Sáb, 17 Jan
21:30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária: M/12
Duração: 90 minutos
Preço: 5.00 €
preço único

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Teatro/Música

Anoitecer

Encenação de Graeme Pulleyn
Anoitecer

Encenação de Graeme Pulleyn



Teatro/Música - Coprodução

Sáb, 17 jan às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/12 | Duração 90 min. | Preço: 5€ (preço único)



Hanneke Paauwe e Graeme Pulleyn conversaram com pessoas de todo o mundo que atualmente vivem em Portugal: “Pode ensinar-nos um truque, uma habilidade ou um jogo do seu país de origem? Porque partiu? De que sente mais falta? O que valoriza na sua vida em Portugal? Qual é o seu desejo para as crianças de hoje? Que aviso deixa às crianças de hoje?”

As respostas chegaram de todo o mundo: da China ao Brasil, dos Países Baixos à Serra Leoa, do Cazaquistão à Jamaica. Histórias de fuga, de sonhos, de resiliência e de dignidade humana.

Anoitecer é um lugar-espetáculo onde todas estas histórias, pessoas, países, culturas e línguas se encontram. Os mais velhos cantam, contam e conversam com os mais novos. O aconchego, os risos e a diversão convivem com histórias de ogres e papões, e com canções de embalar.

Artistas profissionais juntam-se a participantes de diferentes comunidades e culturas, no mesmo palco, no mesmo espetáculo, na mesma celebração.



Ficha Artística

Dramaturgia Hanneke Pauwee | Encenação Graeme Pulleyn | Interpretação Catarina Moura, Filipa Fróis, Gonçalo Alegre, Leonardo Outeiro, Mariana Silva, Miguel Rodrigues e Pedro Vieira | Composição e produção musical Bela Noia (Voz, Guitarra: Pedro Vieira; Guitarra: Leonardo Outeiro; Baixo: Gonçalo Alegre; Bateria: Miguel Rodrigues) | Técnico de som Leonardo Patrício | Cenografia e figurinos Filipa Malva | Direção de produção Guida Rolo | Produção executiva Filipa Fróis e Laura Tavares | Registo Fotográfico e Vídeo Luís Belo | Assessoria de imprensa Susana Morais | Assessoria jurídica Pedro Leitão | Apoio Escola Secundária Alves Martins | Co-produção ACERT, CAA, Centro Cultural Carregal do Sal, 23 Milhas- Ílhavo, Teatro Sá da Bandeira - Santarém.



Biografia

TEXTO, Hanneke Paauwe:

Hanneke Paauwe é uma escritora e encenadora holandesa. Cria instalações íntimas, performances e teatro (site specific) para crianças e adultos. O seu trabalho tem sido apresentado nos Países Baixos, Bélgica, Suíça, Áustria, Espanha, Portugal, Alemanha, Moçambique e Inglaterra. As suas performances são conhecidas pela sua dureza, cruzando confronto, humor e emoção.

Para a Cem Palcos, escreveu A Verdade tem Três Bocas em 2022 e Anoitecer em 2025.



ENCENAÇÃO, Graeme Pulleyn:

Graeme Pulleyn nasceu no norte de Inglaterra em 1967. Licenciou-se em Estudos Teatrais e Artes Dramáticas pela Universidade de Warwick e veio para Portugal em 1990. Co-fundou e foi diretor artístico do Teatro Regional da Serra do Montemuro entre 1990 e 2005 trabalhando como ator e encenador em espetáculos como Lobo-Wolf (1995), Eira dos Cães (2000) e Hotel Tomilho (2004). Vive em Viseu desde 2005, a partir de onde trabalha como diretor artístico da CEM Palcos, encenador e ator. Fomenta a criação comunitária e inclusiva na cidade de Viseu com projetos como Horta de Deméter, Primeiro Andar. Projetos recentes incluem: Co-encenação de Antiaquário, dramaturgia de Sandro W. Junqueira (2023), em parceria com o Teatro do Montemuro. Co-encenação de ‘ESSE CAMINHO LONGE’ (2023) um projeto que esbate fronteiras entre Portugal, São Tomé e Príncipe e Brasil, numa co-produção com o Teatro Vila Velha, no qual partilhou encenação com Márcio Meirelles. Direção artística dos projetos Diálogos, NOVe - NOVos Tempos NOVas Dramaturgias (desde 2020 e 2021), projetos que procuram descentralizar as artes e dar oportunidade a novas dramaturgias em formato curto, incluindo a parceria entre artistas emergentes e artistas conceituados. É o criador de O TEATRO MAIS PEQUENO DO MUNDO, conceito que leva o teatro atrelado a uma roulotte, onde curtas de teatro decorrem para 20 espectadores de cada vez. Projeto criado em 2011 e que é re-criado em 2023 com Teias E Odisseias, A odisseia de Penélope, a partir de Homero. TCHILOLI – conceção de visita encenada ao Bairro da Boa Morte / (São Tomé 2019) – HÁ MARIAS ASSIM – de Sandro W. Junqueira (encenação para Museu Marítimo de Ílhavo 2019) – PLASTIKUS ARTISTIKUS – teatro ambiental (encenação para Krisalida ACAM, Caminha 2019) - DEBAIXO DO CAPUZ – (coordenação Teatro Mais Pequeno do Mundo 2019) – O PRESENTE DE CÉSAR – de Sandro William Junqueiro, encenação de Giacomo Scalisi ( actor Teatro Viriato 2019) / O AUTOMATO – espetáculo para a Infância.



CENOGRAFIA E FIGURINOS, Filipa Malva:

Filipa Malva é cenógrafa e arquiteta. É doutorada em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra e Mestre em Espaço de Performance pela Universidade de Kent. Tem desenvolvido trabalho regular como cenógrafa, figurinista, artista cénica e desenhadora. Nos últimos dez anos tem sido responsável pela cenografia e figurinos d' O Teatrão, da Trincheira Teatro, da Associação Tarrafo e GEFAC, em Coimbra, e tem colaborado reqularmente com o CENDREV (Évora), a Cem Palcos (Viseu), o Bando (Palmela) e o ACERT (Tondela), entre outros (www.filipamalva.wordpress.com).

É membro fundador da Associação Portuguesa de Cenografia e investigadora do Grupo de Estudos de Dança do centro de investigação INET-md. Foi bolseira de doutoramento e de pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia e vem investigando o processo criativo dos cenógrafos e figurinistas portugueses contemporâneos. É responsável por vários capítulos de livros e artigos que estudam a relação entre a cenografia e o trabalho do performer https://lisboa.academia.edu/FilipaMalva) e pelo projeto de investigação Desenho e Performance: a Criação da Cenografia que faz o levantamento das tipologias de desenho usadas por cenógrafos e figurinistas em produções dos últimos 6 anos.

(http://drawingandperformance.wordpress.com/)



MÚSICA ORIGINAL E BANDA AO VIVO, Bela Noia: A Bela Noia surge quase que por vontade própria, como uma necessidade de espelhar o lado não explicativo e menos racional do processo criativo de Pedro Vieira. As canções dos artistas são assim trazidas ao mundo sob este nome que representa o coletivo que se formou. A Bela Noia só o é porque assim teve de ser! Tentando reinventar-se, acaba por criar uma série de canções que amotinam os alicerces da música pop e inquietam quem as ouve, pelo constante salto ao rock e folk, sem largar a mão do noise e do prog rock. A banda fica completa com Gonçalo Alegre (baixo), Miguel Rodrigues (bateria) e Leonardo Outeiro (guitarra). Em setembro de 2023 lançaram o seu primeiro disco: “Os miúdos estão bem”.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten, CTT e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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