Sáb, 18 Abr
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 13 de março às 10h00
Música
Capicua – Um Gelado antes do Fim do Mundo
Música
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Capicua – Um Gelado antes do Fim do Mundo
Música | Sáb, 18 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 75 min. | Preço: 7,5€ (preço único)
Sinopse: Para consumar o lançamento do mais recente disco, Capicua tem novo espetáculo.
"Um gelado antes do fim do mundo” é um disco sobre o nosso tempo. Fala sobre a sobrevivência da poesia num mundo em colapso, sobre a nossa carência de futuro, de utopia e de esperança, mas, sobretudo, sobre o encantamento, na arte e na natureza, como antídoto para tudo isso.
Da mesma forma, o espetáculo “Um gelado antes do fim do mundo” pretende cultivar esse encantamento, celebrando a força insubmissa das palavras e da música, como forma de construção de novos mundos.
Acompanhada por Luís Montenegro, Virtus, D-One, Inês Malheiro e Joana Raquel e com projeções de vídeo de André Tentúgal, Capicua apresenta um concerto musicalmente fluído e contagiante, construído a partir da sua força poética, entre a voz cantada, a palavra dita e o rap.
Dos temas emocionais, às músicas mais dançáveis, passando pelas canções mais interventivas e alguns clássicos da rapper, é impossível ficar indiferente ao impacto de um espetáculo musical, guiado pelo poder galvanizante da palavra e pela mestria de Capicua.
Ficha Técnica e Artística
Voz Capicua | Coros Joana Raquel, Inês Malheiro | dj D-One | mpc Virtus | Guitarra, Baixo Luis Montenegro | Som de frente Jorge Jacinto | Som de palco Carlos Casaleiro | Luz e vídeo Virgínia Esteves | Fotografia André Tentugal | Roadie Emanuel Rocha | Road manager manager Mário Castro | Booking e produção executiva Radar dos Sons
Biografia
Capicua nasce no Porto nos anos 80, descobre a cultura Hip Hop nos anos 90 e torna-se Rapper nos anos 00. Socióloga de formação, acabou por fazer da música o seu principal ofício e é conhecida pela sua escrita emotiva, feminista e politicamente engajada. A sua discografia conta com duas mixtapes e quatro álbuns em nome próprio, um disco de remisturas, dois discos-livro para crianças com o projeto Mão Verde, um disco luso-brasileiro colaborativo e um EP ao vivo, além da direção artística do álbum de homenagem a Sérgio Godinho “SG Gigante” (2022). Na última década, tem conquistando um público muito diverso e acumulado colaborações com vários artistas, tem somado concertos, workshops, conferências, projetos sociais e comunitários (como o OUPA integrado no Cultura em Expansão da CMP ou o Recanto a convite da Arte em Rede). De assinalar, é também o seu aclamado percurso como letrista para vários intérpretes e, em particular, do novo disco “Metade-Metade” (2022) de Aldina Duarte que escreveu na íntegra. Tem também somado várias experiências de escrita para teatro (de dramaturgia a bandas sonoras) e conta já com muitos anos de atividade como cronista, na Revista Visão (2015-2021) e agora no Jornal de Notícias. Capicua é também autora de dois livros, um de crónicas e poemas - “Aquário” (Companhia das Letras, 2022) e “Cor-de-Margarida” (Nuvem de Letras em 2023) para o público infantil. O ano de 2024 começa com um tema novo “Que força é essa amiga” (que é uma versão renovada e no feminino do clássico de Sérgio Godinho) e termina com um disco pronto. 2025 será ano de lançamento e digressão com “Um gelado antes do fim do mundo”.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qui, 23 Abr
Teatro Sá da Bandeira
Teatro
Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão
Serviço Educativo
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Uma Ideia de Justiça, Teatro do Bolhão
Serviço Educativo
Teatro | Qui, 23 abr | 10h30 – prioridade público escolar | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/12 | Duração aprox. 45 min.
Sinopse
O que é a justiça? E a injustiça? Uma Ideia de Justiça, de Joana Providência, com texto de Isabel Minhós Martins, é um espetáculo que traz estas perguntas literalmente para cima da mesa, uma mesa onde se tenta construir uma noção de justiça. À sua volta, há cadeiras especiais para sentar toda a gente: os que têm pernas compridas, os que não conseguem estar quietos, os que vêm sempre e os que não costumam ser convidados. Sobre ela, vários adereços: por exemplo, uma travessa cheia de fruta. Quem tem mais fome? Quem ainda não comeu? Quem tem direito a esta fruta? Levantam-se interrogações parecidas quando são direitos, deveres ou liberdades o que está em cima da mesa. Ao abordar questões como a diversidade, a escolha, a igualdade e a liberdade, o espetáculo quer ser uma ferramenta de construção de justiça. E responder à interpelação de Sophia de Mello Breyner: “Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo.”
Ficha Técnica
Direção Artística Joana Providência | Texto Isabel Minhós Martins | Interpretação e Cocriação Joana Mont’ Alverne, Joana Petiz, Rina Marques | Cenografia Cristóvão Neto | Figurinos Cátia Barros | Música Ana Bento e Bruno Pinto / Gira Sol Azul | Desenho de Luz Tiago Silva | Apoio a Elocução Maria do Céu Ribeiro | Apoio a Movimento Daniela Cruz | Formação em Língua Gestual Portuguesa Cristina Ferreira | Direção de Produção Glória Cheio | Coprodução Teatro do Bolhão, Teatro Nacional São João, Teatro Aveirense e A Oficina
Biografia
Joana Providência Nasceu em Braga, em 1965. Iniciou os seus estudos em dança com Fernanda Canossa. Em 1989 terminou o curso da Escola Superior de Dança do IPL. Integra desde 1995 a Academia Contemporânea do Espetáculo na qualidade de docente responsável pelo departamento de movimento do curso de Interpretação. Integra a companhia de teatro promovida por aquela entidade, a ACE/Teatro do Bolhão, sendo membro da sua direção artística. No seu trabalho coreográfico, Joana Providência tem desenvolvido uma linguagem pessoal de composição, onde privilegia a relação intérprete/coreógrafo. A matriz do seu processo criativo baseia-se num diálogo construído a partir da apresentação de uma série de propostas para as quais os intérpretes desenvolvem respostas. O uso da palavra (o texto é um dos pontos de partida), a utilização de espaços arquitetónicos (como elementos do processo criativo), a escolha de atores (justificada pela sua capacidade de integrarem palavra com movimento) são elementos estruturantes do seu trabalho. Como coreógrafa tem desenvolvido diversos projetos dos quais destaca, “Rumor” a partir da obra de Christian Boltanski, Coprodução Teatro do Bolhão/ Teatro Nacional São João/ Festival DDD; “Território” a partir da obra de Alberto Carneiro, coprodução Teatro do Bolhão/Culturgest, nomeado para os Prémios SPA, na categoria de Dança _ melhor coreografia ; “ Ladrões de Almas” coprodução Teatro do Bolhão/ Culturgest; “mão na boca” coprodução Teatro do Bolhão/ Fundação de Serralves, a partir da obra de Paula Rego, programa paralelo à Exposição Retrospectiva; “Mecanismos” , espetáculo que lhe valeu o Sete de Ouro – Prémio Revelação. Participou em diversos festivais como: Mostra de Dança Portuguesa ACARTE, New Moves, Glasgow (Escócia), Festival de Otoño /Madrid, Spring Dance (Holanda) e Klapstuck (Bélgica), Tanzplattform (Frankfurt), Festival DDD (Porto), Chantiers d’Europe Théâtre de la Ville (Paris).
Joana Mont’ Alverne 1993. Vila Praia de Âncora. Frequentou o curso profissional de Interpretação na ACE Escola de Artes (2013-2016), a licenciatura de Cenografia na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (2011-2013) e a Escola Artística Soares dos Reis (2008-2011). Integrou o Teatro Universitário do Porto em 2012, onde colaborou em várias áreas de criação e de produção. Foi presidente da direcção entre 2016 e 2018. Desde 2017 trabalha como intérprete em alguns projetos do Serviço Educativo do Teatro do Bolhão. Entre 2018 e 2019, como co-criadora e intérprete, apresentou: CERNE, uma performance-instalação, em parceria com Hugo Bonjour (Bienal de Cerveira 2018 e Curtas de Dança - Festival DDD 2019); manifesta., co-criação com Emanuel Santos, Mafalda Banquart, Tiago Araújo e Tiago Jácome (apresentação final do RECURSO 2019– curso de teoria e criação teatral, um projeto da Estrutura em parceria com a mala voadora e o José Maria Vieira Mendes); EXPOSIÇÃO PROVISÓRIA, uma performance-exposição, em co-criação com Hugo Bonjour (bolsa de criação atribuída no âmbito da VAGA - Mostra de Artes e Ideias 2019, da ACE Teatro do Bolhão. Foi também apresentada no Teatro da Garagem, no TRY BETTER FAIL BETTER 2019). Em 2019 criou DESFILE PROVISÓRIO, espetáculo resultante da bolsa de criação dirigida aos alunos do RECURSO, apresentado na mala voadora. Fez apoio à criação no espetáculo ÍMPAR, de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, no âmbito do Young Emerging Performers, apresentado na Rua das Gaivotas 6. Em 2020 criou MONO, um filme produzido pelo Teatro Universitário do Porto, projeto final do Curso de Iniciação à Interpretação, apresentado no Cinema Passos Manuel. Fez colaboração dramatúrgica de IMPARidades, um espetáculo de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, uma produção da Estrutura, apresentado em 2021 no Armazém 22. Em 2021 foi intérprete e co-criadora de amor.demónio, um espetáculo de Raquel S., integrado no FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.
Joana Petiz Atriz e criadora formada na ACE e na ESTC. Trabalhou com Michael de Oliveira, Nuno M. Cardoso, João Cardoso, Joana Providência, Bestiário e Diana de Sousa. Destaca Jean Paul Bucchieri, Luca Aprea, Miguel Moreira, Vera Mantero e Natsuko Kono como seus mentores. Escreveu, com Patrícia Deus, a peça Estéril. Ganhou a bolsa do Laboratório de Pesquisa Linha de Fuga, com o seu projeto a solo Waste. Apresentou Feeling Blue, no Porto, criação coletiva contemplada pela bolsa LOBBY da Mala Voadora. Interessa-se pela pesquisa enquanto mote de criação. O seu trabalho gira em torno da dúvida e da sua descodificação, através da sobreposição de símbolos. O seu instinto é bruto, contudo é bem-educada, daí advém a sua delicadeza.
Rina Marques Catarina “Rina” Marques, 27 anos, bailarina freelancer. Natural de Santa Maria da Feira, reside atualmente em Lisboa. O seu percurso na dança teve início no desporto escolar e, mais tarde, na Academia All About Dance (Santa Maria da Feira), onde teve aulas de hip hop, jazz e dança contemporânea. Ingressa a companhia semi-profissional da mesma academia em 2013 sob a direção artística de Vitor Fontes, onde interpreta “URBAM” e “TUKI”. Conclui a sua licenciatura em 2017 pela Escola Superior de Dança (Lisboa, Portugal) e pelo Conservatório Superior de Dansa de l’Institut del Teatre (Barcelona, Espanha). É em 2017 que apresenta o seu primeiro solo, “Clarabóia” (Festival TuDanzas, Barcelona) e cria o dueto “Querencia” com Catarina Campos). Em 2018 conclui o FAICC (Formação Avançada em Interpretação e Composição Coreográfica) e cria “HANNO”, juntamente com Rui Paixão. Em 2019 inicia a sua colaboração com a artista visual Sara Ferreira, de onde nasce “Nova Refutação do Tempo” um solo que junta dança e fotografia. Paralelamente ao trabalho de criação, colabora como intérprete com outros artistas/coreógrafos, tais como a Companhia RADAR 360, Mathilde Monnier, Oskar&Gaspar, First Breath After Coma, Joan Jonas, Teatro do Mar, Útero, Purga, Sofia Dias & Vítor Roriz, entre outros. É fundadora do projeto DESCARGA Jams, que visa a organização e jam sessions e o encontro entre várias práticas artísticas.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 29 Abr
10:30
Teatro Sá da Bandeira
prioridade público escolar
Dança
Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet
Serviço Educativo
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Para lá do Mar de Sophia – Quorum Ballet
Serviço Educativo
Dança | Qua, 29 abr | 10h30 – prioridade público escolar | Teatro Sá da Bandeira | Classificação Etária M/6 | Duração 50 min.
Sinopse
Oriana ou o Rapaz de Bronze?
Um Cavaleiro ou o Mar?
Quatro histórias nascidas da memória e escritas a tinta de liberdade.
Em comum, uma letra apenas: S de Sophia. S de Saudade.
Uma viagem pelas memórias de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde as palavras ganham vida, numa coreografia de magia e simplicidade.
Catarina Claro/ Inês Godinho
Ficha Artística
Direção Artística Daniel Cardoso | Coreografia Inês Godinho | Conceito Inês Godinho/ Catarina Claro | Textos Inês Godinho/ Catarina Claro | Narração Catarina Claro | Bailarinos a definir | Figurinos Inês Godinho | Conceção de Figurinos Helena Pereira | Sonoplastia Inês Godinho | Ilustração Ester Gonçalves | Música Louis Armstrong; Jelly Roll Morton & His Red Hot Peppers; Alexandre Desplat; Danny Elfman; Michael Giacchino; Max Ritcher; Rupert Gregson-Williams; Justin Hurwitz; Christophe Beck | Cenografia Maria Monte | Desenho de Luz Inês Godinho/ Rui Daniel | Produção Raquel Vieira de Almeida | Direção Financeira Ana Cristina Bernardino
Biografia
A Quorum Dance Company (Ex Quorum Ballet) é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em Outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou em 2011 a Companhia de dança pré-profissional Projecto Quorum.
A Quorum Dance Company tem apresentado inúmeras peças da autoria de Daniel Cardoso e de muitos coreógrafos convidados. No total, foram criadas mais de 70 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens.
O rigor e profissionalismo da Companhia tem originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado, nomeadamente Albânia, Dinamarca, Estados Unidos, Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia, Finlândia, Escócia, Letónia, Croácia e Coreia do Sul.
O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas, onde se destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica da Companhia.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 29 Abr
21:30
Teatro Sá da Bandeira
Cinema/Audiovisual
Fantasia Lusitana
de João Canijo
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Fantasia Lusitana, de João Canijo
Cinema | Qua, 29 abr | 21h30 | Teatro Sá da Bandeira | Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita
Título original: FANTASIA LUSITANA
De: João Canijo
Documentário, POR, 2010, 66´, M/12
Sinopse:
A propaganda imaginada e imaginária do salazarismo, durante a II Grande Guerra, pregava a proeza de uma neutralidade devida ao génio de Salazar. Segundo essa propaganda, que proclamava a ausência da guerra no meio da guerra, mesmo com o fluxo de refugiados que chegava a Lisboa, Portugal era um paraíso de paz e tranquilidade, um «oásis de paz» totalmente alheio a uma guerra que só dizia respeito aos outros. A sensação que a propaganda transmitia era a de uma guerra que só afetava os portugueses na medida das dificuldades de sobrevivência. A propaganda, elevada a extremos nas crónicas do Jornal Português, ajudou a criar uma espécie de inconsciência protetora que seria cómica se não fosse trágica.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt