Lume (finalista do Premio Scenario, estreia no FIMFA), Santas de Roca (produção Artemrede 2013), Tempo Rói (estreia TAGV, Coimbra, 2015), Viagem ao País da Levitação (estreia e coprodução Teatro Maria Matos, 2014). Nos últimos dois anos, graças aos projetos espírito do lugar 1.0, 2.0, 3.0 e derivas, com a direção artística da companhia Circolando, desenvolveu trabalhos site-specific no Porto e Coimbra.

Ficha Técnica

Conceção, Direção e Coreografia Aldara Bizarro | Interpretação Costanza Givone | Música Fernando Mota | Apoio na área da filosofia Dina Mendonça | Vídeo promocional Catarina Santos | Coprodução Cinema Teatro Joaquim D’ Almeida, Montijo; TEMPO – Teatro Municipal de Portimão; Teatro Municipal de Faro; Cineteatro João Mota – Sesimbra; CCB/Fábrica das Artes; CDCE – Companhia de Dança Contemporânea de Évora; Centro Cultural do Cartaxo | Patrocínio Brancal, Polux, Yunit | Apoios Câmara Municipal de Cascais e Centro em Movimento | Financiamento Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes

Classificação Etária escolas 7 aos 12 anos | Classificação Etária famílias M/7 | Duração 01h00 | Preço Gratuito

Dança

Qui e Sex, 5 e 6 março às 10h00 e 14h00 | Escolas

Sáb, 7 março às 16h00 | Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 13 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Surma Voz e instrumentos musicais Débora Umbelino
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Surma
Sozinha em palco, rodeada de uma dúzia de instrumentos e com a sua voz, Surma inspira-se no silêncio para criar um universo próprio de canções que tanto bebem no jazz, na eletrónica e numa multiplicidade de influências para explorar caminhos nem sempre óbvios mas com uma identidade muito vincada com uma fonética própria e capaz de criar momentos únicos de viagem ao vivo, que tanto nos lembram ambientes de fjords nórdicos como de cidades cosmopolitas.

Surma vai chegar a esta data depois de um período de dois meses a gravar o seu segundo disco e é muito provável que tanto os temas antigos ganhem novas roupagens como se conheça algo absolutamente inédito.

Biografia

Débora Umbelino tem 23 anos e é mais conhecida pelo nome artístico de Surma.

Nasceu e cresceu na pequena aldeia de Vale Do Horto, onde começou, desde cedo várias aventuras com projetos musicais. Enquanto estudava no Ensino Secundário deu os primeiros passos e em 2015 começou o seu projeto a solo a que chamou Surma, que rapidamente correu o pais em dezenas de concertos e começou a despertar a atenção do público e da imprensa.

Pelo meio frequentou o curso de Jazz no Hot Club, com especialidade em contrabaixo e voz e aventurou-se em pós-produção audiovisual. O seu disco de estreia "Antwerpen" acabava por ser adiado para o final de 2017, tendo logo merecido uma aclamação generalizada que a colocou num lugar cimeiro dos novos valores da música nacional. Meios como o Expresso, Público, Blitz ou Antena 3 votam-no como um dos melhores do ano e a Sociedade Portuguesa de Autores nomeou "Hemma" para melhor canção de 2017

Nos últimos dois anos apresentou-se ao vivo por mais de 200 vezes por 15 países.

Dos norte-americanos South By Southwest ou NYC Indie Week ao míticxa sala Londrina 100 Club, do holandês Eurosonic ou do Francês MaMA ao islandês Icelandic Airwaves ou ao Brasileiro SIM São Paulo, do islandês Iceland Airwaves ao espanhol BIME, ao alemão Reeperbahn ao Esloveno Ment. Internacionalmente viu o seu disco de estreia ser editado em vários países europeus e ser nomeado para melhor disco independente do ano pela IMPALA (Associação Europeia de Editoras Independentes), conseguindo destaque em meios tão prestigiados como a BBC, o Musikexpress ou a NPR.

Em dois anos Surma tem também corrido o pais desde pequenas salas a dezenas de festivais como o NOS Alive, o Vodafone Paredes de Coura, o Bons Sons, o Super Bock Super Rock e este ano o NOS Primavera Sound.

Continua vários trabalhos e residências colaborativas, mantém-se, desde 2016, como solista convidada dos Concertos para Bebés e foi responsável pela banda sonora de "SNU" e concorrente e finalista da última edição do Festival da Canção.

No final de 2019 lançou um EP, estreou-se em concertos no continente asiático e prepara o segundo disco de originais que será lançado em 2020.

Ficha Técnica

Voz e instrumentos musicais Débora Umbelino | Som Paulo Mouta Pereira e Nuno Jerónimo | Luz Diogo Mendes

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h00 | Preço 7€ (verificar descontos)

Sex, 13 março às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Sex, 20 Mar
10:00

Teatro Sá da Bandeira

Sexta-feira, dia 20 de março, duas sessões: 10h00 e às 14h00

Dança Bianca Branca Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti
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Bianca Branca
Inspirado no conto “Bianca” de Fausto Gilberti.

Branco é a cor preferida da Branca. Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor. Numa empolgante e envolvente confissão Branca conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca. Quando menos esperamos podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte e de repente, o mundo fica de pernas para o ar.

Mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Biografia

LEONOR KEIL, nasceu em Lisboa em 1973. Iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique) concluindo a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

Como intérprete de dança e teatro, destaca a sua colaboração com Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Tânia Carvalho, Joana Providência, Madalena Vitorino, Marta Lapa, João Fiadeiro, Charles Cré-Ange, Francisco Camacho, Amélia Bentes, Peter Michael Dietz, Javier de Frutos, Victor Hugo Pontes, José Wallenstein, John Mowat, Cláudio Hochman, Giacomo Scalisi, Rafaela Santos, Luis El Gris (Pogo Teatro), Francisco Campos (Projecto Ruínas), Nuno M Cardoso (Cão Danado), António Pires.

Foi assistente de ensaios do coreógrafo João Fiadeiro na obra "Branco sujo" e de Paulo Ribeiro nas obras: "New Age" para o NDT III, “Tristes Europeus – Jouissez Sans Entraves”, “Silicone Não”, “Memórias de um sábado com rumores de azul” e “Masculine”.

No cinema destaca a sua participação em “É só um minuto”, de Pedro Caldas, “Contra Ritmo” de João Figueiras, “Pas Perdu” de Saguenail, “O Barão” e “Cinesapiens” de Edgar Pêra.

No âmbito do seu trabalho com a Companhia Paulo Ribeiro, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa pela sua interpretação na obra "Rumor de Deuses" nos "V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint Denis, 1996" e, em 1999, foi-lhe atribuído o prémio "Revelação - José Ribeiro da Fonte" pelo Instituto Português das Artes do Espectáculo.

Em 2002, foi uma das intérpretes escolhidas para participar no programa “Vif du Sujet” do Festival d’Avignon, para o qual convidou o coreógrafo Javier de Frutos (solo “Solitary Virgin”).

Ficha Técnica

Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti | Interpretação Rita Omar | Cenografia Henrique Ralheta | Desenho de Luz Wilma Moutinho | Sonoplastia Sérgio Milhano | Assistente de Cenografia e Figurino Sebastião Soares | Elaboração de Cenário Joana Areal |Produção Nuno Pratas (CulturProject) | Encomenda Maria Matos Teatro Municipal | Coprodução Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto

Dança | Classificação Etária 3 aos 5 anos | Duração 25m Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sex, 20 março às 10h00 e às 14h00 para Escolas

Sáb, 21 março às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Sáb, 21 Mar
16:00

Teatro Sá da Bandeira


Dança Bianca Branca Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti
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Bianca Branca
Inspirado no conto “Bianca” de Fausto Gilberti.

Branco é a cor preferida da Branca. Há quem diga que branco é uma cor sem ser cor.

Numa empolgante e envolvente confissão Branca conta-nos os seus pequenos prazeres, sonhos, medos, desejos todos eles de cor branca. Quando menos esperamos podemos ser surpreendidos por um sentimento muito forte e de repente, o mundo fica de pernas para o ar.

Mas muito mais humano e principalmente mais colorido.

Biografia

LEONOR KEIL, nasceu em Lisboa em 1973. Iniciou os seus estudos em Dança na Escola de Dança de Maputo (Moçambique) concluindo a sua formação na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.

Como intérprete de dança e teatro, destaca a sua colaboração com Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Tânia Carvalho, Joana Providência, Madalena Vitorino, Marta Lapa, João Fiadeiro, Charles Cré-Ange, Francisco Camacho, Amélia Bentes, Peter Michael Dietz, Javier de Frutos, Victor Hugo Pontes, José Wallenstein, John Mowat, Cláudio Hochman, Giacomo Scalisi, Rafaela Santos, Luis El Gris (Pogo Teatro), Francisco Campos (Projecto Ruínas), Nuno M Cardoso (Cão Danado), António Pires.

Foi assistente de ensaios do coreógrafo João Fiadeiro na obra "Branco sujo" e de Paulo Ribeiro nas obras: "New Age" para o NDT III, “Tristes Europeus – Jouissez Sans Entraves”, “Silicone Não”, “Memórias de um sábado com rumores de azul” e “Masculine”.

No cinema destaca a sua participação em “É só um minuto”, de Pedro Caldas, “Contra Ritmo” de João Figueiras, “Pas Perdu” de Saguenail, “O Barão” e “Cinesapiens” de Edgar Pêra.

No âmbito do seu trabalho com a Companhia Paulo Ribeiro, foi-lhe atribuída uma Menção Honrosa pela sua interpretação na obra "Rumor de Deuses" nos "V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine Saint Denis, 1996" e, em 1999, foi-lhe atribuído o prémio "Revelação - José Ribeiro da Fonte" pelo Instituto Português das Artes do Espectáculo.

Em 2002, foi uma das intérpretes escolhidas para participar no programa “Vif du Sujet” do Festival d’Avignon, para o qual convidou o coreógrafo Javier de Frutos (solo “Solitary Virgin”).

Ficha Técnica

Coreografia Leonor Keil | A partir de Bianca de Fausto Gilberti | Interpretação Rita Omar | Cenografia Henrique Ralheta | Desenho de Luz Wilma Moutinho | Sonoplastia Sérgio Milhano | Assistente de Cenografia e Figurino Sebastião Soares | Elaboração de Cenário Joana Areal | Produção Nuno Pratas (CulturProject) | Encomenda Maria Matos Teatro Municipal | Coprodução Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto

Dança | Classificação Etária 3 aos 5 anos | Duração 25m Preço: 2€ criança; 5€ adulto | Descontos: escolas mediante escalão; famílias – gratuito para crianças se acompanhados por 2 adultos

Sáb, 21 março às 16h00 - Famílias

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT