Qua, 18 Mar
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Cinema/Audiovisual
Sete Invernos em Teerão
de Steffi Niederzoll
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Cinema | Sete Invernos em Teerão, de Steffi Niederzoll
Cinema
Qua, 18 mar às 21h30
Teatro Sá da Bandeira
Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita
Título original: Sieben Winter in Teheran
De: Steffi Niederzoll
Documentário, ALE, FRA, 2023, 97’, M/12
Sinopse: Teerão, 7 de julho de 2007: Reyhaneh Jabbari, 19 anos, tem uma reunião de negócios com um novo cliente. Para ela, este é apenas mais um dia comum, porém a sua vida mudará para sempre quando o novo cliente a tenta violar. Ela esfaqueia-o em legítima defesa e foge do local. Mais tarde, no mesmo dia, é presa e imediatamente acusada de assassinato. Apesar de muitas evidências apontarem para legítima defesa, em tribunal, Reyhaneh não tem qualquer hipótese de defesa. O seu agressor era um homem influente e poderoso e mesmo após a sua morte, continua a ser protegido por uma sociedade patriarcal e Reyhaneh é condenada à morte.
Graças a vídeos pessoais, secretamente gravados e fornecidos pela família de Reyhaneh, juntamente com depoimentos seus, as cartas escritas na prisão e outros arquivos, o filme retrata a sua detenção, o seu julgamento e o destino desta mulher que se tornou num símbolo de resistência no país. A sua luta pelos direitos das mulheres ecoa a luta de tantas outras e “Sete Invernos em Terrão” lança uma luz sobre como são as mulheres verdadeiramente tratadas no Irão.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 27 Mar
21:30
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro
Menina Júlia
Encenação e dramaturgia de João de Brito
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DIA MUNDIAL DO TEATRO
Menina Júlia, Encenação e dramaturgia de João de Brito
De August Strindberg
Teatro
Sex, 27 mar às 21h30
Teatro Sá da Bandeira
Classificação Etária M/12
Duração 85 min.
Preço: 5€ (preço único)
Sinopse
Júlia é uma jovem de uma família rica que, por detrás de uma inocência aparente, esconde um lado provocador, frágil e despojado. A ação desenrola-se na cozinha de uma das casas de seu pai, o Senhor S., também conhecido como o dono disto. Numa noite de festa de comemoração da entrada do verão, Júlia seduz e é seduzida por João, um homem elegante e ambicioso, criado do Senhor S. e noivo de Cristina, a cozinheira da casa. Cristina assiste ao rápido desenrolar desta relação, sempre com o olhar resignado de quem sabe pertencer a uma classe menos favorecida. Desejo, sedução, luxúria, ódio, atração e repulsa, conflitos de poder, o choque violento das classes sociais e dos sexos povoam aquela que será uma noite trágica.
Ficha Artística e Técnica
De August Strindberg | Adaptação e encenação João de Brito Elenco Helena Caldeira; João Jesus; Rita Brütt | Cenografia Henrique Ralheta | Sonoplastia Noiserv | Figurinos José António Tenente | Desenho de luz Luís Bombico | Assistente de encenação Ana Baptista | Gestão de projetos Tiago da Câmara Pereira | Apoio à gestão Lara Maia | Produção executiva Giulia Dal Piaz e Rita Rosado | Comunicação Joana Botelho Enes | Coprodução Teatro da Trindade INATEL e LAMA Teatro | Apoio institucional Município de Faro | Apoio República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção- Geral das Artes | Outros apoios Hipnose - Produções Artísticas
Biografias
JOÃO DE BRITO Encenação e dramaturgia
Nasceu em Faro. Licenciado em Teatro – Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Mestrado em Práticas Culturais para Municípios pela FCSH (Univ. Nova de Lisboa). No LAMA Teatro encenou os espetáculos: Batalha (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro das Figuras); As Leis Fundamentais da Estupidez Humana (coprodução Teatro da Trindade); O Valor das Pequenas Coisas (coprodução Lu.Ca - Teatro Luís de Camões); Puzzle (coprodução Teatro das Figuras); Uma Casa de Bonecas (coprodução Teatro da Trindade); À Babuja (inserido no 365 Algarve); Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler; Insuflável (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro Virgínia); Elastic (coprodução Cine-Teatro Louletano e 365 Algarve); Seattle; Leôncio & Lena (Rede Azul); Manuel In; Actrizes; Barafunda e Comida. Encenou também outras estruturas: Migrantes, de Mátei Visniec (KCena – Teatro Viriato); Bastien e Bastienne, uma ópera de Mozart (Artis XXI); Amor Doméstico (A Fera Teatro); Cataplay (Tertúlia Algarvia, inserido no 365 Algarve). Cocriador dos seguintes espetáculos no LAMA Teatro: Frigorifico (coprodução Município de Faro e Teatro das Figuras) Romeu e Romeu (coprodução Teatro das Figuras Cine-Teatro Louletano e Teatro de Vila Real, Fit (IN) (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), Carripana (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), NOVO_Título Provisório (coprodução Culturgest), Ainda Assim, A história que não queria ser livro (coprodução Culturgest), Habitamus, T.3, JBWB -900, És-passos e Brilharetes (coprodução Artistas Unidos, LAMA Teatro e Molloy). Em Teatro, foi dirigido por: Carlos Avilez, Francisco Campos, Catarina Requeijo, Rui Mendes, Rui Catalão, João Galante e Ana Borralho, Tiago Gandra, Madalena Victorino, Marta Silva, Marta Coutinho, Filomena Oliveira, Miguel Loureiro, André Guedes, Bruno Bravo, Rui Neto, Gonçalo Amorim, Giacomo Scalisi, Miguel Fragata, Inês Barahona, Carlos Marques, João Brites, Nuno M. Cardoso, Jorge Silva, José Peixoto, Jorge Silva Melo, Marco Medeiros, Marta Lapa, Tiago Cadete, Marco Paiva, Maria Camões, Yola Pinto, Paulo Lage, Cristina Carvalhal, Ávila Costa, Luís Zagalo, tendo colaborado com as estruturas: Artistas Unidos, Colectivo 84, Casa Branca, Formiga Atómica, Lavrar o Mar, Palco 13, Primeiros Sintomas, Projecto Ruínas, Rumo do Fumo, Teatro oBando, Teatro dos Alóes, Teatro da Sibila, Teatro Experimental de Cascais e Teatro Experimental do Porto. Trabalha regularmente em cinema, televisão, publicidade e locuções. Colaborou com o Serviço Educativo da Culturgest entre 2010 e 2016. Cofundador e Director Artístico do LAMA Teatro.
AUGUST STRINDBERG, Texto
August Strindberg (1849-1912) dramaturgo e romancista, igualmente pintor e fotógrafo, é um dos pais do teatro moderno. Na vanguarda do teatro do seu tempo, inspirou inúmeros autores contemporâneos, entre eles figuras tão díspares e relevantes como Kafka, Adamov, Cocteu e em particular o cineasta, também sueco, Ingmar Bergman. Jean-Pierre Sarrazac, autor do mais recente ensaio sobre o autor Strindberg, o Impessoal (L’Arche, 2018) afirma, em síntese, sobre a obra que «as narrativas autobiográficas são antecâmaras dos dramas. Sobre as linhas de fuga da narrativa autobiográfica, o que é de natureza pessoal tende a ser impessoal. Longe de uma leitura psicologista da escrita teatral, este entrelaçar entre teatro e autobiografia, inscreve o íntimo no coração de uma criação em que a existência vem modelar e vivificar a escrita.» Dele disse Nietzsche referindo a conhecida obra Inferno: «Fui surpreendido pela descoberta desta obra que exprime de forma grandiosa a minha própria concepção do amor: nos processos a guerra, na essência, o ódio mortal dos sexos.» Com a devida distância uma citação também aplicável ao livro A Dança da Morte.
HELENA CALDEIRA
Nascida em Évora onde iniciou a sua formação. Licenciou-se em Teatro/Atores pela ESTC em 2018 e estagiou no Teatro Nacional D. Maria II. No mesmo ano funda a Associação Cultural Bestiário onde desenvolve a sua carreira enquanto atriz e criadora. Cria em 2025 o seu primeiro projeto a solo, CANTADEIRAS, com posterior lançamento de álbum fruto das músicas deste espetáculo. Em Teatro e performance trabalhou com Elmano Sancho, Alex Cassal, Ricardo Neves-Neves, Maria João Luis, Marta Dias, Tiago Rodrigues e Álvaro Correia, André Uerba, João Borallho e Ana Galante. Estreia-se no audiovisual com a sua participação na série 1986 de Nuno Markl, tendo posteriormente integrado várias produções. É coprotagonista na série Rabo de Peixe, da NETFLIX que consolida o seu reconhecimento e pela qual foi nomeada como Melhor Atriz nos Globos de Ouro.
JOÃO JESUS
João Jesus formou-se na escola profissional de teatro de Cascais, de 2006 a 2009, e de seguida ingressou numa formação de actores na ETIC. Estreou-se em teatro no ano 2008 com a peça “João Bosco- um rebelde sonhador”, encenação de Carlos Avilez e desde então trabalhou com João Mota, Marco Medeiros, Renato Godinho, John Romão, Marcos Caruso, Hélder Gamboa, Ricardo Neves-Neves, Álvaro Correia, Michel Simeão, Gonçalo Carvalho, entre outros. O seu primeiro projecto de ficção foi a série “Depois do Adeus” na RTP1, realização de Patrícia Sequeira e Sérgio Graciano. Em cinema, estreou-se em “Os gatos não têm vertigens”, realização de António-Pedro Vasconcelos, participou em “O som que desce na terra” e a “Generala” de Sérgio Graciano, “Gelo”, de Gonçalo Galvão Teles e Luís Galvão Teles, entrou em “Pôr do Sol- O mistério do colar de São cajó” de Manuel Pureza, na série “Praxx” de Patricia Sequeira, entre outros filmes, séries, novelas e dobragens. Neste momento integra o elenco da novela “A Fazenda”, na Tvi.
RITA BRÜTT
Rita Brütt estudou no IFICT, na Act, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, foi aluna da École des Maîtres em 2012. É aluna do mestrado em Artes Cénicas da FCSH. Trabalhou em teatro, em Portugal, com Tiago Rodrigues, Nuno M Cardoso, Jorge Silva Melo, Pedro Penim, Luís Moreira, António Pires entre outros, com Rafael Spregelburd em Itália. Em televisão, estreou-se em Conta-me Como Foi e depois trabalhou para a RTP e TVI. No cinema, trabalhou com Paolo Marinou Blanco, João Constâncio, Paulo Filipe Monteiro e Catarina Ruivo (estreia em 2025). Fez a sua primeira criação com Keli Freitas, Katrin Kaasa e Vanda Cerejo em 2019. Em 2022, estreou-se numa ópera de Luís Soldado, Beatriz, no Festival de Música Erudita do Espírito Santo, no Brasil. Em 2023 foi Alice, em Trilogia de Alice de Tom Murphy, encenação de Nuno Carinhas na Escola da Noite, em Coimbra. Em 2024 co-criou com Ricardo Vaz Trindade (e muitos outros) Dueto Duelo, onde se discute a cantar, com uma banda jazz em cena e chega em 2025 a Lisboa.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 28 Mar
11:00
Teatro Sá da Bandeira
As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro
Cabe Mais Um?
Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta
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DIA MUNDIAL DO TEATRO
Cabe Mais Um?, encenação Catarina Requeijo, texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz
Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta
Teatro
Sáb, 28 mar às 11h00
Teatro Sá da Bandeira
Classificação Etária M/3 | Duração aprox. 30 min.
Preço: 5€ (preço único)
Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto
Sinopse
Dois gatos vivem numa casa há muito tempo. Espreguiçam-se e penteiam os bigodes sempre que lhes dá na gana. Só uma coisa os impede de serem gatos à vontade: o cão que, entretanto, passou a viver com eles. Tem hábitos tão diferentes, não se consegue aguentar. O cão tenta adaptar-se e nem se importa de fazer vida de gato. Mas parece que, naquela casa, não cabe mais ninguém. Ou será que cabe mais um?
Ficha Técnica
Encenação Catarina Requeijo | Texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz | Interpretação Beatriz Jacinto, Mafalda Cardoso Pereira, Mariana Fonseca | Produção / mediação Lara Gésero | Figurinos Aldina Jesus | Cenografia Carla Martínez | Sonoplastia Sérgio Delgado | Assistentes de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso | Produção Teatro Nacional D. Maria II
Sobre o Boca Aberta
O Boca Aberta é um projeto pensado para proporcionar novas experiências criativas a crianças a partir dos 3 anos, promover o pensamento e capacitar os profissionais da educação e da cultura que trabalham com estas faixas etárias. Ao longo de quase 10 anos, apresentou espetáculos no D. Maria II e em espaços escolares de Lisboa, despertando a curiosidade e imaginação dos mais pequenos.
Desde o seu início que o Boca Aberta promove o acesso equitativo à sua programação, disponibilizando recursos de acessibilidade e garantindo que todas as sessões são sessões descontraídas, isto é, decorrem num ambiente adaptado, acolhedor e flexível.
A partir de 2023, em parceria com o Plano Nacional das Artes, expandiu-se a outras geografias. No ano seguinte, iniciou um ciclo de três anos e alargou o âmbito da sua atividade, em estreita colaboração com os municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima, aprofundando o diálogo e o trabalho entre estruturas nacionais e locais, nas áreas da criação artística e da mediação.
Este ano, as comunidades artísticas locais foram convocadas a participar na criação de dois novos espetáculos, a apresentar nos concelhos parceiros do projeto. Decorrem também as “Conversas de Boca Aberta” e uma oficina para profissionais da educação, que reforçam a ligação do projeto à comunidade escolar.
Ao longo destes três anos, o Boca Aberta assume-se como um interveniente de capacitação, num processo gradual que permitirá, por um lado, que as novas estruturas artísticas se autonomizem e assumam o controlo do projeto a nível regional, e, por outro, a partilha de recursos, conhecimento e a construção de redes de criação artística para a infância.
Boca Aberta é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação "la Caixa", em colaboração com o BPI, e em parceria com o Plano Nacional das Artes e os Municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima.
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Teatro Sá da Bandeira
Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00
Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes
Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados
Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.
Contactos:
T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt