Artes Performativas

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Qui, 08 Dez
17:00
a Dom, 18 Dez 2022
18:30

Catedral de Santarém


Música Ciclo de Concertos de Natal Catedral de Santarém | dezembro 2022
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Ciclo de Concertos de Natal

Ciclo de Concertos de Natal na Catedral de Santarém | dezembro 2022

Durante o mês de dezembro de 2022, a Catedral de Santarém acolherá um ciclo de Concertos de Natal.

O Ciclo terá início a 8 de dezembro, às 17h, com o tradicional concerto à Padroeira, Imaculada Conceição, a cargo do Coro da Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO) sob direção de Rafael Araújo.

No sábado, a 10 de dezembro, às 18h, decorrerá o Concerto de Natal pela Sociedade Filarmónica Alcanedense com a participação da soprano Sofia Pinto.

A 11 de dezembro, domingo, pelas 17h, o Coral Samouco convida o Coro do CCDTML (Metropolitano de Lisboa) ambos dirigidos pela maestrina Ana Vale de Gato, o Coral Évora dirigido pelo Maestro Pedro Nascimento, o Coral da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense e o Grupo Coral Clube PT Lisboa dirigidos pelo maestro Rui de Sá Sequeira para, em conjunto, apresentarem a Missa Pro Pace, de Daniele Carnevali, acompanhados pelo Ensamble Musical da Sociedade Filarmónica e Labor Samouquense (Trompete, Trompa, Trombone, Tuba e Percurssão), dirigido pelo Maestro Fernando Ramos.

O ciclo encerra a 18 de dezembro, às 17h, com o concerto comemorativo do 50.º aniversário do Coro do Círculo Cultural Scalabitano, com a participação da Camerata de Cordas de Leiria. O concerto apresentará um Requiem a Bernardo Santareno, de António Matias.

O Ciclo de Concertos de Natal é promovido pelo Museu Diocesano de Santarém – Diocese de Santarém, em parceria com o Município de Santarém e todos os coros presentes, e tem acesso gratuito.

Aproveite o tempo de Advento e participe!
Sáb, 10 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Bilhetes `venda só no Teatro Sá da Bandeira
Música Dia de Festa Projeto ESCALA
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Dia de Festa

Dia de Festa

Projeto ESCALA

Música | Sáb, 10 dez | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/6 | Duração 55m | Preço: criança gratuito; adulto 5€ | Descontos: escolas gratuito; famílias – gratuito para crianças acompanhadas por adultos

Uma produção Casa da Música

Tudo é simples, tudo é familiar, tudo vive da imaginação, tudo vive do lugar.

As mantas representam os diferentes espaços da ação, pode ser no Norte ou em qualquer outro local de Portugal. O Dia de Festa está a chegar e é sempre um dia especial. Há muitos séculos que é igual, sendo todos os anos diferente. Não te deixes enganar, não é só para os mais velhos, não é só para os mais novos, este é um dia verdadeiramente de todos e para todos.

Então vamos lá começar!

Partindo do espólio de instrumentos populares portugueses que existe na Casa da Música, e de todo um cancioneiro, recriamos um verdadeiro arraial português em celebração da música de raiz mais popular.

Ficha Técnica

Direção artística e interpretação Rui Rodrigues | Interpretação Beatriz Rola, Jorge Queijo, Paulo Neto e Tiago Oliveira | Produção Casa da Música

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público:

3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes.

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Bilhetes à venda só no Teatro Sá da Bandeira

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 10 Dez
21:30

Casa do Povo de Amiais de Baixo


Teatro A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera Projeto Vilas
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A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

Projeto Vilas

Sáb, 10 Dez., 21h30 I Casa do Povo, Amiais Baixo I Teatro

“Abram portas e janelas as que não vêem o céu.”

Debruçamo-nos sobre este texto de Frederico García Lorca tratando-o como um hino ao sonho, à liberdade e ao feminino. Pela liberdade de ser quem são, pela vontade de soltar os seus corpos das convenções e amarras sociais, onze jovens adolescentes descobrem-se dentro destes espectros fantasiados. Com um pulsar de manifesto e experimentação este é um espetáculo que permanece vivo e errático.

Nesta viagem por esta obra de Lorca, foi importante falar sobre o sonho e o seu espaço na existência, na encenação representado pelo músico em cena assemelhado ao Pepe Romano. O Pepe Romano que representado como uma ideia, uma libertação, e não um homem, é assemelhado ao papel da arte na vida e a importância que a mesma tem na nossa capacidade de sonhar. A equipa artística é composta por elementos emergentes da cultura scalabitana, sendo que o espetáculo é acompanhado por música ao vivo ao cargo de Pedro Mourinha.

Ficha técnica

Assistência de Direção Gabriel Silva | Música Original e Espaço Sonoro Pedro Mourinha | Desenho de Luz Miguel Canaverde | Interpretação Afonso Almeida, Catarina Mendes, Catarina Mogas, Filipa Graça, Gabriela Santos, Inês Paulino, Isa Almeida, Margarida Monteiro, Pedro Pratas, Stephany Malpica, Xénia Nogueira
Sáb, 17 Dez
21:30

Sociedade Recreativa Filarmónica Pernense (Música Velha)


Teatro A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera Projeto Vilas
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A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

Projeto Vilas

Sáb, 17 Dez., 21h30 I Música Velha de Pernes I Teatro

“Abram portas e janelas as que não vêem o céu.”

Debruçamo-nos sobre este texto de Frederico García Lorca tratando-o como um hino ao sonho, à liberdade e ao feminino. Pela liberdade de ser quem são, pela vontade de soltar os seus corpos das convenções e amarras sociais, onze jovens adolescentes descobrem-se dentro destes espectros fantasiados. Com um pulsar de manifesto e experimentação este é um espetáculo que permanece vivo e errático.

Nesta viagem por esta obra de Lorca, foi importante falar sobre o sonho e o seu espaço na existência, na encenação representado pelo músico em cena assemelhado ao Pepe Romano. O Pepe Romano que representado como uma ideia, uma libertação, e não um homem, é assemelhado ao papel da arte na vida e a importância que a mesma tem na nossa capacidade de sonhar. A equipa artística é composta por elementos emergentes da cultura scalabitana, sendo que o espetáculo é acompanhado por música ao vivo ao cargo de Pedro Mourinha.

Ficha técnica

Assistência de Direção Gabriel Silva | Música Original e Espaço Sonoro Pedro Mourinha | Desenho de Luz Miguel Canaverde | Interpretação Afonso Almeida, Catarina Mendes, Catarina Mogas, Filipa Graça, Gabriela Santos, Inês Paulino, Isa Almeida, Margarida Monteiro, Pedro Pratas, Stephany Malpica, Xénia Nogueira
Sáb, 17 Dez
21:30

Teatro Sá da Bandeira


Música Tiago Nacarato com o Coro do Conservatório de Música de Santarém
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Tiago Nacarato

Tiago Nacarato com o Coro do Conservatório de Música de Santarém

Música / Sáb, 17 dez / 21h30 / Teatro Sá da Bandeira / Classificação Etária M/6 / Duração 01h10 / Preço 7,5€ (preço único)

Tiago Nacarato é um dos cantautores mais completos e coerentes da música portuguesa atual, a quem se vaticina uma longa e sólida carreira. Conta já com digressões Europeias, Brasileiras e em território nacional, afirmando-se, assim, como um dos mais relevantes artistas portugueses contemporâneos.

Depois de causar furor no panorama musical português com o lançamento do seu primeiro disco de originais Lugar Comum (2019), do qual produziu A Dança, Tiago Nacarato edita em 2022 o seu segundo álbum de originais, Peito Aberto.

Peito Aberto é assumidamente inspirado em referências das culturas latinas e africanas, com um toque de música do mundo. O álbum promete consolidar o estatuto de Tiago Nacarato como um dos maiores talentos que o país tem para oferecer, num disco repleto de emoção, ritmos dançantes e canções que não deixam ninguém indiferente.

Com uma poesia focada no quotidiano do artista e no que observa da situação económica e política do mundo, Peito Aberto é um “espaço” de tempo cheio de surpresas.

Biografia

Tiago Nacarato é um dos cantautores mais completos e coerentes da música portuguesa atual, a quem se vaticina uma longa e sólida carreira. Conta já com digressões Europeias, Brasileiras e em território nacional, afirmando-se, assim, como um dos mais relevantes artistas portugueses contemporâneos. Aos 18 anos Tiago Nacarato decidiu investir na sua educação musical, inscrevendo-se na escola de música Valentim de Carvalho onde teve aulas de canto, guitarra, treino auditivo, teoria musical e combo.

Durante esse período surgiram as primeiras oportunidades, sendo que um dos marcos mais importantes vem na sequência de um convite de Pedro Cardoso (Peixe dos Ornatos Violeta), seu professor na altura, para integrar uma orquestra de guitarras e baixos elétricos, projeto esse que pisou palcos como Serralves em Festa, Hard Club ou Casa da Música.

O regresso às raízes brasileiras acontece uns anos depois quando se junta à Orquestra Bamba Social como vocalista, um projeto que reúne músicos luso-brasileiros residentes no Porto e que presta tributo a vários clássicos da música brasileira, recriando-os e acrescentando novas sonoridades. Juntos já lançaram “Sorria” ou “Na Fé”, tema que dá nome ao primeiro álbum de originais da banda.

Lugar Comum, o disco de estreia editado em outubro de 2019, levou-o novamente aos concertos no Brasil e trouxe-o de volta para atuar nos palcos de alguns dos maiores festivais nacionais, como o MEO Marés Vivas, NOS Alive ou Festival F. O disco que causou furor no panorama nacional contava como os êxitos como A Dança ou Só Me Apetece Dançar, em parceria com Ana Bacalhau.

Para Tiago Nacarato a música só faz sentido se chegar ao público, ao dele e ao dos outros. Neste contexto, durante a pandemia surgiu o projeto “Casulo”, em que se assumiu como curador e que ajudou a promover o trabalho de 7 artistas, através de 7 episódios e de 7 concertos na sua cidade, o Porto.

Em 2022, Tiago Nacarato edita o seu segundo álbum de originais, Peito Aberto. Peito Aberto é assumidamente inspirado em referências das culturas latinas e africanas, com um toque de música do mundo. O álbum promete consolidar o estatuto de Tiago Nacarato como um dos maiores talentos que o país tem para oferecer, num disco repleto de emoção, ritmos dançantes e canções que não deixam ninguém indiferente.

Com uma poesia focada no quotidiano do artista e no que observa da situação económica e política do mundo, Peito Aberto é um “espaço” de tempo cheio de surpresas.

Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público:

3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes.

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados

Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten, CTT e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 07 Jan
18:00

CNEMA – Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas


Música Concerto de Ano Novo… Com Sabor a Brasil Orquestra Metropolitana de Lisboa
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Concerto de Ano Novo… Com Sabor a Brasil

Concerto de Ano Novo… Com Sabor a Brasil | Orquestra Metropolitana de Lisboa

Há duzentos anos, o Brasil celebrou pela primeira vez a «virada do ano» com uma soberania que gritava independência. O processo que conduziu a essa mudança inscreve-se também na História de Portugal. No rescaldo das comemorações da efeméride, lembramos hoje que há muito mais do que uma língua a unir os dois povos.

Comecemos pela música, convidando o maestro Evandro Matté e quatro compositores também brasileiros para complementarem as tradicionais valsas e polcas da família Strauss.

Seja com Caipirinha ou Vinho do Porto, brindemos juntos. Cá e lá, tchim-tchim!!

Concerto de Ano Novo… Com Sabor a Brasil

Orquestra Metropolitana de Lisboa

C. Gomes - Alvorada

J. Strauss - Música das Esferas

C. Gomes - Abertura da Ópera O Guarani

J. Strauss II - Polca rápida Sob Trovões e Relâmpagos

A. Nepomuceno - Batuque

J. Strauss II - Polca Tritsch-Tratsch

C. Guarnieri - Dança Brasileira

J. Strauss II - Polca Annen

F. Mignone - Congada, da Ópera O Contratador de Diamantes

J. Strauss II - Valsa O Danúbio Azul

Evandro Matté, maestro

Bilhetes à venda brevemente
Sáb, 07 Jan
21:30

Associação Recreativa e Cultural de Alcanede


Teatro A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera Projeto Vilas
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A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

Projeto Vilas

Sáb, 7 Jan., 21h30 I ARCA – Associação Recreativa e Cultural de Alcanede I Teatro

“Abram portas e janelas as que não vêem o céu.”

Debruçamo-nos sobre este texto de Frederico García Lorca tratando-o como um hino ao sonho, à liberdade e ao feminino. Pela liberdade de ser quem são, pela vontade de soltar os seus corpos das convenções e amarras sociais, onze jovens adolescentes descobrem-se dentro destes espectros fantasiados. Com um pulsar de manifesto e experimentação este é um espetáculo que permanece vivo e errático.

Nesta viagem por esta obra de Lorca, foi importante falar sobre o sonho e o seu espaço na existência, na encenação representado pelo músico em cena assemelhado ao Pepe Romano. O Pepe Romano que representado como uma ideia, uma libertação, e não um homem, é assemelhado ao papel da arte na vida e a importância que a mesma tem na nossa capacidade de sonhar. A equipa artística é composta por elementos emergentes da cultura scalabitana, sendo que o espetáculo é acompanhado por música ao vivo ao cargo de Pedro Mourinha.

Ficha técnica

Assistência de Direção Gabriel Silva | Música Original e Espaço Sonoro Pedro Mourinha | Desenho de Luz Miguel Canaverde | Interpretação Afonso Almeida, Catarina Mendes, Catarina Mogas, Filipa Graça, Gabriela Santos, Inês Paulino, Isa Almeida, Margarida Monteiro, Pedro Pratas, Stephany Malpica, Xénia Nogueira
Sáb, 14 Jan
21:30

Vale de Santarém


Teatro A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera Projeto Vilas
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A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

A Casa de Bernarda Alba, por Poético Paralelo Associação / Teatro Nêspera

Projeto Vilas

Sáb, 14 jan., 21h30 I Salão Paroquial do Vale Santarém I Teatro

“Abram portas e janelas as que não vêem o céu.”

Debruçamo-nos sobre este texto de Frederico García Lorca tratando-o como um hino ao sonho, à liberdade e ao feminino. Pela liberdade de ser quem são, pela vontade de soltar os seus corpos das convenções e amarras sociais, onze jovens adolescentes descobrem-se dentro destes espectros fantasiados. Com um pulsar de manifesto e experimentação este é um espetáculo que permanece vivo e errático.

Nesta viagem por esta obra de Lorca, foi importante falar sobre o sonho e o seu espaço na existência, na encenação representado pelo músico em cena assemelhado ao Pepe Romano. O Pepe Romano que representado como uma ideia, uma libertação, e não um homem, é assemelhado ao papel da arte na vida e a importância que a mesma tem na nossa capacidade de sonhar. A equipa artística é composta por elementos emergentes da cultura scalabitana, sendo que o espetáculo é acompanhado por música ao vivo ao cargo de Pedro Mourinha.

Ficha técnica

Assistência de Direção Gabriel Silva | Música Original e Espaço Sonoro Pedro Mourinha | Desenho de Luz Miguel Canaverde | Interpretação Afonso Almeida, Catarina Mendes, Catarina Mogas, Filipa Graça, Gabriela Santos, Inês Paulino, Isa Almeida, Margarida Monteiro, Pedro Pratas, Stephany Malpica, Xénia Nogueira