Artes Performativas
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Sex, 17 Abr
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
Portugal não é um País Pequeno, Criação de André Amálio/Hotel Europa
Teatro | Sex, 17 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/12 | Duração 90 min. | Preço: 5€ (preço único)
Sinopse: Este espetáculo de teatro documental reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais. O texto deste espetáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português.
A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português. Com esta criação, a Hotel Europa investigou histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas e onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais, trabalhando a forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações.
Ficha artística
Criação e Interpretação André Amálio | Assistência de Encenação / Coreografia Tereza Havlíčková | Criação musical e Interpretação Pedro Salvador | Cenografia Pedro Silva | Direção Técnica Carlos Arroja | Fotografia Maria Joana Figueiredo | Produção Hotel Europa | Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, EGEAC, Largo Residências, Teatro do Silêncio
Biografias
Hotel Europa
Companhia formada por André Amálio (Portugal) e Tereza Havlíčková (Chéquia).
Têm vindo a desenvolver espetáculos de teatro documental que exploram as fronteiras entre teatro, dança e performance. Utilizam no seu trabalho uma sobreposição de material autobiográfico, narrativas familiares, histórias nacionais, testemunhos, entrevistas e pesquisa historiográfica. Abordam questões não discutidas na sociedade atual sobre o passado recente ligadas ao colonialismo, fascismo e comunismo, procurando estabelecer pontes entre o passado e o presente. Também discutem nos seus trabalhos questões atuais como a migração, o ambiente e a gentrificação.
O trabalho da Hotel Europa tem sido apresentado em Portugal, Espanha, Alemanha, Chéquia, Eslováquia, França, Itália, Brasil, Cabo Verde, Colômbia e Uruguai. Os espetáculos foram coproduzidos e apresentados em teatros e festivais como o Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Culturgest, Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Théâtre de la Ville, FITEI, Grec Festival de Barcelona, FIT BH, MIRADA, euro-scene Leipzig, AKCENT Festival, entre outros.
A Hotel Europa é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.
André Amálio
Artista, ator e encenador tem desenvolvido o seu trabalho sobre teatro documental, autobiográfico, memória, pós-colonialismo e passado colonial. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Tem um mestrado em artes pela Goldsmiths College e um doutoramento pela Universidade de Roehampton. Lecionou na Universidade do Minho, tendo ensinado encenação, criação e teatro documental no curso de Teatro da ESAD e na HAMU (Faculdade de Artes Performativas de Praga). Participou em espetáculos dirigidos por Anna Furse, Antónia Terrinha, Giacomo Scalisi, João Brites, Lúcia Sigalho, Luis Castro, Madalena Vitorino, Marie-Gabrielle Rotie, entre outros. Fundou com Tereza Havlíčková a companhia Hotel Europa, onde é diretor artístico, criador e encenador das produções. Tereza Havlícková
Começou a sua carreira como bailarina ao completar o seu BA Dance Theatre, no Laban Centre em Londres, e depois formando-se na Goldsmiths University, em MA Performance Making. Está particularmente interessada na exploração multidisciplinar do movimento, do texto e de formas visuais, bem como da utilização de material autobiográfico. Estudou com artistas como Graeme Miller, Marie Gabrielle Rotie, Twitchin Mischa, Steve Paxton e trabalhou com Firenza Guidi, Etta Ermini, Anna Furse, Ajaykumar, Petr Bohác, Mirenka Cechová (Spitfire Company) e Madalena Vitorino. Em 2015 fundou com André Amálio a companhia Hotel Europa, onde é diretora artística, criadora e responsável pelo movimento das produções.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Teatro | Sex, 17 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/12 | Duração 90 min. | Preço: 5€ (preço único)
Sinopse: Este espetáculo de teatro documental reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais. O texto deste espetáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português.
A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português. Com esta criação, a Hotel Europa investigou histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas e onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais, trabalhando a forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações.
Ficha artística
Criação e Interpretação André Amálio | Assistência de Encenação / Coreografia Tereza Havlíčková | Criação musical e Interpretação Pedro Salvador | Cenografia Pedro Silva | Direção Técnica Carlos Arroja | Fotografia Maria Joana Figueiredo | Produção Hotel Europa | Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, EGEAC, Largo Residências, Teatro do Silêncio
Biografias
Hotel Europa
Companhia formada por André Amálio (Portugal) e Tereza Havlíčková (Chéquia).
Têm vindo a desenvolver espetáculos de teatro documental que exploram as fronteiras entre teatro, dança e performance. Utilizam no seu trabalho uma sobreposição de material autobiográfico, narrativas familiares, histórias nacionais, testemunhos, entrevistas e pesquisa historiográfica. Abordam questões não discutidas na sociedade atual sobre o passado recente ligadas ao colonialismo, fascismo e comunismo, procurando estabelecer pontes entre o passado e o presente. Também discutem nos seus trabalhos questões atuais como a migração, o ambiente e a gentrificação.
O trabalho da Hotel Europa tem sido apresentado em Portugal, Espanha, Alemanha, Chéquia, Eslováquia, França, Itália, Brasil, Cabo Verde, Colômbia e Uruguai. Os espetáculos foram coproduzidos e apresentados em teatros e festivais como o Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Culturgest, Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Théâtre de la Ville, FITEI, Grec Festival de Barcelona, FIT BH, MIRADA, euro-scene Leipzig, AKCENT Festival, entre outros.
A Hotel Europa é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes.
André Amálio
Artista, ator e encenador tem desenvolvido o seu trabalho sobre teatro documental, autobiográfico, memória, pós-colonialismo e passado colonial. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Tem um mestrado em artes pela Goldsmiths College e um doutoramento pela Universidade de Roehampton. Lecionou na Universidade do Minho, tendo ensinado encenação, criação e teatro documental no curso de Teatro da ESAD e na HAMU (Faculdade de Artes Performativas de Praga). Participou em espetáculos dirigidos por Anna Furse, Antónia Terrinha, Giacomo Scalisi, João Brites, Lúcia Sigalho, Luis Castro, Madalena Vitorino, Marie-Gabrielle Rotie, entre outros. Fundou com Tereza Havlíčková a companhia Hotel Europa, onde é diretor artístico, criador e encenador das produções. Tereza Havlícková
Começou a sua carreira como bailarina ao completar o seu BA Dance Theatre, no Laban Centre em Londres, e depois formando-se na Goldsmiths University, em MA Performance Making. Está particularmente interessada na exploração multidisciplinar do movimento, do texto e de formas visuais, bem como da utilização de material autobiográfico. Estudou com artistas como Graeme Miller, Marie Gabrielle Rotie, Twitchin Mischa, Steve Paxton e trabalhou com Firenza Guidi, Etta Ermini, Anna Furse, Ajaykumar, Petr Bohác, Mirenka Cechová (Spitfire Company) e Madalena Vitorino. Em 2015 fundou com André Amálio a companhia Hotel Europa, onde é diretora artística, criadora e responsável pelo movimento das produções.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 18 Abr
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
Capicua – Um Gelado antes do Fim do Mundo
Música | Sáb, 18 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 75 min. | Preço: 7,5€ (preço único)
Sinopse: Para consumar o lançamento do mais recente disco, Capicua tem novo espetáculo.
"Um gelado antes do fim do mundo” é um disco sobre o nosso tempo. Fala sobre a sobrevivência da poesia num mundo em colapso, sobre a nossa carência de futuro, de utopia e de esperança, mas, sobretudo, sobre o encantamento, na arte e na natureza, como antídoto para tudo isso.
Da mesma forma, o espetáculo “Um gelado antes do fim do mundo” pretende cultivar esse encantamento, celebrando a força insubmissa das palavras e da música, como forma de construção de novos mundos.
Acompanhada por Luís Montenegro, Virtus, D-One, Inês Malheiro e Joana Raquel e com projeções de vídeo de André Tentúgal, Capicua apresenta um concerto musicalmente fluído e contagiante, construído a partir da sua força poética, entre a voz cantada, a palavra dita e o rap. Dos temas emocionais, às músicas mais dançáveis, passando pelas canções mais interventivas e alguns clássicos da rapper, é impossível ficar indiferente ao impacto de um espetáculo musical, guiado pelo poder galvanizante da palavra e pela mestria de Capicua.
Ficha Técnica e Artística
Voz Capicua | Coros Joana Raquel, Inês Malheiro | dj D-One | mpc Virtus | Guitarra, Baixo Luis Montenegro | Som de frente Jorge Jacinto | Som de palco Carlos Casaleiro | Luz e vídeo Virgínia Esteves | Fotografia André Tentugal | Roadie Emanuel Rocha | Road manager manager Mário Castro | Booking e produção executiva Radar dos Sons
Biografia
Capicua nasce no Porto nos anos 80, descobre a cultura Hip Hop nos anos 90 e torna-se Rapper nos anos 00. Socióloga de formação, acabou por fazer da música o seu principal ofício e é conhecida pela sua escrita emotiva, feminista e politicamente engajada. A sua discografia conta com duas mixtapes e quatro álbuns em nome próprio, um disco de remisturas, dois discos-livro para crianças com o projeto Mão Verde, um disco luso-brasileiro colaborativo e um EP ao vivo, além da direção artística do álbum de homenagem a Sérgio Godinho “SG Gigante” (2022). Na última década, tem conquistando um público muito diverso e acumulado colaborações com vários artistas, tem somado concertos, workshops, conferências, projetos sociais e comunitários (como o OUPA integrado no Cultura em Expansão da CMP ou o Recanto a convite da Arte em Rede). De assinalar, é também o seu aclamado percurso como letrista para vários intérpretes e, em particular, do novo disco “Metade-Metade” (2022) de Aldina Duarte que escreveu na íntegra. Tem também somado várias experiências de escrita para teatro (de dramaturgia a bandas sonoras) e conta já com muitos anos de atividade como cronista, na Revista Visão (2015-2021) e agora no Jornal de Notícias. Capicua é também autora de dois livros, um de crónicas e poemas - “Aquário” (Companhia das Letras, 2022) e “Cor-de-Margarida” (Nuvem de Letras em 2023) para o público infantil. O ano de 2024 começa com um tema novo “Que força é essa amiga” (que é uma versão renovada e no feminino do clássico de Sérgio Godinho) e termina com um disco pronto. 2025 será ano de lançamento e digressão com “Um gelado antes do fim do mundo”.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Música | Sáb, 18 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 75 min. | Preço: 7,5€ (preço único)
Sinopse: Para consumar o lançamento do mais recente disco, Capicua tem novo espetáculo.
"Um gelado antes do fim do mundo” é um disco sobre o nosso tempo. Fala sobre a sobrevivência da poesia num mundo em colapso, sobre a nossa carência de futuro, de utopia e de esperança, mas, sobretudo, sobre o encantamento, na arte e na natureza, como antídoto para tudo isso.
Da mesma forma, o espetáculo “Um gelado antes do fim do mundo” pretende cultivar esse encantamento, celebrando a força insubmissa das palavras e da música, como forma de construção de novos mundos.
Acompanhada por Luís Montenegro, Virtus, D-One, Inês Malheiro e Joana Raquel e com projeções de vídeo de André Tentúgal, Capicua apresenta um concerto musicalmente fluído e contagiante, construído a partir da sua força poética, entre a voz cantada, a palavra dita e o rap. Dos temas emocionais, às músicas mais dançáveis, passando pelas canções mais interventivas e alguns clássicos da rapper, é impossível ficar indiferente ao impacto de um espetáculo musical, guiado pelo poder galvanizante da palavra e pela mestria de Capicua.
Ficha Técnica e Artística
Voz Capicua | Coros Joana Raquel, Inês Malheiro | dj D-One | mpc Virtus | Guitarra, Baixo Luis Montenegro | Som de frente Jorge Jacinto | Som de palco Carlos Casaleiro | Luz e vídeo Virgínia Esteves | Fotografia André Tentugal | Roadie Emanuel Rocha | Road manager manager Mário Castro | Booking e produção executiva Radar dos Sons
Biografia
Capicua nasce no Porto nos anos 80, descobre a cultura Hip Hop nos anos 90 e torna-se Rapper nos anos 00. Socióloga de formação, acabou por fazer da música o seu principal ofício e é conhecida pela sua escrita emotiva, feminista e politicamente engajada. A sua discografia conta com duas mixtapes e quatro álbuns em nome próprio, um disco de remisturas, dois discos-livro para crianças com o projeto Mão Verde, um disco luso-brasileiro colaborativo e um EP ao vivo, além da direção artística do álbum de homenagem a Sérgio Godinho “SG Gigante” (2022). Na última década, tem conquistando um público muito diverso e acumulado colaborações com vários artistas, tem somado concertos, workshops, conferências, projetos sociais e comunitários (como o OUPA integrado no Cultura em Expansão da CMP ou o Recanto a convite da Arte em Rede). De assinalar, é também o seu aclamado percurso como letrista para vários intérpretes e, em particular, do novo disco “Metade-Metade” (2022) de Aldina Duarte que escreveu na íntegra. Tem também somado várias experiências de escrita para teatro (de dramaturgia a bandas sonoras) e conta já com muitos anos de atividade como cronista, na Revista Visão (2015-2021) e agora no Jornal de Notícias. Capicua é também autora de dois livros, um de crónicas e poemas - “Aquário” (Companhia das Letras, 2022) e “Cor-de-Margarida” (Nuvem de Letras em 2023) para o público infantil. O ano de 2024 começa com um tema novo “Que força é essa amiga” (que é uma versão renovada e no feminino do clássico de Sérgio Godinho) e termina com um disco pronto. 2025 será ano de lançamento e digressão com “Um gelado antes do fim do mundo”.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qui, 23 Abr
10:30
Teatro Sá da Bandeira
prioridade público escolar
10:30
Teatro Sá da Bandeira
prioridade público escolar
Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão
Serviço Educativo
Teatro | Qui, 23 abr | 10h30 – prioridade público escolar
Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração aprox. 45 min. | Preço 5€ (preço único) | Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
Sinopse: O que é a justiça? E a injustiça? Uma Ideia de Justiça, de Joana Providência, com texto de Isabel Minhós Martins, é um espetáculo que traz estas perguntas literalmente para cima da mesa, uma mesa onde se tenta construir uma noção de justiça. À sua volta, há cadeiras especiais para sentar toda a gente: os que têm pernas compridas, os que não conseguem estar quietos, os que vêm sempre e os que não costumam ser convidados. Sobre ela, vários adereços: por exemplo, uma travessa cheia de fruta. Quem tem mais fome? Quem ainda não comeu? Quem tem direito a esta fruta? Levantam-se interrogações parecidas quando são direitos, deveres ou liberdades o que está em cima da mesa. Ao abordar questões como a diversidade, a escolha, a igualdade e a liberdade, o espetáculo quer ser uma ferramenta de construção de justiça. E responder à interpelação de Sophia de Mello Breyner: “Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo.”
Ficha Técnica
Direção Artística Joana Providência | Texto Isabel Minhós Martins | Interpretação e Cocriação Joana Mont’ Alverne, Joana Petiz, Rina Marques | Cenografia Cristóvão Neto | Figurinos Cátia Barros | Música Ana Bento e Bruno Pinto / Gira Sol Azul | Desenho de Luz Tiago Silva | Fotografia Pedro Figueiredo | Apoio a Elocução Maria do Céu Ribeiro | Apoio a Movimento Daniela Cruz | Formação em Língua Gestual Portuguesa Cristina Ferreira | Direção de Produção Glória Cheio | Coprodução Teatro do Bolhão, Teatro Nacional São João, Teatro Aveirense e A Oficina
Biografia
Joana Providência Nasceu em Braga, em 1965. Iniciou os seus estudos em dança com Fernanda Canossa. Em 1989 terminou o curso da Escola Superior de Dança do IPL. Integra desde 1995 a Academia Contemporânea do Espetáculo na qualidade de docente responsável pelo departamento de movimento do curso de Interpretação. Integra a companhia de teatro promovida por aquela entidade, a ACE/Teatro do Bolhão, sendo membro da sua direção artística. No seu trabalho coreográfico, Joana Providência tem desenvolvido uma linguagem pessoal de composição, onde privilegia a relação intérprete/coreógrafo. A matriz do seu processo criativo baseia-se num diálogo construído a partir da apresentação de uma série de propostas para as quais os intérpretes desenvolvem respostas. O uso da palavra (o texto é um dos pontos de partida), a utilização de espaços arquitetónicos (como elementos do processo criativo), a escolha de atores (justificada pela sua capacidade de integrarem palavra com movimento) são elementos estruturantes do seu trabalho. Como coreógrafa tem desenvolvido diversos projetos dos quais destaca, “Rumor” a partir da obra de Christian Boltanski, Coprodução Teatro do Bolhão/ Teatro Nacional São João/ Festival DDD; “Território” a partir da obra de Alberto Carneiro, coprodução Teatro do Bolhão/Culturgest, nomeado para os Prémios SPA, na categoria de Dança _ melhor coreografia ; “ Ladrões de Almas” coprodução Teatro do Bolhão/ Culturgest; “mão na boca” coprodução Teatro do Bolhão/ Fundação de Serralves, a partir da obra de Paula Rego, programa paralelo à Exposição Retrospectiva; “Mecanismos” , espetáculo que lhe valeu o Sete de Ouro – Prémio Revelação. Participou em diversos festivais como: Mostra de Dança Portuguesa ACARTE, New Moves, Glasgow (Escócia), Festival de Otoño /Madrid, Spring Dance (Holanda) e Klapstuck (Bélgica), Tanzplattform (Frankfurt), Festival DDD (Porto), Chantiers d’Europe Théâtre de la Ville (Paris).
Joana Mont’ Alverne 1993. Vila Praia de Âncora. Frequentou o curso profissional de Interpretação na ACE Escola de Artes (2013-2016), a licenciatura de Cenografia na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (2011-2013) e a Escola Artística Soares dos Reis (2008-2011). Integrou o Teatro Universitário do Porto em 2012, onde colaborou em várias áreas de criação e de produção. Foi presidente da direcção entre 2016 e 2018. Desde 2017 trabalha como intérprete em alguns projetos do Serviço Educativo do Teatro do Bolhão. Entre 2018 e 2019, como co-criadora e intérprete, apresentou: CERNE, uma performance-instalação, em parceria com Hugo Bonjour (Bienal de Cerveira 2018 e Curtas de Dança - Festival DDD 2019); manifesta., co-criação com Emanuel Santos, Mafalda Banquart, Tiago Araújo e Tiago Jácome (apresentação final do RECURSO 2019– curso de teoria e criação teatral, um projeto da Estrutura em parceria com a mala voadora e o José Maria Vieira Mendes); EXPOSIÇÃO PROVISÓRIA, uma performance-exposição, em co-criação com Hugo Bonjour (bolsa de criação atribuída no âmbito da VAGA - Mostra de Artes e Ideias 2019, da ACE Teatro do Bolhão. Foi também apresentada no Teatro da Garagem, no TRY BETTER FAIL BETTER 2019). Em 2019 criou DESFILE PROVISÓRIO, espetáculo resultante da bolsa de criação dirigida aos alunos do RECURSO, apresentado na mala voadora. Fez apoio à criação no espetáculo ÍMPAR, de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, no âmbito do Young Emerging Performers, apresentado na Rua das Gaivotas 6. Em 2020 criou MONO, um filme produzido pelo Teatro Universitário do Porto, projeto final do Curso de Iniciação à Interpretação, apresentado no Cinema Passos Manuel. Fez colaboração dramatúrgica de IMPARidades, um espetáculo de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, uma produção da Estrutura, apresentado em 2021 no Armazém 22. Em 2021 foi intérprete e co-criadora de amor.demónio, um espetáculo de Raquel S., integrado no FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.
