Teatro

Sáb, 07 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro O Amor é Fodido de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos
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O Amor é Fodido
O Amor é Fodido, de João Garcia Miguel - Texto de Miguel Esteves Cardos



Teatro

Sáb, 7 fev às 21h30

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/18 | Duração 70 min. | Preço: 5€ (preço único)



Sinopse

O que propomos é uma obra que trate do amor com todas as peças — uma espécie de Romeu e Julieta contemporâneo em que os amantes se enganam reciprocamente suicidando-se para o amor, continuando apesar de tudo: vivos. Há uma resistência, uma vontade de se começar o que ainda não se começou. O amor dá muito trabalho e perdura até ao dia da nossa morte. Há uma vontade de rir e de nos divertirmos com a vida. Com tudo o que dói e tudo o que nos alegra. Preparem-se as ferramentas. Digam-se coisas. Fale-se incessantemente do amor. Quando chegar o momento, deixaremos de ser homens e mulheres. Seremos apenas seres fodidos. Reconheceremos o nada e tudo o que somos. Desesperados por recomeçar. Forçamos a inteligência com as habilidades do amor até que o amor se foda. A inteligência começará então a desaparecer. Mas voltaremos a insistir, afinal somos amorosos e humanos. Há momentos em que parece que quase vemos. Depois continuamos cegos. As obras literárias por um estranho fascínio que as recobrem tornam-se mitos, perduram no tempo e vão-nos falando. Em direto e em diferido. Falam com aqueles que as leem e com os outros que nada sabem delas porque apenas ouviram dizer. As obras mais atraentes e enganadoras são aquelas que se apresentam como testemunhos íntegros e insuspeitos que lhes dão um valor de certeza definitiva. Os autores, os sofredores dos factos, limitam-se a descrevê-los tal como nós os teríamos vivido. Parece que somos atirados de corpo e mente para dentro daquilo que foi feito e que agora nos é narrado. Levam-nos a acreditar que estamos ali. Somos o actor e afinal estamos vivos. Há uma completa identificação. É o caso da obra: O Amor É Fodido do Miguel Esteves Cardoso. É um livro de uma época e de um estranho personagem que por lá sobreviveu. Todos lá estivemos e por lá vivemos: no amor e no que no amor nos fode. Qual é, então, a vantagem, de o contar de novo? Ou de o vestir de novo? O autor diz-nos que há algo de sinistro numa mulher que só usa roupa uma vez. Como haverá, dizemos nós, algo de identicamente sinistro em vestir sempre a mesma roupa. É igual com o amor. Há algo de pecaminoso em vestir-nos de amor uma vez e de novamente repetir a dose. Ao entrar para dentro do círculo amoroso fica-se marcado para a vida. Quem lhe experimenta o sabor percebe que a coisa vai correr bem e surpreende-se depois: mas afinal a coisa pode correr assim tão mal? Quando o abismo chega pergunta-se: porque é que nos fodemos com o amor? Porque não resistimos. É do mal que nos faz. E já agora do bem que nos deu. Parece estar mesmo a pedir. E o que é que nos pede o amor? Pede que algo em nós se mostre: o mostrengo que se esconde e habita nas profundezas. Pede ao monstro que saia. O amor pede que essa parte de cada um de nós se mostre e em simultâneo se esconda. É por isso que o amor é fodido. Tudo o que não resistimos de mostrar através do amor tem logo de seguida necessidade de se esconder. As testemunhas, os documentos, os gestos, os traços, as cicatrizes, as lágrimas e os sorrisos obscurecem o amor, pois tudo o que fazemos são estratégias para o disfarçar e foder. Encolhemos o rabo para esconder tesão. Quem nunca? Ou interrompemos a coisa e fazemos uma pausa para falar da lista das compras. Vamos ficando cegos. E continuamos.



Ficha Técnica e Artística

Texto Miguel Esteves Cardoso | Adaptação do texto João Garcia Miguel | Direção Artística e Interpretação João Garcia Miguel | Apoio ao desenvolvimento do personagem Michael Margotta | Apoio Dramatúrgico & Assistente de direção Paulo Oliveira | Assistente de direção Artística Ademir Emboava | Figurino Rute Osório de Castro | Direção Executiva Suzana Durão | Equipa Técnica Leo Emilio | Comunicação e Digital Natacha Ventura e Miguel Hilário | Fotografia Mário Rainha Campos | Design Gráfico Miguel Santos



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 27 Fev
21:30

Teatro Sá da Bandeira

Serviço Educativo | 10h30 – prioridade público escolar

As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro A Primeira Vez de Tiago Correia, A Turma
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A Primeira Vez
A Primeira Vez, de Tiago Correia, A Turma



Teatro

Sex, 27 fev às 21h30

Serviço Educativo

10h30 – prioridade público escolar

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/14 | Duração 60 min. | Preço: 5€ (preço único)



Sinopse

A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez. Mas o que se perspetiva como um encontro íntimo, acaba por ter outros contornos. Numa situação aparentemente moldada pelo embaraço e o constrangimento, descobrimos que a sua intimidade, a sua relação, é o verdadeiro refúgio. Ambos estão diante de algo maior, que não se atrevem a enfrentar.



Ficha Técnica

Texto original e encenação Tiago Correia | Interpretação Francisca Sobrinho e Rafael Paes | Cenografia Ana Gormicho | Desenho de figurinos Sara Miro | Desenho de luz Pedro Nabais | Música original André Júlio Turquesa | Desenho de som Filipe Louro | Assistência à criação (estágio-ESTC) Gabriel Pessoa | Direção de produção Inês Arinto | Produção executiva Inês Guedes Pereira | Direção de comunicação Catarina de Dios Fonseca | Imagem Francisco Lobo | Design de comunicação (A Turma) Francisco Ribeiro | Produção A Turma | Coprodução FITEI e 23 Milhas | Parceiros de acolhimento Cendrev / Teatro Garcia de Resende, Cine-Teatro Paraíso (Tomar), Teatro Municipal da Guarda, Teatro Sá da Bandeira (Santarém), Teatro-Cine Torres Vedras , Teatro Virgínia (Torres Novas) | Parceria editorial Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus | Agradecimentos Comédie de Reims (França), Emilia Romagna Teatro Fondazione (Itália), KVS (Bélgica), Teatre Nacional de Catalunya (Espanha) e Teatro Nacional São João



Biografias

TIAGO CORREIA

Tomar, 1987. Licenciou-se em Teatro-Interpretação e pós-graduou-se em Dramaturgia e Argumento, na ESMAE. Estudou ainda com Anatoli Vassiliev, Alessio Nardin, Martin Crimp, Jean-Pierre Sarrazac, H. T. Lehmann, Raimondo Cortese, Sanja Mitrovic, Viktor Bódo, EwanDownie, Norman Taylor, entre outros. Trabalhou como ator em teatro com António Durães, Cristina Carvalhal, Nuno M Cardoso, Maria João Luís, Pascal Luneau, Marcos Barbosa, Manuel Tur, Luís Mestre, José Carretas, Sara Barbosa e em criações próprias. Em cinema, com Edgar Pêra, Sérgio Graciano, Francisco Lobo, Gonçalo Ribeiro, Inês Sá, Mariana Marques e Paulo Próspero. Em televisão, com Henrique Oliveira, RTP. Recebeu o Prémio de Melhor Ator no Festival Ver e Fazer Filmes da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012. Cofundou A Turma, em 2008, assumindo a sua direção artística desde 2018. Encenou, pel’ A Turma, História de Amor (Últimos Capítulos) de Jean-Luc Lagarce (coprod. Fitei, 2011), Do Discurso Amoroso – Fragmento 1 e Fragmento 2 a partir de Roland Barthes (Hard Club, 2012), Gasparde Peter Handke (coprod. Teatro Oficina e Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012), A Noite Canta de Jon Fosse (coprod. Fitei e TM Porto, 2015-2016) e, da sua autoria, Pela Água (coprod. Armazém 22, 2018), Turismo (coprod. TM Porto e Cineteatro Louletano, 2020), Alma (coprod. TNSJ e Teatro Virgínia, 2020), Estrada de Terra (coprod. Fitei e São Luiz Teatro Municipal, 2021), o díptico O Salto (coprod. TNSJ, São Luiz e Theatro Circo, 2023) e Sul (coprod. TNSJ, Cineteatro Louletano, 2025) e A Primeira Vez (coprod. Fitei e 23 Milhas, 2025). Escreveu e realizou os audiodramas Dornes (2017), À Margem (2018), Iria (2018) e A Partida de Mécia (2023), que se encontram disponíveis em permanência em Dornes, V. N. de Gaia, Tomar e Ourém, respetivamente. Escreveu o argumento do filme Ela - Do Discurso Amoroso realizado por Francisco Lobo, que também protagonizou (Festival de Cinema Lusobrasileiro de Santa Maria da Feira e Cinema Trindade, 2016) e a série Capitães do Açúcar (8 episódios, Maria & Mayer e RTP, 2021). Recebeu por duas vezes o Grande Prémio de Teatro Português da SPA com Pela Água (2016) e Alma(2018), a Menção Honrosa da Inatel por Ponto de Fuga(2018), e Estrada de Terra foi selecionado pelo comité português do Eurodram (2020). Escreveu o texto A Primeira Vez, enquanto dramaturgo convidado do projeto Between Lands (22/23), desenvolvido entre o TNSJ, a Comédia de Reims, o KVS (Bruxelas), o Teatro Nacional da Catalunha e o Teatro Nacional Emilia Romagna, com respectivas traduções e leituras encenadas nestes teatros. Pela Água foi publicada pela INCM (2017) e encontra-se traduzida e publicada no México (Tramoya, 2020). Alma foi publicada pela SPA (2019). Turismo foi publicada pela Húmus (2020) e traduzida e publicada na Alemanha (Alexander Verlag Berlin, 2021) e na Turquia (Habitus Kitap, 2023). Estrada de Terra foi publicada pela Húmus (2022). As peças O Salto + Sul e A Primeira Vez + Alma foram publicadas na Coleção de Teatro A Turma / Edições Húmus (nº1 e nº2, 2025) e Fumo foi publicada na Turquia (Habitus Kitap, 2025). Foi professor de interpretação no curso de Teatro da ACE - Famalicão, entre 2012 e 2022. É músico, cantor e compositor na banda de música portuguesa Les Saint Armand.



RAFAEL PAES

Nascido na ilha Terceira, nos Açores, iniciou desde cedo o seu percurso artístico. Entre 2019 e 2022 frequentou a Escola Profissional de Teatro de Cascais.

Em 2024 ingressa na Escola Superior de Teatro e Cinema, no curso de Teatro Ramo de Actor. Em 2022 protagonizou o espetáculo Casimiro e Carolina, de Ödön von Horváth, com encenação de Carlos Avilez, para o Teatro Experimental de Cascais. No mesmo ano integrou o elenco de El Duende Flamenco, de Rodrigo de Aleixo, no Teatro Gil Vicente. Em 2023 destacou-se na longa-metragem Revolução Sem Sangue, de Rui Pedro Sousa, que co-protagoniza, e na série Morangos com Açúcar – Férias de Verão. Em 2024 e 2025 participa nas séries Vitória, de Leonel Vieira, Cara a Cara, de Fernando Vendrell e Rabo de Peixe. Recentemente integrou o elenco de A Primeira Vez, texto de Tiago Correia, apresentado no Festival FITEI e com digressão marcada por vários teatros do país.



FRANCISCA SOBRINHO

Francisca Sobrinho nasceu em Braga, em 2002.

Licenciou-se em Teatro, variante interpretação, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, tendo iniciado o seu percurso teatral na Academia de Teatro Tin.bra, em Braga.

No seu percurso na ESMAE foi encenada por Nuno M Cardoso, Paulo Calatré, Graeme Pulleyn, Rita Reis, João Delgado Lourenço, António Durães.

Em teatro, conta com a participação nos espetáculos A Válvula, de João Delgado Lourenço; M de Maias, de Rita Burmester; Se uma gaivota viesse, de Hugo Direito Dias, com a Academia de Teatro Tin.bra, e integra, também, o díptico dos espetáculos O Salto e Sul, escritos e encenados por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

Recentemente, estreou o espetáculo A Primeira Vez, também escrito e encenado por Tiago Correia, da Companhia A Turma.

Escreveu e encenou o seu primeiro espetáculo Vilarinho, no contexto do projeto Dramat.orgia, uma co-produção Companhia NAVIO e Filhos do T.

É co-fundadora e membro integrante da Associação Cultural Teatro de Súbito, com quem encenou e estreou Volúpia, a partir de O Amante, de Harold Pinter.

No audiovisual, protagoniza a longa-metragem A Avó e o Amor, de Raúl Veiga e integra o elenco principal de Terra Vil, escrito e realizado por Luís Campos. Participou, ainda, nas curtas-metragens Prova de Cor, de Joana Botelho; Intempérie, de Matilde Khemlik, e Teresa, de Joana Pestana.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Seg, 16 Mar
10:30

Teatro Sá da Bandeira


Seg e Ter, 16 e 17 mar 10h30 – prioridade público escolar 14h00 – prioridade público escolar
Teatro Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus Serviço Educativo
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Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus
Frei Luís de Sousa, Companhia Teatro Actus

Serviço Educativo



Teatro

Seg e Ter, 16 e 17 mar

10h30 – prioridade público escolar

14h00 – prioridade público escolar

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/12 | Duração 80 min.



Sinopse

Uma cena vazia é um espaço onde tudo pode acontecer. Em volta deste espaço há atores. Dentro dele, há personagens. Entre uns e outros, existe a impressão que é criada na mente do espetador. Tudo é visível. Em nenhum momento o ator se pode ocultar do olhar absoluto de quem vê. Não há escapatória. Como numa arena onde se digladiam os medos, as dúvidas, as tensões. Onde alguém terá de ser sacrificado. Assim o exigem os deuses. Assim o exige a Tragédia. D. Madalena de Vilhena, Manuel de Sousa Coutinho, Maria, Telmo, Romeiro … quem são estes seres que chegam até nós quase dois séculos após a sua criação? Personagens reais ou imaginárias? A pergunta QUEM ÉS TU, poderá ser dirigida a cada uma das personagens? Poderá ser dirigida ao espetador? No fim, apenas restará uma névoa de murmúrios, memórias, ecos… A peça descarnada, servida diante do espetador em toda a sua cruel e pura Verdade.



Ficha Técnica

texto de Almeida Garrett

encenação Tomé Vieira

elenco Ana Rita Santos, Cristiano Lapo, Ema Santos, Jorge Sequeira, Raquel Serafim, Romeu Ribeiro, Tomé Vieira

técnico Rodrigo Pinel



Biografia

O Teatro Actus surgiu em 2002, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didático.

Aliando tradição e modernidade, propomos uma conceção inovadora das peças didáticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem.

Num só ato, o Teatro Actus oferece o palco para um espetáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica dos textos de grandes autores portugueses. Um dos principais objetivos do Teatro Actus é levar o teatro a todas as zonas do país, de forma a descentralizar a oferta cultural.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.

Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Qua, 18 Mar
9:30

Convento de São Francisco


Qua, 18 mar 09h30 – prioridade público escolar 11h30 – prioridade público escolar
Teatro Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus Serviço Educativo
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Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus
Uma Farsa de Inês Pereira, Companhia Teatro Actus

Serviço Educativo



Teatro

Qua, 18 mar

09h30 – prioridade público escolar

11h30 – prioridade público escolar

Convento São Francisco

Classificação Etária M/12

Duração 75 min.



Sinopse

Inês é uma rapariga presa a uma vida que não quer, que não deseja.

Enquanto borda um pano branco e fluido, um pano que é água e é sonho, é prisão e pesadelo, é imaginação e inconsciente. Vem de cima, do alto do Tempo... Um pano que pode representar o seu sonho de ser livre, a sua imaginação romântica, ou a própria peça de teatro de que ela faz parte e onde, como personagem, talvez se possa libertar.

Como qualquer um de nós, Inês terá de fazer escolhas, mas será que fará as escolhas certas? 

Gil Vicente coloca em cena, mais uma vez, de forma tipificada, a condição humana: o galante e cobarde escudeiro; o homem rústico e simples, de bom coração; o ermitão imoral; a alcoviteira casamenteira; os judeus gananciosos... Inês, no entanto, evolui, pois a sua escolha, tal como um ponto no bordado, irá determinar a sua experiência de vida. E ela prefere um “asno que a carregue” a “um cavalo que a derrube”.



Ficha Técnica

Texto de Gil Vicente | Adaptação do texto Tomé Vieira | Encenação Tomé Vieira | Elenco Ana Rita Santos, Cristiano Lapo, Ema Santos, Jorge Sequeira, Raquel Serafim, Romeu Ribeiro, Tomé Vieira 

técnico Rodrigo Pinel



Biografia

O Teatro Actus surgiu em 2002, pela mão de profissionais com vasta experiência em teatro didático. 

Aliando tradição e modernidade, propomos uma conceção inovadora das peças didáticas ancorada no texto original, especialmente pensada para formar um público jovem. 

Num só ato, o Teatro Actus oferece o palco para um espetáculo repleto de vida, movimento, imaginação, e para uma aprendizagem lúdica dos textos de grandes autores portugueses. Um dos principais objetivos do Teatro Actus é levar o teatro a todas as zonas do país, de forma a descentralizar a oferta cultural.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sex, 27 Mar
21:30

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro Menina Júlia Encenação e dramaturgia de João de Brito
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Menina Júlia
DIA MUNDIAL DO TEATRO Menina Júlia, Encenação e dramaturgia de João de Brito De August Strindberg Teatro Sex, 27 mar às 21h30 Teatro Sá da Bandeira Classificação Etária M/12 Duração 85 min. Preço: 5€ (preço único) Sinopse Júlia é uma jovem de uma família rica que, por detrás de uma inocência aparente, esconde um lado provocador, frágil e despojado. A ação desenrola-se na cozinha de uma das casas de seu pai, o Senhor S., também conhecido como o dono disto. Numa noite de festa de comemoração da entrada do verão, Júlia seduz e é seduzida por João, um homem elegante e ambicioso, criado do Senhor S. e noivo de Cristina, a cozinheira da casa. Cristina assiste ao rápido desenrolar desta relação, sempre com o olhar resignado de quem sabe pertencer a uma classe menos favorecida. Desejo, sedução, luxúria, ódio, atração e repulsa, conflitos de poder, o choque violento das classes sociais e dos sexos povoam aquela que será uma noite trágica. Ficha Artística e Técnica De August Strindberg | Adaptação e encenação João de Brito Elenco Helena Caldeira; João Jesus; Rita Brütt | Cenografia Henrique Ralheta | Sonoplastia Noiserv | Figurinos José António Tenente | Desenho de luz Luís Bombico | Assistente de encenação Ana Baptista | Gestão de projetos Tiago da Câmara Pereira | Apoio à gestão Lara Maia | Produção executiva Giulia Dal Piaz e Rita Rosado | Comunicação Joana Botelho Enes | Coprodução Teatro da Trindade INATEL e LAMA Teatro | Apoio institucional Município de Faro | Apoio República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção- Geral das Artes | Outros apoios Hipnose - Produções Artísticas Biografias JOÃO DE BRITO Encenação e dramaturgia Nasceu em Faro. Licenciado em Teatro – Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Mestrado em Práticas Culturais para Municípios pela FCSH (Univ. Nova de Lisboa). No LAMA Teatro encenou os espetáculos: Batalha (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro das Figuras); As Leis Fundamentais da Estupidez Humana (coprodução Teatro da Trindade); O Valor das Pequenas Coisas (coprodução Lu.Ca - Teatro Luís de Camões); Puzzle (coprodução Teatro das Figuras); Uma Casa de Bonecas (coprodução Teatro da Trindade); À Babuja (inserido no 365 Algarve); Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler; Insuflável (coprodução Teatro Nacional D.Maria II e Teatro Virgínia); Elastic (coprodução Cine-Teatro Louletano e 365 Algarve); Seattle; Leôncio & Lena (Rede Azul); Manuel In; Actrizes; Barafunda e Comida. Encenou também outras estruturas: Migrantes, de Mátei Visniec (KCena – Teatro Viriato); Bastien e Bastienne, uma ópera de Mozart (Artis XXI); Amor Doméstico (A Fera Teatro); Cataplay (Tertúlia Algarvia, inserido no 365 Algarve). Cocriador dos seguintes espetáculos no LAMA Teatro: Frigorifico (coprodução Município de Faro e Teatro das Figuras) Romeu e Romeu (coprodução Teatro das Figuras Cine-Teatro Louletano e Teatro de Vila Real, Fit (IN) (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), Carripana (coprodução São Luiz Teatro Municipal e Teatro das Figuras), NOVO_Título Provisório (coprodução Culturgest), Ainda Assim, A história que não queria ser livro (coprodução Culturgest), Habitamus, T.3, JBWB -900, És-passos e Brilharetes (coprodução Artistas Unidos, LAMA Teatro e Molloy). Em Teatro, foi dirigido por: Carlos Avilez, Francisco Campos, Catarina Requeijo, Rui Mendes, Rui Catalão, João Galante e Ana Borralho, Tiago Gandra, Madalena Victorino, Marta Silva, Marta Coutinho, Filomena Oliveira, Miguel Loureiro, André Guedes, Bruno Bravo, Rui Neto, Gonçalo Amorim, Giacomo Scalisi, Miguel Fragata, Inês Barahona, Carlos Marques, João Brites, Nuno M. Cardoso, Jorge Silva, José Peixoto, Jorge Silva Melo, Marco Medeiros, Marta Lapa, Tiago Cadete, Marco Paiva, Maria Camões, Yola Pinto, Paulo Lage, Cristina Carvalhal, Ávila Costa, Luís Zagalo, tendo colaborado com as estruturas: Artistas Unidos, Colectivo 84, Casa Branca, Formiga Atómica, Lavrar o Mar, Palco 13, Primeiros Sintomas, Projecto Ruínas, Rumo do Fumo, Teatro oBando, Teatro dos Alóes, Teatro da Sibila, Teatro Experimental de Cascais e Teatro Experimental do Porto. Trabalha regularmente em cinema, televisão, publicidade e locuções. Colaborou com o Serviço Educativo da Culturgest entre 2010 e 2016. Cofundador e Director Artístico do LAMA Teatro. AUGUST STRINDBERG, Texto August Strindberg (1849-1912) dramaturgo e romancista, igualmente pintor e fotógrafo, é um dos pais do teatro moderno. Na vanguarda do teatro do seu tempo, inspirou inúmeros autores contemporâneos, entre eles figuras tão díspares e relevantes como Kafka, Adamov, Cocteu e em particular o cineasta, também sueco, Ingmar Bergman. Jean-Pierre Sarrazac, autor do mais recente ensaio sobre o autor Strindberg, o Impessoal (L’Arche, 2018) afirma, em síntese, sobre a obra que «as narrativas autobiográficas são antecâmaras dos dramas. Sobre as linhas de fuga da narrativa autobiográfica, o que é de natureza pessoal tende a ser impessoal. Longe de uma leitura psicologista da escrita teatral, este entrelaçar entre teatro e autobiografia, inscreve o íntimo no coração de uma criação em que a existência vem modelar e vivificar a escrita.» Dele disse Nietzsche referindo a conhecida obra Inferno: «Fui surpreendido pela descoberta desta obra que exprime de forma grandiosa a minha própria concepção do amor: nos processos a guerra, na essência, o ódio mortal dos sexos.» Com a devida distância uma citação também aplicável ao livro A Dança da Morte. HELENA CALDEIRA Nascida em Évora onde iniciou a sua formação. Licenciou-se em Teatro/Atores pela ESTC em 2018 e estagiou no Teatro Nacional D. Maria II. No mesmo ano funda a Associação Cultural Bestiário onde desenvolve a sua carreira enquanto atriz e criadora. Cria em 2025 o seu primeiro projeto a solo, CANTADEIRAS, com posterior lançamento de álbum fruto das músicas deste espetáculo. Em Teatro e performance trabalhou com Elmano Sancho, Alex Cassal, Ricardo Neves-Neves, Maria João Luis, Marta Dias, Tiago Rodrigues e Álvaro Correia, André Uerba, João Borallho e Ana Galante. Estreia-se no audiovisual com a sua participação na série 1986 de Nuno Markl, tendo posteriormente integrado várias produções. É coprotagonista na série Rabo de Peixe, da NETFLIX que consolida o seu reconhecimento e pela qual foi nomeada como Melhor Atriz nos Globos de Ouro. JOÃO JESUS João Jesus formou-se na escola profissional de teatro de Cascais, de 2006 a 2009, e de seguida ingressou numa formação de actores na ETIC. Estreou-se em teatro no ano 2008 com a peça “João Bosco- um rebelde sonhador”, encenação de Carlos Avilez e desde então trabalhou com João Mota, Marco Medeiros, Renato Godinho, John Romão, Marcos Caruso, Hélder Gamboa, Ricardo Neves-Neves, Álvaro Correia, Michel Simeão, Gonçalo Carvalho, entre outros. O seu primeiro projecto de ficção foi a série “Depois do Adeus” na RTP1, realização de Patrícia Sequeira e Sérgio Graciano. Em cinema, estreou-se em “Os gatos não têm vertigens”, realização de António-Pedro Vasconcelos, participou em “O som que desce na terra” e a “Generala” de Sérgio Graciano, “Gelo”, de Gonçalo Galvão Teles e Luís Galvão Teles, entrou em “Pôr do Sol- O mistério do colar de São cajó” de Manuel Pureza, na série “Praxx” de Patricia Sequeira, entre outros filmes, séries, novelas e dobragens. Neste momento integra o elenco da novela “A Fazenda”, na Tvi. RITA BRÜTT Rita Brütt estudou no IFICT, na Act, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, foi aluna da École des Maîtres em 2012. É aluna do mestrado em Artes Cénicas da FCSH. Trabalhou em teatro, em Portugal, com Tiago Rodrigues, Nuno M Cardoso, Jorge Silva Melo, Pedro Penim, Luís Moreira, António Pires entre outros, com Rafael Spregelburd em Itália. Em televisão, estreou-se em Conta-me Como Foi e depois trabalhou para a RTP e TVI. No cinema, trabalhou com Paolo Marinou Blanco, João Constâncio, Paulo Filipe Monteiro e Catarina Ruivo (estreia em 2025). Fez a sua primeira criação com Keli Freitas, Katrin Kaasa e Vanda Cerejo em 2019. Em 2022, estreou-se numa ópera de Luís Soldado, Beatriz, no Festival de Música Erudita do Espírito Santo, no Brasil. Em 2023 foi Alice, em Trilogia de Alice de Tom Murphy, encenação de Nuno Carinhas na Escola da Noite, em Coimbra. Em 2024 co-criou com Ricardo Vaz Trindade (e muitos outros) Dueto Duelo, onde se discute a cantar, com uma banda jazz em cena e chega em 2025 a Lisboa. A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses Teatro Sá da Bandeira Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00 Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC. Contactos: T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt
Sáb, 28 Mar
11:00

Teatro Sá da Bandeira


As bilheteiras abrem dia 6 de janeiro às 10h00
Teatro Cabe Mais Um? Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta
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Cabe Mais Um?
DIA MUNDIAL DO TEATRO

Cabe Mais Um?, encenação Catarina Requeijo, texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz

Teatro Nacional D. Maria II - Boca Aberta



Teatro

Sáb, 28 mar às 11h00

Teatro Sá da Bandeira

Classificação Etária M/3 | Duração aprox. 30 min.

Preço: 5€ (preço único)

Descontos Gratuito para crianças quando acompanhadas por adulto



Sinopse

Dois gatos vivem numa casa há muito tempo. Espreguiçam-se e penteiam os bigodes sempre que lhes dá na gana. Só uma coisa os impede de serem gatos à vontade: o cão que, entretanto, passou a viver com eles. Tem hábitos tão diferentes, não se consegue aguentar. O cão tenta adaptar-se e nem se importa de fazer vida de gato. Mas parece que, naquela casa, não cabe mais ninguém. Ou será que cabe mais um?



Ficha Técnica

Encenação Catarina Requeijo | Texto Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz | Interpretação Beatriz Jacinto, Mafalda Cardoso Pereira, Mariana Fonseca | Produção / mediação Lara Gésero | Figurinos Aldina Jesus | Cenografia Carla Martínez | Sonoplastia Sérgio Delgado | Assistentes de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso | Produção Teatro Nacional D. Maria II



Sobre o Boca Aberta

O Boca Aberta é um projeto pensado para proporcionar novas experiências criativas a crianças a partir dos 3 anos, promover o pensamento e capacitar os profissionais da educação e da cultura que trabalham com estas faixas etárias. Ao longo de quase 10 anos, apresentou espetáculos no D. Maria II e em espaços escolares de Lisboa, despertando a curiosidade e imaginação dos mais pequenos.

Desde o seu início que o Boca Aberta promove o acesso equitativo à sua programação, disponibilizando recursos de acessibilidade e garantindo que todas as sessões são sessões descontraídas, isto é, decorrem num ambiente adaptado, acolhedor e flexível.

A partir de 2023, em parceria com o Plano Nacional das Artes, expandiu-se a outras geografias. No ano seguinte, iniciou um ciclo de três anos e alargou o âmbito da sua atividade, em estreita colaboração com os municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima, aprofundando o diálogo e o trabalho entre estruturas nacionais e locais, nas áreas da criação artística e da mediação.

Este ano, as comunidades artísticas locais foram convocadas a participar na criação de dois novos espetáculos, a apresentar nos concelhos parceiros do projeto. Decorrem também as “Conversas de Boca Aberta” e uma oficina para profissionais da educação, que reforçam a ligação do projeto à comunidade escolar.

Ao longo destes três anos, o Boca Aberta assume-se como um interveniente de capacitação, num processo gradual que permitirá, por um lado, que as novas estruturas artísticas se autonomizem e assumam o controlo do projeto a nível regional, e, por outro, a partilha de recursos, conhecimento e a construção de redes de criação artística para a infância.



Boca Aberta é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação "la Caixa", em colaboração com o BPI, e em parceria com o Plano Nacional das Artes e os Municípios de Lagos, Ourém e Ponte de Lima.



A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses



Teatro Sá da Bandeira

Horário de Abertura ao público: 3ª a 6ª feira – 10:00 às 12:00 / 14:00 às 16:00

Nos espetáculos a realizar em horário de encerramento, a bilheteira abre 1 hora antes

Encerrado ao Sábado, Domingo, Segunda-feira e Feriados



Fora do horário de abertura ao público, a venda e reservas de bilhetes é possível através da plataforma online – BOL e nas lojas Worten e FNAC.



Contactos:

T. 243 309 460 | teatrosabandeira@cm-santarem.pt