In Santarém
Sex, 11 Set
18:00
Sala de Leitura Bernardo Santareno
18:00
Sala de Leitura Bernardo Santareno
in.Str // “DEATH-CAFÉ. FALAR DA MORTE É HONRAR A VIDA”
Sex, dia 11 set | 18h00 - Sala de Leitura Bernardo Santareno / Conversa
ORGANIZAÇÃO Equipa de Cuidados Paliativos da ULS Lezíria
Sex, dia 11 set | 18h00 - Sala de Leitura Bernardo Santareno / Conversa
ORGANIZAÇÃO Equipa de Cuidados Paliativos da ULS Lezíria
Sex, 11 Set
21:30
Teatro Sá da Bandeira
21:30
Teatro Sá da Bandeira
in.Str // CONCORDA, de CONCORDA
Sex, dia 11 set | 21h30 - Teatro Sá da Bandeira / Circo Contemporâneo
Sinopse: ConCorda é um espetáculo multidisciplinar, que recorre a técnicas de movimento, manipulação de objetos e teatro físico.
Uma viagem através de manipulação de cordas e movimento.
A corda como símbolo de conexão, vínculo e união. Corda que abraça com ternura, levando a uma troca emocional que transcende o materialismo. Uma vez esticada, cria uma vibração que se espalha além da própria corda.
Corda em tensão e distensão. Que amarra e desamarra. Que envolve, solta ou agarra. Num jogo de forças dinâmicas. Elástico, magnético, gravidade, peso e contrapeso.
Um alternar entre o suspenso e a quase queda. No equilíbrio por um fio
Sex, dia 11 set | 21h30 - Teatro Sá da Bandeira / Circo Contemporâneo
Sinopse: ConCorda é um espetáculo multidisciplinar, que recorre a técnicas de movimento, manipulação de objetos e teatro físico.
Uma viagem através de manipulação de cordas e movimento.
A corda como símbolo de conexão, vínculo e união. Corda que abraça com ternura, levando a uma troca emocional que transcende o materialismo. Uma vez esticada, cria uma vibração que se espalha além da própria corda.
Corda em tensão e distensão. Que amarra e desamarra. Que envolve, solta ou agarra. Num jogo de forças dinâmicas. Elástico, magnético, gravidade, peso e contrapeso.
Um alternar entre o suspenso e a quase queda. No equilíbrio por um fio
Sáb, 12 Set
9:00
São Domingos
9:00
São Domingos
in.Str // FESTIVAL AFROHOUSE
JAM! = JOVENS + ARTES = MUDANÇA!
AFRO HOUSE – AUFBAU HAUS & QUITUTES
Sáb, dia 12 set | 09h00 – 22h00 - Jardim São Domingos / Multidisciplinar
ORGANIZAÇÃO Município de Santarém e Equipa AfroHouse
Sinopse: O AFRO HOUSE é um projeto comunitário, cultural e intercultural criado por Antónia de Carvalho e Williandro Kintomba, moradores do Bairro São Domingos, em Santarém, com o apoio da iniciativa JAM! – Fazer Acontecer.
Nascido da vontade de valorizar a diversidade cultural existente no bairro, o projeto pretende transformar o Bairro São Domingos num espaço de encontro, criatividade e partilha entre comunidades, através da música, gastronomia, dança e outras expressões artísticas.
Inspirado no conceito afro house enquanto movimento cultural contemporâneo, o projeto combina duas ideias centrais:
• Aufbau Haus – uma casa de construção e criação coletiva;
• Quitutes – símbolo de hospitalidade, partilha e convivência.
O Bairro São Domingos caracteriza-se pela sua riqueza multicultural, com forte presença de comunidades africanas e jovens com interesse em atividades criativas. Apesar deste potencial, existe uma necessidade identificada de criar mais oportunidades de expressão artística, convívio comunitário e valorização das identidades locais.
O AFRO HOUSE surge como resposta a esse desafio, promovendo eventos culturais regulares que aproximam pessoas, fortalecem relações e contribuem para uma imagem positiva do bairro.
• Atuações musicais ao vivo;
• DJs e artistas locais;
• Gastronomia tradicional dos países convidados;
• Workshops de dança e expressões culturais;
• Demonstrações artísticas e momentos de partilha comunitária.