Joana Petiz Atriz e criadora formada na ACE e na ESTC. Trabalhou com Michael de Oliveira, Nuno M. Cardoso, João Cardoso, Joana Providência, Bestiário e Diana de Sousa. Destaca Jean Paul Bucchieri, Luca Aprea, Miguel Moreira, Vera Mantero e Natsuko Kono como seus mentores. Escreveu, com Patrícia Deus, a peça Estéril. Ganhou a bolsa do Laboratório de Pesquisa Linha de Fuga, com o seu projeto a solo Waste. Apresentou Feeling Blue, no Porto, criação coletiva contemplada pela bolsa LOBBY da Mala Voadora. Interessa-se pela pesquisa enquanto mote de criação. O seu trabalho gira em torno da dúvida e da sua descodificação, através da sobreposição de símbolos. O seu instinto é bruto, contudo é bem-educada, daí advém a sua delicadeza.
Rina Marques Catarina “Rina” Marques, 27 anos, bailarina freelancer. Natural de Santa Maria da Feira, reside atualmente em Lisboa. O seu percurso na dança teve início no desporto escolar e, mais tarde, na Academia All About Dance (Santa Maria da Feira), onde teve aulas de hip hop, jazz e dança contemporânea. Ingressa a companhia semi-profissional da mesma academia em 2013 sob a direção artística de Vitor Fontes, onde interpreta “URBAM” e “TUKI”. Conclui a sua licenciatura em 2017 pela Escola Superior de Dança (Lisboa, Portugal) e pelo Conservatório Superior de Dansa de l’Institut del Teatre (Barcelona, Espanha). É em 2017 que apresenta o seu primeiro solo, “Clarabóia” (Festival TuDanzas, Barcelona) e cria o dueto “Querencia” com Catarina Campos). Em 2018 conclui o FAICC (Formação Avançada em Interpretação e Composição Coreográfica) e cria “HANNO”, juntamente com Rui Paixão. Em 2019 inicia a sua colaboração com a artista visual Sara Ferreira, de onde nasce “Nova Refutação do Tempo” um solo que junta dança e fotografia. Paralelamente ao trabalho de criação, colabora como intérprete com outros artistas/coreógrafos, tais como a Companhia RADAR 360, Mathilde Monnier, Oskar&Gaspar, First Breath After Coma, Joan Jonas, Teatro do Mar, Útero, Purga, Sofia Dias & Vítor Roriz, entre outros. É fundadora do projeto DESCARGA Jams, que visa a organização e jam sessions e o encontro entre várias práticas artísticas.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Serviço Educativo
Teatro | Qui, 23 abr | 10h30 – prioridade público escolar
Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração aprox. 45 min. | Preço 5€ (preço único) | Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
Sinopse: O que é a justiça? E a injustiça? Uma Ideia de Justiça, de Joana Providência, com texto de Isabel Minhós Martins, é um espetáculo que traz estas perguntas literalmente para cima da mesa, uma mesa onde se tenta construir uma noção de justiça. À sua volta, há cadeiras especiais para sentar toda a gente: os que têm pernas compridas, os que não conseguem estar quietos, os que vêm sempre e os que não costumam ser convidados. Sobre ela, vários adereços: por exemplo, uma travessa cheia de fruta. Quem tem mais fome? Quem ainda não comeu? Quem tem direito a esta fruta? Levantam-se interrogações parecidas quando são direitos, deveres ou liberdades o que está em cima da mesa. Ao abordar questões como a diversidade, a escolha, a igualdade e a liberdade, o espetáculo quer ser uma ferramenta de construção de justiça. E responder à interpelação de Sophia de Mello Breyner: “Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo.”
Ficha Técnica
Direção Artística Joana Providência | Texto Isabel Minhós Martins | Interpretação e Cocriação Joana Mont’ Alverne, Joana Petiz, Rina Marques | Cenografia Cristóvão Neto | Figurinos Cátia Barros | Música Ana Bento e Bruno Pinto / Gira Sol Azul | Desenho de Luz Tiago Silva | Fotografia Pedro Figueiredo | Apoio a Elocução Maria do Céu Ribeiro | Apoio a Movimento Daniela Cruz | Formação em Língua Gestual Portuguesa Cristina Ferreira | Direção de Produção Glória Cheio | Coprodução Teatro do Bolhão, Teatro Nacional São João, Teatro Aveirense e A Oficina
Biografia
Joana Providência Nasceu em Braga, em 1965. Iniciou os seus estudos em dança com Fernanda Canossa. Em 1989 terminou o curso da Escola Superior de Dança do IPL. Integra desde 1995 a Academia Contemporânea do Espetáculo na qualidade de docente responsável pelo departamento de movimento do curso de Interpretação. Integra a companhia de teatro promovida por aquela entidade, a ACE/Teatro do Bolhão, sendo membro da sua direção artística. No seu trabalho coreográfico, Joana Providência tem desenvolvido uma linguagem pessoal de composição, onde privilegia a relação intérprete/coreógrafo. A matriz do seu processo criativo baseia-se num diálogo construído a partir da apresentação de uma série de propostas para as quais os intérpretes desenvolvem respostas. O uso da palavra (o texto é um dos pontos de partida), a utilização de espaços arquitetónicos (como elementos do processo criativo), a escolha de atores (justificada pela sua capacidade de integrarem palavra com movimento) são elementos estruturantes do seu trabalho. Como coreógrafa tem desenvolvido diversos projetos dos quais destaca, “Rumor” a partir da obra de Christian Boltanski, Coprodução Teatro do Bolhão/ Teatro Nacional São João/ Festival DDD; “Território” a partir da obra de Alberto Carneiro, coprodução Teatro do Bolhão/Culturgest, nomeado para os Prémios SPA, na categoria de Dança _ melhor coreografia ; “ Ladrões de Almas” coprodução Teatro do Bolhão/ Culturgest; “mão na boca” coprodução Teatro do Bolhão/ Fundação de Serralves, a partir da obra de Paula Rego, programa paralelo à Exposição Retrospectiva; “Mecanismos” , espetáculo que lhe valeu o Sete de Ouro – Prémio Revelação. Participou em diversos festivais como: Mostra de Dança Portuguesa ACARTE, New Moves, Glasgow (Escócia), Festival de Otoño /Madrid, Spring Dance (Holanda) e Klapstuck (Bélgica), Tanzplattform (Frankfurt), Festival DDD (Porto), Chantiers d’Europe Théâtre de la Ville (Paris).
Joana Mont’ Alverne 1993. Vila Praia de Âncora. Frequentou o curso profissional de Interpretação na ACE Escola de Artes (2013-2016), a licenciatura de Cenografia na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (2011-2013) e a Escola Artística Soares dos Reis (2008-2011). Integrou o Teatro Universitário do Porto em 2012, onde colaborou em várias áreas de criação e de produção. Foi presidente da direcção entre 2016 e 2018. Desde 2017 trabalha como intérprete em alguns projetos do Serviço Educativo do Teatro do Bolhão. Entre 2018 e 2019, como co-criadora e intérprete, apresentou: CERNE, uma performance-instalação, em parceria com Hugo Bonjour (Bienal de Cerveira 2018 e Curtas de Dança - Festival DDD 2019); manifesta., co-criação com Emanuel Santos, Mafalda Banquart, Tiago Araújo e Tiago Jácome (apresentação final do RECURSO 2019– curso de teoria e criação teatral, um projeto da Estrutura em parceria com a mala voadora e o José Maria Vieira Mendes); EXPOSIÇÃO PROVISÓRIA, uma performance-exposição, em co-criação com Hugo Bonjour (bolsa de criação atribuída no âmbito da VAGA - Mostra de Artes e Ideias 2019, da ACE Teatro do Bolhão. Foi também apresentada no Teatro da Garagem, no TRY BETTER FAIL BETTER 2019). Em 2019 criou DESFILE PROVISÓRIO, espetáculo resultante da bolsa de criação dirigida aos alunos do RECURSO, apresentado na mala voadora. Fez apoio à criação no espetáculo ÍMPAR, de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, no âmbito do Young Emerging Performers, apresentado na Rua das Gaivotas 6. Em 2020 criou MONO, um filme produzido pelo Teatro Universitário do Porto, projeto final do Curso de Iniciação à Interpretação, apresentado no Cinema Passos Manuel. Fez colaboração dramatúrgica de IMPARidades, um espetáculo de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, uma produção da Estrutura, apresentado em 2021 no Armazém 22. Em 2021 foi intérprete e co-criadora de amor.demónio, um espetáculo de Raquel S., integrado no FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.
Joana Petiz Atriz e criadora formada na ACE e na ESTC. Trabalhou com Michael de Oliveira, Nuno M. Cardoso, João Cardoso, Joana Providência, Bestiário e Diana de Sousa. Destaca Jean Paul Bucchieri, Luca Aprea, Miguel Moreira, Vera Mantero e Natsuko Kono como seus mentores. Escreveu, com Patrícia Deus, a peça Estéril. Ganhou a bolsa do Laboratório de Pesquisa Linha de Fuga, com o seu projeto a solo Waste. Apresentou Feeling Blue, no Porto, criação coletiva contemplada pela bolsa LOBBY da Mala Voadora. Interessa-se pela pesquisa enquanto mote de criação. O seu trabalho gira em torno da dúvida e da sua descodificação, através da sobreposição de símbolos. O seu instinto é bruto, contudo é bem-educada, daí advém a sua delicadeza.
Rina Marques Catarina “Rina” Marques, 27 anos, bailarina freelancer. Natural de Santa Maria da Feira, reside atualmente em Lisboa. O seu percurso na dança teve início no desporto escolar e, mais tarde, na Academia All About Dance (Santa Maria da Feira), onde teve aulas de hip hop, jazz e dança contemporânea. Ingressa a companhia semi-profissional da mesma academia em 2013 sob a direção artística de Vitor Fontes, onde interpreta “URBAM” e “TUKI”. Conclui a sua licenciatura em 2017 pela Escola Superior de Dança (Lisboa, Portugal) e pelo Conservatório Superior de Dansa de l’Institut del Teatre (Barcelona, Espanha). É em 2017 que apresenta o seu primeiro solo, “Clarabóia” (Festival TuDanzas, Barcelona) e cria o dueto “Querencia” com Catarina Campos). Em 2018 conclui o FAICC (Formação Avançada em Interpretação e Composição Coreográfica) e cria “HANNO”, juntamente com Rui Paixão. Em 2019 inicia a sua colaboração com a artista visual Sara Ferreira, de onde nasce “Nova Refutação do Tempo” um solo que junta dança e fotografia. Paralelamente ao trabalho de criação, colabora como intérprete com outros artistas/coreógrafos, tais como a Companhia RADAR 360, Mathilde Monnier, Oskar&Gaspar, First Breath After Coma, Joan Jonas, Teatro do Mar, Útero, Purga, Sofia Dias & Vítor Roriz, entre outros. É fundadora do projeto DESCARGA Jams, que visa a organização e jam sessions e o encontro entre várias práticas artísticas.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 29 Abr
10:30
Teatro Sá da Bandeira
prioridade público escolar
10:30
Teatro Sá da Bandeira
prioridade público escolar
Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet
Serviço Educativo
Dança | Qua, 29 abr | 10h30 – prioridade público escolar | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 50 min.
Sinopse
Oriana ou o Rapaz de Bronze?
Um Cavaleiro ou o Mar?
Quatro histórias nascidas da memória e escritas a tinta de liberdade.
Em comum, uma letra apenas: S de Sophia. S de Saudade.
Uma viagem pelas memórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde as palavras ganham vida, numa coreografia de magia e simplicidade.
Catarina Claro/ Inês Godinho
Ficha Artística
Direção Artística Daniel Cardoso | Coreografia Inês Godinho | Conceito Inês Godinho/ Catarina Claro | Textos Inês Godinho/ Catarina Claro | Narração Catarina Claro | Bailarinos a definir | Figurinos Inês Godinho | Conceção de Figurinos Helena Pereira | Sonoplastia Inês Godinho | Ilustração Ester Gonçalves | Música Louis Armstrong; Jelly Roll Morton & His Red Hot Peppers; Alexandre Desplat; Danny Elfman; Michael Giacchino; Max Ritcher; Rupert Gregson-Williams; Justin Hurwitz; Christophe Beck | Cenografia Maria Monte | Desenho de Luz Inês Godinho/ Rui Daniel | Produção Raquel Vieira de Almeida | Direção Financeira Ana Cristina Bernardino
Biografia
A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.
A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.
O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul.
O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Serviço Educativo
Dança | Qua, 29 abr | 10h30 – prioridade público escolar | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 50 min.
Sinopse
Oriana ou o Rapaz de Bronze?
Um Cavaleiro ou o Mar?
Quatro histórias nascidas da memória e escritas a tinta de liberdade.
Em comum, uma letra apenas: S de Sophia. S de Saudade.
Uma viagem pelas memórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde as palavras ganham vida, numa coreografia de magia e simplicidade.
Catarina Claro/ Inês Godinho
Ficha Artística
Direção Artística Daniel Cardoso | Coreografia Inês Godinho | Conceito Inês Godinho/ Catarina Claro | Textos Inês Godinho/ Catarina Claro | Narração Catarina Claro | Bailarinos a definir | Figurinos Inês Godinho | Conceção de Figurinos Helena Pereira | Sonoplastia Inês Godinho | Ilustração Ester Gonçalves | Música Louis Armstrong; Jelly Roll Morton & His Red Hot Peppers; Alexandre Desplat; Danny Elfman; Michael Giacchino; Max Ritcher; Rupert Gregson-Williams; Justin Hurwitz; Christophe Beck | Cenografia Maria Monte | Desenho de Luz Inês Godinho/ Rui Daniel | Produção Raquel Vieira de Almeida | Direção Financeira Ana Cristina Bernardino
Biografia
A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.
A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.
O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul.
O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Seg, 04 maio
18:00
a Sex, 08 maio 2026
21:00
Teatro Sá da Bandeira
18:00
a Sex, 08 maio 2026
21:00
Teatro Sá da Bandeira
Boba da Corte
Seg a Qui, 4 a 7 Mai., 18h00 às 20h30 I WORKSHOP DE CORPO E DANÇA COM GAYA DE MEDEIROS I Teatro Sá da Bandeira I M16 // Inscrição Gratuita
Boba da Corte será mais que um espetáculo. Resultará numa criação original de Gaya de Medeiros, uma coprodução Artemrede com o Teatro Sá da Bandeira, Santarém, e com os municípios de Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Lisboa, Palmela e Sesimbra. Ao longo de um ano, de maio de 2026 a maio de 2027, serão realizados diversos workshops e ações de mediação com a comunidade e artistas locais com vista ao desenvolvimento deste projeto.
De todos os interessados que queiram participar neste Workshop, dos artistas locais que participarem, um será selecionado para, ao longo de um ano, ter uma mentoria artística com GAYA DE MEDEIROS com vista à criação de um objeto performativo de curta duração a ser apresentado antes das sessões de BOBA DA CORTE no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, em maio de 2027.
Sex, 8 Mai., 18h00 às 21h00 I PÃO PÃO QUEIJO QUEIJO - OFICINA DE COZINHA BRASILEIRA | Teatro Sá da Bandeira | Para Todos os interessados | Entrada Gratuita
GAYA DE MEDEIROS e o TSB convidam a comunidade a cozinhar, ouvir boa música, comer juntos e conversar sobre o humano e o divino. A oficina de comida brasileira é um convite ao encontro, à partilha de receitas e a passar tempo juntos na mesa.
Sinopse
Boba da Corte é um projeto que nasce do desejo de olhar para uma geração de filhos e filhas que nasceram de pais pobres, mas que ascenderam socialmente chegando à classe média, e que se deram ao luxo de sonhar.
A narrativa é simples: Uma pessoa dá uma festa de aniversário com seus novos amigos da elite mas é confrontada com a mensagem de uma amiga que se perdeu a caminho da festa e acidentalmente foi parar na rua onde a aniversariante nasceu:
Uma rua de um bairro social.
Além disso, ela comemora efusivamente seus 35 anos de idade, pois superou a expectativa de vida das pessoas trans no seu país de origem. Entretanto, ela é confrontada com a idade com que sua mãe morreu, aos 36 anos de vida.
“Ou eu morro esse ano, ou eu vou viver para sempre!”
São essas ansiedades que conduzirão uma narrativa frenética e apaixonada: a das diferenças de classe e da dúvida permanente sobre pertencimento. Com humor afiado, entrega total e olhar impiedoso de uma bêbada (sobre ela mesma e sobre os outros), A Boba da Corte é tentativa de cura e dedo na ferida, é autoficção e retrato sociológico de uma classe média delirante.
“É muito self-hate, mas também é imenso amor.”
Biografia
Gaya de Medeiros (artista criadora)
Gaya de Medeiros é bailarina, atriz e encenadora, com trabalhos nacionais e internacionais em dança, teatro e cinema. Protagonizou a curta-metragem Um Caroço de Abacate, shortlist nos Oscars 2023, e criou cinco espetáculos (Atlas da Boca, BAqUE, Pai para Jantar, Cafezinho, Corre, bebé!), apresentados em mais de 28 cidades e 15 países. Fundou a BRABA, para promover ações protagonizadas por pessoas trans e não binárias. A sua pesquisa foca-se na expansão de narrativas autobiográficas e na tensão entre corpo, palavra e público.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Seg a Qui, 4 a 7 Mai., 18h00 às 20h30 I WORKSHOP DE CORPO E DANÇA COM GAYA DE MEDEIROS I Teatro Sá da Bandeira I M16 // Inscrição Gratuita
Boba da Corte será mais que um espetáculo. Resultará numa criação original de Gaya de Medeiros, uma coprodução Artemrede com o Teatro Sá da Bandeira, Santarém, e com os municípios de Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Lisboa, Palmela e Sesimbra. Ao longo de um ano, de maio de 2026 a maio de 2027, serão realizados diversos workshops e ações de mediação com a comunidade e artistas locais com vista ao desenvolvimento deste projeto.
De todos os interessados que queiram participar neste Workshop, dos artistas locais que participarem, um será selecionado para, ao longo de um ano, ter uma mentoria artística com GAYA DE MEDEIROS com vista à criação de um objeto performativo de curta duração a ser apresentado antes das sessões de BOBA DA CORTE no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, em maio de 2027.
Sex, 8 Mai., 18h00 às 21h00 I PÃO PÃO QUEIJO QUEIJO - OFICINA DE COZINHA BRASILEIRA | Teatro Sá da Bandeira | Para Todos os interessados | Entrada Gratuita
GAYA DE MEDEIROS e o TSB convidam a comunidade a cozinhar, ouvir boa música, comer juntos e conversar sobre o humano e o divino. A oficina de comida brasileira é um convite ao encontro, à partilha de receitas e a passar tempo juntos na mesa.
Sinopse
Boba da Corte é um projeto que nasce do desejo de olhar para uma geração de filhos e filhas que nasceram de pais pobres, mas que ascenderam socialmente chegando à classe média, e que se deram ao luxo de sonhar.
A narrativa é simples: Uma pessoa dá uma festa de aniversário com seus novos amigos da elite mas é confrontada com a mensagem de uma amiga que se perdeu a caminho da festa e acidentalmente foi parar na rua onde a aniversariante nasceu:
Uma rua de um bairro social.
Além disso, ela comemora efusivamente seus 35 anos de idade, pois superou a expectativa de vida das pessoas trans no seu país de origem. Entretanto, ela é confrontada com a idade com que sua mãe morreu, aos 36 anos de vida.
“Ou eu morro esse ano, ou eu vou viver para sempre!”
São essas ansiedades que conduzirão uma narrativa frenética e apaixonada: a das diferenças de classe e da dúvida permanente sobre pertencimento. Com humor afiado, entrega total e olhar impiedoso de uma bêbada (sobre ela mesma e sobre os outros), A Boba da Corte é tentativa de cura e dedo na ferida, é autoficção e retrato sociológico de uma classe média delirante.
“É muito self-hate, mas também é imenso amor.”
Biografia
Gaya de Medeiros (artista criadora)
Gaya de Medeiros é bailarina, atriz e encenadora, com trabalhos nacionais e internacionais em dança, teatro e cinema. Protagonizou a curta-metragem Um Caroço de Abacate, shortlist nos Oscars 2023, e criou cinco espetáculos (Atlas da Boca, BAqUE, Pai para Jantar, Cafezinho, Corre, bebé!), apresentados em mais de 28 cidades e 15 países. Fundou a BRABA, para promover ações protagonizadas por pessoas trans e não binárias. A sua pesquisa foca-se na expansão de narrativas autobiográficas e na tensão entre corpo, palavra e público.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 15 maio
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
Gate 57 – Quorum Ballet, Coreografia e conceito de Daniel Cardoso
Dança | Sex, 15 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)
Sinopse: "Gate 57" é uma viagem. Uma viagem a um tempo em que podíamos flutuar entre memórias de tardes ensolaradas e conversas intermináveis, onde o presente se torna eterno. É uma jornada a uma era em que a calma e a conexão humana prevaleciam, longe da pressa do mundo moderno.
"Gate 57" é um portal que nos convida a desacelerar, a sentir, a redescobrir a beleza do agora, transcendendo espaço e tempo. A leveza do ser contrasta com o peso da velocidade contemporânea, criando uma nostalgia descomplicada, onde a música ecoa como um murmúrio de um passado sereno.
Talvez a verdadeira viagem seja aquela que fazemos para nos reconectar com a essência do que significa estar vivo. Um convite a parar, a abraçar cada momento num espaço onde a tecnologia é apenas uma sombra distante.
O que perdemos na nossa busca incessante por progresso? Em "Gate 57", somos desafiados a refletir sobre o valor das pequenas coisas, redescobrindo a tranquilidade que nos permite ser verdadeiramente humanos.
Ficha Artística
Direção artística, conceito e coreografia Daniel Cardoso | Música Gene Vincent, The Mills Brothers, Chuck Berry, Ray Charles, entre outros | Bailarinos Beatriz Graterol, Inês Godinho e Margarida Carvalho | Criação de Figurinos Maria Monte | Desenho de luz Daniel Cardoso | Equipa técnica a definir | Produção Raquel Vieira de Almeida | Gestão e direção financeira Ana Cristina Bernardino
Biografia
A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.
A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.
O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul. O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Dança | Sex, 15 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)
Sinopse: "Gate 57" é uma viagem. Uma viagem a um tempo em que podíamos flutuar entre memórias de tardes ensolaradas e conversas intermináveis, onde o presente se torna eterno. É uma jornada a uma era em que a calma e a conexão humana prevaleciam, longe da pressa do mundo moderno.
"Gate 57" é um portal que nos convida a desacelerar, a sentir, a redescobrir a beleza do agora, transcendendo espaço e tempo. A leveza do ser contrasta com o peso da velocidade contemporânea, criando uma nostalgia descomplicada, onde a música ecoa como um murmúrio de um passado sereno.
Talvez a verdadeira viagem seja aquela que fazemos para nos reconectar com a essência do que significa estar vivo. Um convite a parar, a abraçar cada momento num espaço onde a tecnologia é apenas uma sombra distante.
O que perdemos na nossa busca incessante por progresso? Em "Gate 57", somos desafiados a refletir sobre o valor das pequenas coisas, redescobrindo a tranquilidade que nos permite ser verdadeiramente humanos.
Ficha Artística
Direção artística, conceito e coreografia Daniel Cardoso | Música Gene Vincent, The Mills Brothers, Chuck Berry, Ray Charles, entre outros | Bailarinos Beatriz Graterol, Inês Godinho e Margarida Carvalho | Criação de Figurinos Maria Monte | Desenho de luz Daniel Cardoso | Equipa técnica a definir | Produção Raquel Vieira de Almeida | Gestão e direção financeira Ana Cristina Bernardino
Biografia
A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.
A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.
O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul. O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 22 maio
21:30
Teatro Sá da Bandeira
21:30
Teatro Sá da Bandeira
emmy Curl + Coro do Conservatório de Música de Santarém
Música | Sex, 22 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço 5€ (preço único)
Sinopse: emmy Curl, nascida e criada nas altas montanhas de Vila Real, traz à vida as antigas melodias do folclore transmontano e celta que durante muito tempo permaneceram esquecidos. A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmónicas destas tradições.
"Pastoral", vencedor do Prémio José Afonso 2025, é mais do que um álbum, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos ouvintes e amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. A tour de apresentação de “Pastoral” passa pelo Teatro Sá da Bandeira no dia 22 de maio.
Ficha Técnica
Voz, guitarra, programações e videoarte emmy Curl | Baixo Razy | Bateria Pedro Antunes | Técnico de som Andreas Sidenius | Técnica de luz Ângela Bismark | Fotografia Andreas Sidenius | Agenciamento Mosto
Biografias
Catarina Miranda nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com dezoito anos.
Lançou o seu primeiro álbum em 2007 e, atualmente, fazem parte da sua discografia - Ether (LP, 2007); Birds Among the Lines (EP, 2020); Origins (EP, 2021); Cherry Luna (LP, 2013); Navia (LP, 2025); O Porto (LP, 2019); HomeWorks 15-19 (EP, 2020); 15 Years (LP, 2022) e Pastoral (LP, 2024).
“Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros. «A escolha deste álbum, deveu-se, antes de mais, à originalidade do universo musical e esté:co de emmy Curl. Os talentos mul:facetados da ar:sta permitem ao álbum premiado uma coerência esté:ca que se estende da música, textos e interpretação, ao grafismo e a outros detalhes da produção. Foi essa qualidade, originalidade e refinamento de todos os elementos do álbum que levou o júri a votar, por unanimidade, em ‘Pastoral’.» (CM Amadora, 2025) emmy Curl também ganhou destaque ao participar no Festival da Canção, em 2018, com a música "Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada". Essa canção, escrita por Camila Ferraro e composta por Júlio Resende, conquistou o 2° lugar no concurso e foi a mais votada pelo júri. Em 2025 participou também com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.
A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmônicas destas tradições.
O trabalho da emmy Curl é representante e intérprete do movimento Solar Punk, uma corrente de pensamento e estética que imagina um futuro sustentável e positivo onde a tecnologia e a natureza coexistem de forma harmoniosa.
Além da música, que a acompanha desde sempre, o trabalho visual é também uma das suas expressões artísticas. emmy desenvolve criações visuais tanto para o seu próprio projeto como para outros artistas. Os seus trabalhos podem ser vistos em imagens, que ilustram a sua obra, e nas projeções dos seus espetáculos, conteúdos que derivam de criações em 3D inspiradas no seu imaginário com uma forte conexão com a natureza. A cenografia em palco e a roupa são também da sua autoria e demonstram as suas diferentes valências artísticas, tornando-a numa artista multidisciplinar capaz de criar uma experiência completa e imersiva para o público.
emmy Curl é ferocidade e quietude, é singularidade e criação. Há uma infinidade de possibilidades dentro de cada música, cada palavra, cada nota. Ao público é feito um convite para percorrer paisagens sonoras e visuais inexploradas, onde a cada momento há uma nova descoberta.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Música | Sex, 22 mai | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 60 min. | Preço 5€ (preço único)
Sinopse: emmy Curl, nascida e criada nas altas montanhas de Vila Real, traz à vida as antigas melodias do folclore transmontano e celta que durante muito tempo permaneceram esquecidos. A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmónicas destas tradições.
"Pastoral", vencedor do Prémio José Afonso 2025, é mais do que um álbum, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos ouvintes e amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. A tour de apresentação de “Pastoral” passa pelo Teatro Sá da Bandeira no dia 22 de maio.
Ficha Técnica
Voz, guitarra, programações e videoarte emmy Curl | Baixo Razy | Bateria Pedro Antunes | Técnico de som Andreas Sidenius | Técnica de luz Ângela Bismark | Fotografia Andreas Sidenius | Agenciamento Mosto
Biografias
Catarina Miranda nascida em Vila Real de Trás-os-Montes, em 1990, é uma cantora, artista visual, produtora e compositora. Atua sob o nome artístico emmy Curl e foi uma das primeiras mulheres produtoras de música em Portugal, tendo começado o seu trabalho artístico apenas com 15 anos, usando o Myspace para mostrar os seus primeiros trabalhos. Desde aí, tem lançado vários álbuns e EPs durante a carreira que conta agora com dezoito anos.
Lançou o seu primeiro álbum em 2007 e, atualmente, fazem parte da sua discografia - Ether (LP, 2007); Birds Among the Lines (EP, 2020); Origins (EP, 2021); Cherry Luna (LP, 2013); Navia (LP, 2025); O Porto (LP, 2019); HomeWorks 15-19 (EP, 2020); 15 Years (LP, 2022) e Pastoral (LP, 2024).
“Pastoral”, o mais recente álbum editado em 2024 pela Cuca Monga, e que integrou várias listas dos melhores discos do ano, é uma homenagem à herança cultural do folclore português, uma celebração de coragem e amor em tempos difíceis. Um convite aos amantes de música a perderem-se e a deixarem-se envolver pela atmosfera Pastoral, que ecoará como as vozes das montanhas que a rodeiam. Este disco venceu o Prémio José Afonso em 2025, um prémio que visa homenagear o cantautor que lhe dá nome e é atribuído anualmente, distinguindo álbuns musicais que tenham como referência a Cultura, História, Língua e Música Popular Portuguesa e que já foi atribuído a artistas como Fausto, Sérgio Godinho, Jorge Palma, A Garota Não, entre outros. «A escolha deste álbum, deveu-se, antes de mais, à originalidade do universo musical e esté:co de emmy Curl. Os talentos mul:facetados da ar:sta permitem ao álbum premiado uma coerência esté:ca que se estende da música, textos e interpretação, ao grafismo e a outros detalhes da produção. Foi essa qualidade, originalidade e refinamento de todos os elementos do álbum que levou o júri a votar, por unanimidade, em ‘Pastoral’.» (CM Amadora, 2025) emmy Curl também ganhou destaque ao participar no Festival da Canção, em 2018, com a música "Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada". Essa canção, escrita por Camila Ferraro e composta por Júlio Resende, conquistou o 2° lugar no concurso e foi a mais votada pelo júri. Em 2025 participou também com a sua própria composição “Rapsódia de paz” interpretada pela própria - uma canção que segue a mesma linha do álbum Pastoral de 2024 e que chegou à final do Festival.
A artista dedica-se a valorizar e a respeitar o património cultural português, incorporando o lado moderno e o seu estilo de interpretação nas complexas camadas rítmicas e harmônicas destas tradições.
O trabalho da emmy Curl é representante e intérprete do movimento Solar Punk, uma corrente de pensamento e estética que imagina um futuro sustentável e positivo onde a tecnologia e a natureza coexistem de forma harmoniosa.
Além da música, que a acompanha desde sempre, o trabalho visual é também uma das suas expressões artísticas. emmy desenvolve criações visuais tanto para o seu próprio projeto como para outros artistas. Os seus trabalhos podem ser vistos em imagens, que ilustram a sua obra, e nas projeções dos seus espetáculos, conteúdos que derivam de criações em 3D inspiradas no seu imaginário com uma forte conexão com a natureza. A cenografia em palco e a roupa são também da sua autoria e demonstram as suas diferentes valências artísticas, tornando-a numa artista multidisciplinar capaz de criar uma experiência completa e imersiva para o público.
emmy Curl é ferocidade e quietude, é singularidade e criação. Há uma infinidade de possibilidades dentro de cada música, cada palavra, cada nota. Ao público é feito um convite para percorrer paisagens sonoras e visuais inexploradas, onde a cada momento há uma nova descoberta.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt

