Música
III FIGS
FESTIVAL INTERNACIONAL DE GUITARRA DE SANTARÉ
III FIGS – FESTIVAL INTERNACIONAL DE GUITARRA DE SANTARÉM
Sex e Sáb, dia 25 e 26 set
Preço: 7,50€
Teatro Sá da Bandeira
Dia 25 setembro: Mário Delgado & Carlos Barretto Dois nomes fundamentais do Jazz português com mais de vinte anos de vivência musical em conjunto. Carlos Barretto é um contrabaixista que transcende os limites do próprio instrumento e Mário Delgado um guitarrista que conhece e nos mostra as cores que vestem os sons. Horizontes distantes, improvisação , canções prováveis e improváveis. Música por vezes enigmática na forma de como a ação se poderá desenrolar, noutras clarificadora no desvanecer da tensão criada. A música é o mote, quem a ouvir decide de onde sopra o vento.
Dia 26 setembro: Luís Guerreiro Ensemble Luís Guerreiro é um dos mais destacados guitarristas portugueses da atualidade e uma referência incontornável da guitarra portuguesa contemporânea. Paralelamente ao trabalho enquanto músico acompanhante, Luís Guerreiro tem vindo a desenvolver um percurso enquanto intérprete e solista, apresentando repertório tradicional da guitarra portuguesa e novas abordagens ao instrumento. O seu trabalho representa, assim, uma ligação entre a tradição do fado e uma visão contemporânea da guitarra portuguesa.
Sex e Sáb, dia 25 e 26 set
Preço: 7,50€
Teatro Sá da Bandeira
Dia 25 setembro: Mário Delgado & Carlos Barretto Dois nomes fundamentais do Jazz português com mais de vinte anos de vivência musical em conjunto. Carlos Barretto é um contrabaixista que transcende os limites do próprio instrumento e Mário Delgado um guitarrista que conhece e nos mostra as cores que vestem os sons. Horizontes distantes, improvisação , canções prováveis e improváveis. Música por vezes enigmática na forma de como a ação se poderá desenrolar, noutras clarificadora no desvanecer da tensão criada. A música é o mote, quem a ouvir decide de onde sopra o vento.
Dia 26 setembro: Luís Guerreiro Ensemble Luís Guerreiro é um dos mais destacados guitarristas portugueses da atualidade e uma referência incontornável da guitarra portuguesa contemporânea. Paralelamente ao trabalho enquanto músico acompanhante, Luís Guerreiro tem vindo a desenvolver um percurso enquanto intérprete e solista, apresentando repertório tradicional da guitarra portuguesa e novas abordagens ao instrumento. O seu trabalho representa, assim, uma ligação entre a tradição do fado e uma visão contemporânea da guitarra portuguesa.

