Sáb, 18 maio
a Ter, 24 Dez 2019

Casa Pedro Álvares Cabral/Casa do Brasil


Terça - Sábado:
09:00 - 12:30 | 14:00 - 17:30
Exposição URBANIDADE: 150 ANOS DE ELEVAÇÃO DE SANTARÉM A CIDADE
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URBANIDADE: 150 ANOS

Nos últimos 150 anos Santarém procurou acertar o passo com outras cidades médias, no intuito de se afirmar como capital de distrito. Fortemente afetada pelas invasões francesas e pelas lutas liberais, foi-se modernizando ao sabor das novidades comerciais, artísticas, arquitetónicas e culturais do país e do mundo.

Com recurso a objetos, imagens e filmes, a exposição Urbanidade procurará explorar as principais conquistas da jovem cidade, nos domínios do abastecimento e do saneamento público, dos transportes e comunicações, da cultura e do desporto, do ordenamento do território e do urbanismo, da educação e da saúde, dos espaços verdes e equipamentos coletivos e da defesa, segurança e proteção civil, buscando recriar ambiências de um passado ainda bem presente na memória dos seus habitantes, lançando as bases para uma refexão do seu futuro coletivo.

Qua, 20 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Varda por Agnès Um filme de Agnès Varda
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Varda por Agnès
De mãe da Nouvelle Vague a ícone feminista, a diretora Agnès Varda expõe seus processos de criação e revela sua experiência com o fazer cinematográfico. A cineasta dá especial atenção no método de storytelling que ela denomina de "cine-writing", uma espécie de fórmula utilizada na grande maioria de seus documentários e ficções, revisando a sua filmografia de maneira única e emocionante, neste filme que encerra a sua carreira de 64 anos.

Documentário, Biografia, FRA, 2018, Cores, 115 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 20 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 22 Nov
14:30

Teatro Sá da Bandeira


Dança Step 2 Duplicate Nuno Labau
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Step 2 Duplicate
Step 2 Duplicate é uma representação das vivências atuais, uma abordagem às novas relações humanas permitidas pelas plataformas digitais, onde se inscreve, nem sempre corresponde ao real. Esta peça de dança, de caracter multidisciplinar, onde a arte plástica e digital, o teatro e o circo partilham um espaço comum, se influenciam e moldam, constitui também um paralelismo entre o conceito de “mentalidade de rebanho” e a pressão de pares, associados ao que escolhemos mostrar de nós mesmos e a forma como essas escolhas influenciam o outro.

Biografia de Nuno Labau

A sua formação principal é em Artes Circenses, na Escola Profissional das Artes do Espetáculo (Chapitô), tendo ainda estagiado na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo onde estudou e executou trabalho de coreógrafos como Benvindo Fonseca e André Mesquita, entre outros. É bailarino na peça Eternuridade, de Amélia Bentes, e criou a peça Violência das Coisas Insensíveis. É presidente da Associação vaca Magra e professor de Dança Contemporânea no Conservatório de Música de Santarém.

Ficha Técnica

Conceção, Coreografia e Direção Artística: Nuno Labau

Interpretação: André Nunes, Gonçalo Lino Cabral, Janice Palma e Jonathan Taylor

Sonoplastia: João Casaca

Desenho de Luz/ Projeções de Vídeo: Leston Design

Conteúdos de Vídeo: Miguel Mateus

Figurinos: Íris Lobo dos Santos

Produção: Joana Casaca

Comunicação: Catarina Labau

Coprodução: Santarém Cultura / Teatro Sá da Bandeira, Santarém

Apoio à Criação: Fundação GDA

Apoio a Residências Artísticas: 23 Milhas, O Espaço do Tempo, Santarém Cultura/Teatro Sá da Bandeira, Companhia Olga Roriz

Dança | Classificação Etária M/16 | Duração 01h30 | Preço gratuito

Sex, 22 nov às 14h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 27 Nov
10:00

Convento de São Francisco


Oficinas/Masterclasses Pensar faz sombra Aldara Bizarro e Dina Mendonça
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Pensar faz sombra
A partir da alegoria da Caverna do livro A República de Platão e das suas várias interpretações, Pensar Faz Sombra explora o significado das sombras através de uma composição de exercícios que se situam no cruzamento entre a Dança e a Filosofia, de modo a criar uma experiência de reflexão sobre como interagimos com as sombras, as nossas e as dos outros, e o que fazemos com elas.

Biografias

Aldara Bizarro

Nasceu em 1965 em Maputo. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim. Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.

Começou a coreografar em 1990 com a peça me my self and Influências, premiada no IV Workshop coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa. Desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas nas melhores salas do país destacando a trilogia Love Series, O Encaramelado, Uma Bailarina..., A Preguiça Ataca?, A Casa, Projeto Respira, Cara, O Baile e A Nova Bailarina, a última distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011. Como formadora trabalhou com o Fórum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, Artemrede, SMUP e outras instituições nacionais. Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela Direção Geral das Artes durante 16 anos.

Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Dina Mendonça

Investigadora do Instituto de Filosofia da Linguagem da Universidade Nova de Lisboa onde trabalha sobre a Filosofia das Emoções (www.mendoncaemotion.com). Mestre em Filosofia para Crianças (Montclair State University, EUA) e doutorada em Filosofia com tese no filosofo e pedagogo John Dewey – A Anatomia da Experiência (University of South Carolina, EUA). Tem trabalhado em vários projetos pedagógicos introduzindo a Filosofia para Crianças, nomeadamente em relação com o processo artístico.

Ficha Técnica

CONCEPÇÃO E REALIZAÇÃO: Aldara Bizarro e Dina Mendonça

Oficina | Público-alvo: Jovens e Adultos | Duração 03h00 | Preço gratuito

Qua, 27 nov às 10h00

Local: Convento São Francisco
Qua, 27 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Petra Um filme de Jaime Rosales
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Petra
Petra, uma jovem artista, nunca conheceu o pai. Quando a mãe morre, ela lança-se numa busca que a conduzirá a Jaume, um artista plástico famoso, poderoso e implacável. Este aceita acolher Petra numa residência artística no seu atelier, algures nos arredores de Girona. No seu caminho para descobrir a verdade, Petra encontra também Lucas, filho de Jaume, e Marisa, esposa de Jaume e mãe de Lucas. Na expectativa de obter respostas, a jovem aproxima-se desta família onde predominam segredos de família e violência. Encontrará Petra aquilo que foi procurar?

Com: Bárbara Lennie, Alex Brendemühl, Joan Botey

Drama, FRA/ESP/DIN, 2018, Cores, 107 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 27 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 29 Nov
10:00

Convento de São Francisco


Oficinas/Masterclasses/Artes de Rua/Artes Plásticas Caça-Texturas Miguel Horta
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Caça-Texturas
Munidos de grandes folhas de papel, lápis de cera e barras de grafite, os participantes desta oficina partem em busca de texturas e sinais pelas ruas e paredes da cidade, em lojas, em jardins e em praças. Nessa busca, caçam-se baixos-relevos de motivos variados ou texturas naturais.

No fim da manhã, reúne-se a coleção que se conseguiu “caçar” nas folhas de papel, falando sobre a sua origem e função. E porque não montar uma exposição? Os participantes são convidados a procurar e descobrir uma cidade invisível, estimulando o olhar atento e a sua relação com o desenho.

Biografia

Miguel Horta, 1959. É um Pintor que se dedica à partilha e comunicação com o Outro, daí que a sua intervenção se estenda à mediação cultural (museus, bibliotecas públicas e escolares, bairros problemáticos e estabelecimentos prisionais, ruas e praças). Horta é ainda autor/ilustrador de literatura infantojuvenil (Pinok e Baleote- PNL, Dacoli e Dacolá-PNL e Rimas Salgadas - PNL). Escreveu a peça Retratinho de Amílcar Cabral (Teatro Mosca) e Logo à noite no lago Van (CAM/Fundação Calouste Gulbenkian). Com Aldara Bizarro construiu o espetáculo Baleizão, o valor da memória (em circulação). Contador de histórias, intervindo em contextos muito variados, frequentemente de exclusão, narrando com regularidade nas Palavras Andarilhas. Apresentou, recentemente, o espetáculo de narração oral Arribalé! (residência artística no O Espaço do Tempo). Formador na área da mediação leitora e mediação junto de necessidades educativas especiais. Integrou o projeto 10x10 do Programa Descobrir/ Fundação Calouste Gulbenkian, onde exerce com regularidade a sua atividade de mediador de museu nos diferentes núcleos museológicos. Em 2012 expôs “Troncos e marés” na Galeria Appleton Square (2012). Representado em diversas coleções de arte contemporânea, nomeadamente na coleção moderna do Museu Gulbenkian. Em outubro deste ano apresentou em conjunto com o A. E. S. Gonçalo (Torres Vedras) o projeto/laboratório Dilfícil Leitura, mediação leitora inclusiva, no Folio/Educa (Óbidos).

Ficha Técnica

Pintor e Mediador Cultural Miguel Horta

Oficina, Artes plásticas (desenho), intervenção urbana (artes de rua) | Classificação Etária M/7 | Duração 02h00 | Preço gratuito

Sex, 29 nov às 10h00

Local: Convento São Francisco
Sáb, 30 Nov
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música 24 Mila Baci Maria de Medeiros & The Legendary TigerMan
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24 Mila Baci
Cinema é música, não achas?

E música é cinema. Quando eu era criança, o meu pai contava histórias sobre sinfonias.

Enquanto a música majestosa se expandia, vinham imagens e mais imagens. O arrepio e a emoção na garganta.

Como vês a música, tu?

Ouço o silêncio. Sim, há música no silêncio.

A música das esferas diz William Shakespeare. O estrondo do universo, diz a Nasa.

The universe rocks and rolls.

E o que vês agora? Vejo a imagem gráfica, a preto e branco, o fumo do cigarro na boquilha da Marlene Dietrich. Ich bin von Kopf bis Fuss auf Liebe eingestellt.

Canta, da cabeça aos pés, e desliza o seu olhar pelo mundo.

É isso, olhar para o mundo. Um mundo triste e bonito.

Uma mulher sozinha na noite, It’s a sad and beautiful world.

E iluminando tudo, a noite e o tempo, surge uma voz italiana, cheia de alegria.

24 Mila Baci! Sempre adorei essa canção. Agora, são como 24 mil beijos mandados da distância. Um adeus longínquo.

Como Fernando Pessoa quando se despede da infância. E lembra o tempo em que se festejava o seu aniversário.

E há outra melodia. Tenho uma história curiosa com ela. Detestava-a. Era a melodia dos pátios. Em todo o pátio, havia uma voz arrastada que cantarolava essa música. Sempre a mesma, insidiosa. Mas depois fui crescendo, e sabes aqueles alimentos que odiamos quando somos crianças e depois se transformam em iguarias? É isso: a trilha do Padrinho.

Nino Rota, claro, mais que persistente, imortal.

E as tuas trilhas. Fizeste tantas trilhas para o cinema. Fizeste tantos filmes. É inseparável.

É uma espécie de fado. Sim, diz que é fado.

Ficha Técnica

Voz Maria de Medeiros | Voz/ guitarra Paulo Furtado | Bateria Paulo Segadães | Saxofone João Cabrita | Baixo Filipe Rocha

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h30 | Preço 15€ (verificar descontos)

Sáb, 30 nov às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 04 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual O Traidor | Il traditore Um filme de Marco Bellocchio
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O Traidor | Il traditore
Em 1980, quando a polícia aperta o cerco à máfia siciliana, Tommaso Buscetta, um dos criminosos mais proeminentes de Itália, foge para o Brasil, onde continua a dedicar-se ao crime. Quando é finalmente preso pela polícia brasileira e extraditado para o seu país, faz algo de que ninguém estaria à espera: trair a Costa Nostra, tornando-se informador de Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, os juízes por detrás da enorme operação policial que ajudou a desmantelar a poderosa máfia italiana. Ao entregar os companheiros e dar informações precisas sobre as estruturas da organização e seus esquemas de corrupção, Buscetta ficou para sempre conhecido como "o traidor". É considerado o primeiro mafioso "arrependido" da história.

Um drama baseado em factos reais, realizado e escrito pelo aclamado realizador italiano Marco Bellocchio ("Em Nome do Pai", "Sedução Diabólica", "Bom Dia, Noite", "Vencer"). Pierfrancesco Favino, Luigi Lo Cascio, Fausto Russo Alesi, Maria Fernanda Cândido e Fabrizio Ferracane assumem as personagens principais.

Com: Pierfrancesco Favino, Luigi Lo Cascio, Fausto Russo Alesi

Drama, Crime | Classificação: M/14 | Outros dados: ALE/ITA/FRA, 2019, Cores, 145 min. | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 4 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sex, 06 Dez 2019
10:00

Centro Histórico


Oficinas/Masterclasses Pop-Up de Natal André Pimenta
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Pop-Up de Natal
Vem divertir-te a fazer um postal de Natal em pop-up!

Cria uma árvore que salta da folha e presentes coloridos tridimensionais.

Biografia

André Garcia Pimenta nasceu em Lisboa em 1982.

Formou-se em Artes Plásticas – Escultura (2007) pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, e depois em Design (2013) pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa.

Trabalhou como maquetista de Arquitetura e designer em diversas empresas, e realizou exposições na área da Escultura.

Atualmente desenvolve e edita projetos próprios relacionados com a engenharia do papel, pop-ups e brinquedos de papel. Paralelamente, coleciona livros e postais mecânicos antigos, tendo coorganizado a exposição de livros pop-up “A Saltar do Livro” na Biblioteca Nacional de Lisboa em 2016 e organizado diversas exposições em outras bibliotecas.

Oficina | Classificação Etária M/7 | Duração 01h30 | Preço gratuito | 3 sessões

Sex, 6 dez às 10h00 | 11h30 | 14h30

Local: Centro Histórico
Sáb, 07 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Dança Co:Lateral Direção e coreografia Né Barros
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Co:Lateral
CO:LATERAL foi desenvolvido a partir do projeto performativo Nuve onde se explorava a relação entre a dança e as artes digitais. Inicialmente apresentado em 2010, este solo então interpretado por Né Barros, deu origem a diversas publicações nacionais e internacionais. Ali, o corpo projetava-se e estendia-se numa relação de intimidade com a realidade virtual interativa. O discurso performativo resultante desta ligação, apela a um momento extraordinário, a um momento poético feito de espaço e corpo, feito de mistura de realidades, feito de duplos e de imagens.

Biografia

Balleteatro

A missão do Balleteatro é ser um centro para o desenvolvimento das artes performativas. Fundado em 1983, o Balleteatro teve um papel preponderante na construção de uma comunidade artística para as artes performativas contemporâneas até então inexistente. Tendo habitado diversos espaços na cidade do Porto, é desde 2015 uma estrutura artística residente no icónico Coliseu do Porto. Definindo-se num território multidisciplinar e de cruzamentos, onde se destaca a colaboração com diversos artistas das artes plásticas, fotografia, cinema, música e teatro e criação com comunidades, o Balleteatro desenvolve as suas atividades ao nível da criação, formação, programação, edição, documentação e da investigação na relação com grupos de Universidades, em particular, com Instituto de Filosofia da U.P. É promotor dos festivais Corpo + Cidade (artes performativas e danças urbanas) e Family Film Project (festival de cinema dedicado à memória, arquivo e etnografia). O Balleteatro foi reconhecido com o Prémio Almada (1999) e a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro (2015).

João Martinho Moura

Artista-investigador. Seus interesses estão focados na arte digital, interfaces inteligentes, música digital e estética computacional. Tem interesse especial na visualização em tempo real e na criação de artefactos digitais impulsionados pelo corpo. Na última década, tem adotado novas maneiras de representar o corpo nas artes digitais, desenvolvendo artefactos interativos, representados, principalmente, por abstrações visuais monocromáticas e linhas minimalistas.

Né Barros

Coreógrafa e bailarina, investigadora no Instituto de Filosofia da Universidade do Porto no grupo de Estética, Política e Conhecimento. Tem desenvolvido o seu trabalho artístico em conexão com seus estudos académicos e pesquisas. Iniciou sua formação em dança clássica e, posteriormente, trabalhou em dança contemporânea e composição coreográfica nos Estados Unidos (Smith College). Doutorada em Dança (Universidade de Lisboa) e Master in Dance Studies (Laban Centre, Londres). Concluiu um Pós-Doutoramento no Instituto de Filosofia sobre a estética das performances. Estudou Teatro (Esap). Como coreógrafa, tem colaborado com artistas visuais, fotógrafos, realizadores de cinema e teatro e músicos. Criou a maior parte dos seus trabalhos no Balleteatro, mas também trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado (premiada como Melhor Coreografia), com Ballet Gulbenkian e Aura Dance Company (Lituânia). É autora de vários livros e publicou vários artigos sobre temas como estética, filosofia da dança e performance, composição de dança, artes cénicas. É co-editora das coleções Estética, Política e Arte e Máquinas de Guerra. É professora na ESAP e convidada em diversas instituições. Co-fundadora do Balleteatro e diretora artística do Family Film Project - Festival Internacional de Cinema de Arquivo, Memória, Etnografia.

Sónia Cunha

Porto, 1975. Iniciou os seus estudos de Dança Clássica na Escola de Bailado Fátima Valle da Veiga, seguindo o método da Royal Academy of Dancing. Concluiu o Curso Profissional de Dança no Balleteatro Escola Profissional em 1994 e leciona Ballet Clássico, desde 1996, no Balleteatro Centro de Formação e Escola Profissional. Desde 1992, é interprete do Balleteatro Companhia. Paralelamente, Sónia Cunha manteve ativa a sua formação realizando workshops orientados por Jordi Cortês Molina, João Fiadeiro, Clara Andermatt, Peter Michael Dietz, Paulo Ribeiro, entre outros.

Ficha Técnica

Direção e coreografia Né Barros | Criação digital João Martinho Moura | Música e desenho de luz João Martinho Moura | Figurinos Né Barros | Intérprete Sónia Cunha | Produção Lucinda Gomes / Balleteatro

Dança/Artes Digitais | Classificação Etária M/12 | Duração 00h30 | Preço 5€ (preço único)

Sáb, 7 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Qua, 11 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Pássaros de Verão Um filme de Cristina Gallego, Ciro Guerra
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Pássaros de Verão
Durante a década de 1960, os EUA vêem nascer o movimento “hippie” altura em que, entre muitas outras coisas, se vulgariza o consumo de estupefacientes. Alguns anos mais tarde, decididos a fazer fortuna, um grupo de norte-americanos investe em Guajira, na Colômbia, onde estabelecem uma plantação de marijuana com o intuito de a exportarem para o seu país. É assim que uma família da tribo Wayuu é atraída para o negócio de tráfico de droga. Ao aceitarem as condições de produção, os Wayuu descobrem o poder do dinheiro fácil, mas também os riscos resultantes da ganância, que ameaça destruir os seus costumes e tradições.

Estreado no Festival de Cannes, um drama baseado em factos verídicos sobre a origem do narcotráfico na Colômbia. Com realização de Ciro Guerra.

Com Carmiña Martínez, José Acosta, Natalia Reyes

Drama, DIN/MEX/Colômbia, 2018, Cores, 125 min., M/16 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 11 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Qua, 18 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Cinema/Audiovisual Os Olhos de Orson Welles Um filme de Mark Cousins
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Os Olhos de Orson Welles
Realizado pelo conhecido crítico e historiador de cinema Mark Cousins, este documentário é uma viagem ao universo pictórico de Orson Welles (1915 – 1985), o lendário realizador de “Citizen Kane - O Mundo a Seus Pés” (1941), “O Estrangeiro” (1940), “O Terceiro Homem” (1949), “O Génio do Mal” (1959), “O Processo” (1962), “As Badaladas da Meia-Noite” (1965) ou “F for Fake” (1973), entre outros. Desenhos, pinturas e trabalhos inéditos são agora mostrados graças a Beatrice Welles, filha do realizador com a actriz e aristocrata italiana Paola Mori.

É o segundo documentário de 2018 sobre o realizador, a par de “Amar-me-ão Quando Eu Morrer”, de Morgan Neville, lançado em conjunto com o recém-finalizado “O Outro Lado do Vento”.

Documentário, GB, 2018, Cores, 115 min., M/12 | Preço 5€/2,5€ sócios Cineclube

Qua, 18 dez às 21h30

Local: Teatro Sá da Bandeira
Sáb, 21 Dez
18:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Rodrigo Leão | 18:30 Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta!
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Rodrigo Leão | 18:30
Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas. A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.

Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

Biografia

O percurso iniciado em nome próprio em 1993 com a edição de Ave Mundi Luminar começará por ser celebrado com uma exposição que traça o percurso do compositor português através de um importante e inédito conjunto de documentos. Através de fotografias, muitas delas nunca antes vistas, cartazes, capas de discos, mas também de videoclips, imagens de concertos ou excertos da série Portugal, Um Retrato Social – para a qual assinou a banda sonora -, Rodrigo Leão, com a inestimável colaboração do realizador Leonardo António, abrirá ao público as portas do seu arquivo pessoal para uma mostra que será reveladora da sua personalidade, da sua atitude perante a arte, do seu percurso artístico.

A grande comemoração dos 25 anos de carreira, sob o genérico O Aniversário, inicia-se com um duplo CD retrospectivo a ser editado em Março, reunindo as principais colaborações de Rodrigo com grandes artistas e nomes estrangeiros e os seus instrumentais mais queridos.

O Aniversário será também espectáculo, com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação alargada a dez músicos e duas cantoras. O trabalho técnico deste espectáculo será extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.

O ano de 2018 trará também os últimos concertos da digressão conjunta com o cantor-compositor Scott Matthew. A digressão do álbum resultante da sua parceria, Life Is Long, terminará com actuações em Lisboa e no Porto.

A comemoração dos 25 anos continua com a versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: Portugal, um Retrato Social, a seminal série televisiva realizada em 2007 por Joana Pontes e António Barreto. A música que Rodrigo compôs para essa série, onde cristalizou a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica, vai ser relançada numa edição restaurada com material adicional, sob o título Os Portugueses, e servirá de base a uma produção de palco refeita e retrabalhada.

Rodrigo Leão propõe ainda um novo concerto: Instrumental – O Ensaio, com uma forte componente de projecções vídeo e focado em composições instrumentais ao estilo que nos habituámos a reconhecer como a sua marca pessoal.

A par de material instrumental já conhecido, Rodrigo apresentará em primeira mão algumas das novas composições em que tem trabalhado, ainda em versões integralmente instrumentais. Este concerto será em simultâneo uma apresentação, uma rodagem e um ensaio de peças que farão parte de um novo disco de originais. Este novo trabalho, um dos projectos mais esperados da nova temporada, será lançado até ao final de 2018, e poderá verdadeiramente representar o novo álbum de carreira de Rodrigo, após uma série de trabalhos que nasceram a convite de outros músicos ou foram incursões em terrenos mais alternativos.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 20€ (verificar descontos)

Sáb, 21 dez às 18h30 e às 22h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT
Sáb, 21 Dez
22:00

Teatro Sá da Bandeira


Música Rodrigo Leão | 22:00 Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta!
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Rodrigo Leão | 22:00
Rodrigo Leão regressa aos palcos nacionais para apresentar o seu novo espetáculo numa estreia absoluta! O compositor, que assinalou em 2018 os 25 anos de uma muito bem-sucedida carreira, mostra agora em primeira mão as canções do novo repertório que será editado ainda durante este ano, num concerto que não vai poder perder.

Dono de uma das mais interessantes discografias do nosso país, o músico e compositor Rodrigo Leão tem conhecido o sucesso dentro e fora de portas. A sua música já viajou por todo o mundo tendo recebido aplausos nas mais distintas latitudes: por toda a Europa, mas também no Extremo Oriente ou na América.

Rodrigo Leão promete uma vez mais surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura em que estreia o novo espetáculo e o novo repertório.

Biografia

O percurso iniciado em nome próprio em 1993 com a edição de Ave Mundi Luminar começará por ser celebrado com uma exposição que traça o percurso do compositor português através de um importante e inédito conjunto de documentos. Através de fotografias, muitas delas nunca antes vistas, cartazes, capas de discos, mas também de videoclips, imagens de concertos ou excertos da série Portugal, Um Retrato Social – para a qual assinou a banda sonora -, Rodrigo Leão, com a inestimável colaboração do realizador Leonardo António, abrirá ao público as portas do seu arquivo pessoal para uma mostra que será reveladora da sua personalidade, da sua atitude perante a arte, do seu percurso artístico.

A grande comemoração dos 25 anos de carreira, sob o genérico O Aniversário, inicia-se com um duplo CD retrospectivo a ser editado em Março, reunindo as principais colaborações de Rodrigo com grandes artistas e nomes estrangeiros e os seus instrumentais mais queridos.

O Aniversário será também espectáculo, com uma produção de palco dirigida ao grande público, contando com uma formação alargada a dez músicos e duas cantoras. O trabalho técnico deste espectáculo será extremamente cuidado, de forma a que a amplificação sonora funcione tanto nos grandes espaços como nas salas mais exigentes, garantindo que cada recanto possa escutar cada pormenor da instrumentação.

O ano de 2018 trará também os últimos concertos da digressão conjunta com o cantor-compositor Scott Matthew. A digressão do álbum resultante da sua parceria, Life Is Long, terminará com actuações em Lisboa e no Porto.

A comemoração dos 25 anos continua com a versão revista e actualizada do concerto Os Portugueses, acompanhando o relançamento de uma das suas bandas-sonoras mais interessantes: Portugal, um Retrato Social, a seminal série televisiva realizada em 2007 por Joana Pontes e António Barreto. A música que Rodrigo compôs para essa série, onde cristalizou a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica, vai ser relançada numa edição restaurada com material adicional, sob o título Os Portugueses, e servirá de base a uma produção de palco refeita e retrabalhada.

Rodrigo Leão propõe ainda um novo concerto: Instrumental – O Ensaio, com uma forte componente de projecções vídeo e focado em composições instrumentais ao estilo que nos habituámos a reconhecer como a sua marca pessoal.

A par de material instrumental já conhecido, Rodrigo apresentará em primeira mão algumas das novas composições em que tem trabalhado, ainda em versões integralmente instrumentais. Este concerto será em simultâneo uma apresentação, uma rodagem e um ensaio de peças que farão parte de um novo disco de originais. Este novo trabalho, um dos projectos mais esperados da nova temporada, será lançado até ao final de 2018, e poderá verdadeiramente representar o novo álbum de carreira de Rodrigo, após uma série de trabalhos que nasceram a convite de outros músicos ou foram incursões em terrenos mais alternativos.

Música | Classificação Etária M/6 | Duração 01h15 | Preço 20€ (verificar descontos)

Sáb, 21 dez às 22h00

Local: Teatro Sá da Bandeira

Bilhetes à venda no TSB, na BOL, na Worten, na FNAC e nos CTT