Mais do que um evento cultural, o AFRO HOUSE é uma plataforma de inclusão, participação e valorização das pessoas que vivem e constroem diariamente o Bairro São Domingos.
CO-CRIADORES: Antónia de Carvalho - Coordenação de Gastronomia, Mediação Comunitária e Produção Cultural | Williandro Leandro Kintomba - Coordenação Geral, Programação Artística, Produção e Mediação Cultural.
MENSAGEM CENTRAL
O AFRO HOUSE acredita que a cultura é uma poderosa ferramenta de transformação social. Através da música, da gastronomia e da partilha de experiências, o projeto pretende unir comunidades, celebrar a diversidade e construir novas oportunidades para o Bairro São Domingos e para toda a cidade de Santarém.
AFRO HOUSE
Cultura que Une. Comunidade que Transforma
JAM! = JOVENS + ARTES = MUDANÇA!
AFRO HOUSE – AUFBAU HAUS & QUITUTES
Sáb, dia 12 set | 09h00 – 22h00 - Jardim São Domingos / Multidisciplinar
ORGANIZAÇÃO Município de Santarém e Equipa AfroHouse
Sinopse: O AFRO HOUSE é um projeto comunitário, cultural e intercultural criado por Antónia de Carvalho e Williandro Kintomba, moradores do Bairro São Domingos, em Santarém, com o apoio da iniciativa JAM! – Fazer Acontecer.
Nascido da vontade de valorizar a diversidade cultural existente no bairro, o projeto pretende transformar o Bairro São Domingos num espaço de encontro, criatividade e partilha entre comunidades, através da música, gastronomia, dança e outras expressões artísticas.
Inspirado no conceito afro house enquanto movimento cultural contemporâneo, o projeto combina duas ideias centrais:
• Aufbau Haus – uma casa de construção e criação coletiva;
• Quitutes – símbolo de hospitalidade, partilha e convivência.
O Bairro São Domingos caracteriza-se pela sua riqueza multicultural, com forte presença de comunidades africanas e jovens com interesse em atividades criativas. Apesar deste potencial, existe uma necessidade identificada de criar mais oportunidades de expressão artística, convívio comunitário e valorização das identidades locais.
O AFRO HOUSE surge como resposta a esse desafio, promovendo eventos culturais regulares que aproximam pessoas, fortalecem relações e contribuem para uma imagem positiva do bairro.
• Atuações musicais ao vivo;
• DJs e artistas locais;
• Gastronomia tradicional dos países convidados;
• Workshops de dança e expressões culturais;
• Demonstrações artísticas e momentos de partilha comunitária.
Mais do que um evento cultural, o AFRO HOUSE é uma plataforma de inclusão, participação e valorização das pessoas que vivem e constroem diariamente o Bairro São Domingos.
CO-CRIADORES: Antónia de Carvalho - Coordenação de Gastronomia, Mediação Comunitária e Produção Cultural | Williandro Leandro Kintomba - Coordenação Geral, Programação Artística, Produção e Mediação Cultural.
MENSAGEM CENTRAL
O AFRO HOUSE acredita que a cultura é uma poderosa ferramenta de transformação social. Através da música, da gastronomia e da partilha de experiências, o projeto pretende unir comunidades, celebrar a diversidade e construir novas oportunidades para o Bairro São Domingos e para toda a cidade de Santarém.
AFRO HOUSE
Cultura que Une. Comunidade que Transforma
Sáb, 12 Set
10:30
Sala de Leitura Bernardo Santareno
10:30
Sala de Leitura Bernardo Santareno
In.Str // HORA DO CONTO, “ATLAS DAS CRIATURAS MÁGICAS DE PORTUGAL”
Sáb, dia 12 set | 10h30 - Sala de Leitura Bernardo Santareno / Literatura
Histórias sobre Criaturas Mágicas por Samuel F. Pimenta
Sessão para crianças
Sáb, dia 12 set | 10h30 - Sala de Leitura Bernardo Santareno / Literatura
Histórias sobre Criaturas Mágicas por Samuel F. Pimenta
Sessão para crianças
Sáb, 12 Set
11:00
Jardim Portas do Sol
11:00
Jardim Portas do Sol
AULA DE YOGA
Todos os sábados | 11h00 - Jardim Portas do Sol
ORGANIZAÇÃO AMA - Associação Movimento Aberto / FPY - Federação Portuguesa de Yoga
Todos os sábados | 11h00 - Jardim Portas do Sol
ORGANIZAÇÃO AMA - Associação Movimento Aberto / FPY - Federação Portuguesa de Yoga
Sáb, 12 Set
21:30
Casa do Campino
21:30
Casa do Campino
in.Str // CARTAXO SESSIONS
com SEREIAS (PT) + OKA (PT) + CAT SOUP (PT)
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Casa do Campino / Música // Entrada gratuita, limitado à lotação admissível com controle de entrada
Sinopse: A Cartaxo Sessions, juntamente com Município de Santarém e o Santarém Cultura, recebem na Casa do Campino, em Santarém, três nomes fortes da música alternativa portuguesa. Os Sereias trazem o seu caos organizado entre o punk, o krautrock e o free jazz, com concertos intensos e carregados de tensão política e social. Os OKA representam o lado mais cru e abrasivo da noite, mergulhando num punk-noise explosivo, cheio de distorção, ruído e confrontação sonora. Já os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia, cruzando momentos de tensão, explosão e atmosfera numa experiência ao vivo intensa e cinematográfica. Três abordagens distintas, unidas pela vontade de desafiar os limites da música underground portuguesa.
///SEREIAS///
Os Sereias são uma das propostas mais intensas e imprevisíveis da nova música underground portuguesa. Vindos do Porto, o coletivo cruza post-punk, krautrock, free jazz e noise numa linguagem própria, marcada por tensão constante, improvisação e uma energia quase ritualística em palco.
Com uma sonoridade simultaneamente caótica e hipnótica, a banda constrói paisagens sonoras densas onde linhas repetitivas, explosões de ruído e momentos de libertação coletiva convivem com letras carregadas de crítica social e inquietação política. Mais do que canções tradicionais, os Sereias criam experiências sonoras imersivas, sempre imprevisíveis e emocionalmente intensas.
Ao vivo, a banda ganhou rapidamente reputação como um dos nomes mais fortes da cena alternativa nacional, graças a concertos físicos, viscerais e catárticos, onde a improvisação e a interação entre os músicos desempenham um papel central. Cada atuação transforma-se num espaço de confronto, libertação e comunhão entre banda e público.
Entre o experimentalismo e a urgência punk, os Sereias afirmam-se como uma voz singular dentro da música portuguesa contemporânea, recusando fórmulas fáceis e explorando constantemente novas formas de ruído, ritmo e expressão coletiva.
Num tempo em que tudo compete pela atenção, Sereias insistem na urgência da criação artístico-musical enquanto gesto político-poético que nos lembra que, mesmo em tempos distópicos, narrar este mundo de caos, de desigualdade, de crueldade é um ato profundamente político.
///OKA///
OkA é um trio de noise punk de Lisboa, formado por João Moreira, Alexandre Bandola e João Mendes. O projeto começou a fermentar em 2023, de uma vontade sistémica entrelaçada ruidosa e comparecente de fazer algo com o propósito de existir sem lugar. Uma bolha encharcada cheia de tudo e coberta de nada. Suados em bandas como Melt-Banana, Deerhoof e Naked City, e artistas como Marcel Duchamp, Andy Warhol, Jack Smith, trazem-nos uma mistura endiabrada entre o humor e a explosão. Nasce assim “ombu”, um EP, produzido pela banda, misturado e masterizado por João Galvão, que nos faz dançar com barulho, pensar com distorção e gritar sem ser preso (pelo menos por enquanto). No fim talvez sejam só três tipos a fazer barulho na sala de ensaio...
///CAT SOUP///
Cat Soup é um quinteto de rock instrumental. Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro álbum, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país. Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
com SEREIAS (PT) + OKA (PT) + CAT SOUP (PT)
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Casa do Campino / Música // Entrada gratuita, limitado à lotação admissível com controle de entrada
Sinopse: A Cartaxo Sessions, juntamente com Município de Santarém e o Santarém Cultura, recebem na Casa do Campino, em Santarém, três nomes fortes da música alternativa portuguesa. Os Sereias trazem o seu caos organizado entre o punk, o krautrock e o free jazz, com concertos intensos e carregados de tensão política e social. Os OKA representam o lado mais cru e abrasivo da noite, mergulhando num punk-noise explosivo, cheio de distorção, ruído e confrontação sonora. Já os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia, cruzando momentos de tensão, explosão e atmosfera numa experiência ao vivo intensa e cinematográfica. Três abordagens distintas, unidas pela vontade de desafiar os limites da música underground portuguesa.
///SEREIAS///
Os Sereias são uma das propostas mais intensas e imprevisíveis da nova música underground portuguesa. Vindos do Porto, o coletivo cruza post-punk, krautrock, free jazz e noise numa linguagem própria, marcada por tensão constante, improvisação e uma energia quase ritualística em palco.
Com uma sonoridade simultaneamente caótica e hipnótica, a banda constrói paisagens sonoras densas onde linhas repetitivas, explosões de ruído e momentos de libertação coletiva convivem com letras carregadas de crítica social e inquietação política. Mais do que canções tradicionais, os Sereias criam experiências sonoras imersivas, sempre imprevisíveis e emocionalmente intensas.
Ao vivo, a banda ganhou rapidamente reputação como um dos nomes mais fortes da cena alternativa nacional, graças a concertos físicos, viscerais e catárticos, onde a improvisação e a interação entre os músicos desempenham um papel central. Cada atuação transforma-se num espaço de confronto, libertação e comunhão entre banda e público.
Entre o experimentalismo e a urgência punk, os Sereias afirmam-se como uma voz singular dentro da música portuguesa contemporânea, recusando fórmulas fáceis e explorando constantemente novas formas de ruído, ritmo e expressão coletiva.
Num tempo em que tudo compete pela atenção, Sereias insistem na urgência da criação artístico-musical enquanto gesto político-poético que nos lembra que, mesmo em tempos distópicos, narrar este mundo de caos, de desigualdade, de crueldade é um ato profundamente político.
///OKA///
OkA é um trio de noise punk de Lisboa, formado por João Moreira, Alexandre Bandola e João Mendes. O projeto começou a fermentar em 2023, de uma vontade sistémica entrelaçada ruidosa e comparecente de fazer algo com o propósito de existir sem lugar. Uma bolha encharcada cheia de tudo e coberta de nada. Suados em bandas como Melt-Banana, Deerhoof e Naked City, e artistas como Marcel Duchamp, Andy Warhol, Jack Smith, trazem-nos uma mistura endiabrada entre o humor e a explosão. Nasce assim “ombu”, um EP, produzido pela banda, misturado e masterizado por João Galvão, que nos faz dançar com barulho, pensar com distorção e gritar sem ser preso (pelo menos por enquanto). No fim talvez sejam só três tipos a fazer barulho na sala de ensaio...
///CAT SOUP///
Cat Soup é um quinteto de rock instrumental. Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro álbum, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país. Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
Sáb, 12 Set
21:30
Almoster
21:30
Almoster
In Santarém
ETERNO FEMININO - ENSEMBLE VOCAL COM PIANO, FESTIVAL CISTERMÚSICA
Verão in.Santarém
LER MAIS
in.Str // ITINER’ARTE - ETERNO FEMININO - ENSEMBLE VOCAL COM PIANO, FESTIVAL CISTERMÚSICA
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Convento de Santa Maria de Almoster / Música
Sinopse: Este recital de canto e piano propõe uma viagem sensível e reveladora pelo universo criativo de compositoras que, apesar do talento extraordinário, foram, durante muito tempo, marginalizadas na história da música. Reunindo obras de Cécile Chaminade, Lili Boulanger, Fanny Hensel, Amy Beach e Pauline Viardot, o programa celebra a diversidade estética, expressiva e cultural destas autoras, ativas entre os séculos XIX e início do século XX.
Da delicadeza lírica e refinamento melódico de Chaminade, à profundidade emocional e modernidade subtil de Boulanger, passando pela intensidade poética de Hensel, pela riqueza harmónica de Beach e pela teatralidade expressiva de Viardot, cada obra revela uma voz singular e profundamente pessoal. Em comum, estas compositoras partilham uma capacidade ímpar de fundir texto e música, explorando temas como o amor, a natureza, a introspeção e a imaginação.
Este recital convida o público a redescobrir um repertório de grande valor artístico, trazendo para o presente vozes femininas que marcaram — e continuam a enriquecer — o património musical.
Ficha artística, Eterno Feminino
Soprano Ariana Russo | Alto Rita Morão Tavares | Piano Melissa Fidalgo Fontoura
Programa
Cécile Chaminade (1857-1944)
Angelus Chanson Triste Le Noël des Oiseaux
Lily Boulanger (1893-1918)
Au pied de mon lit Vous m’avez regardé Pie Jesu
Fanny Hensel (1805-1847)
Nachtwanderer Im Herbste
Melissa Fontoura (1978)
Holy Ground
Amy Beach (1879-1964)
Springtime When mama sings Good Morning
Pauline Viardot (1821-1910)
Le Rêve de Jésus Solitude Tarantelle Rêverie
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Convento de Santa Maria de Almoster / Música
Sinopse: Este recital de canto e piano propõe uma viagem sensível e reveladora pelo universo criativo de compositoras que, apesar do talento extraordinário, foram, durante muito tempo, marginalizadas na história da música. Reunindo obras de Cécile Chaminade, Lili Boulanger, Fanny Hensel, Amy Beach e Pauline Viardot, o programa celebra a diversidade estética, expressiva e cultural destas autoras, ativas entre os séculos XIX e início do século XX.
Da delicadeza lírica e refinamento melódico de Chaminade, à profundidade emocional e modernidade subtil de Boulanger, passando pela intensidade poética de Hensel, pela riqueza harmónica de Beach e pela teatralidade expressiva de Viardot, cada obra revela uma voz singular e profundamente pessoal. Em comum, estas compositoras partilham uma capacidade ímpar de fundir texto e música, explorando temas como o amor, a natureza, a introspeção e a imaginação.
Este recital convida o público a redescobrir um repertório de grande valor artístico, trazendo para o presente vozes femininas que marcaram — e continuam a enriquecer — o património musical.
Ficha artística, Eterno Feminino
Soprano Ariana Russo | Alto Rita Morão Tavares | Piano Melissa Fidalgo Fontoura
Programa
Cécile Chaminade (1857-1944)
Angelus Chanson Triste Le Noël des Oiseaux
Lily Boulanger (1893-1918)
Au pied de mon lit Vous m’avez regardé Pie Jesu
Fanny Hensel (1805-1847)
Nachtwanderer Im Herbste
Melissa Fontoura (1978)
Holy Ground
Amy Beach (1879-1964)
Springtime When mama sings Good Morning
Pauline Viardot (1821-1910)
Le Rêve de Jésus Solitude Tarantelle Rêverie
Sáb, 12 Set
21:30
Abrã
21:30
Abrã
In.Str // ITINER’ARTE - CIRCO DE FOGO, DE HUMAN’ART
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Cortiçal, Abrã / Artes de Rua
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Cortiçal, Abrã / Artes de Rua
Sáb, 12 Set
21:30
União de Freguesias de Casével e Vaqueiros
21:30
União de Freguesias de Casével e Vaqueiros
in.Str // ITINER’ARTE - CONCORDA, DE CONCORDA
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Adro da Igreja de Casével / Circo Contemporâneo
Sinopse: ConCorda é um espetáculo multidisciplinar, que recorre a técnicas de movimento, manipulação de objetos e teatro físico.
Uma viagem através de manipulação de cordas e movimento.
A corda como símbolo de conexão, vínculo e união. Corda que abraça com ternura, levando a uma troca emocional que transcende o materialismo. Uma vez esticada, cria uma vibração que se espalha além da própria corda.
Corda em tensão e distensão. Que amarra e desamarra. Que envolve, solta ou agarra. Num jogo de forças dinâmicas. Elástico, magnético, gravidade, peso e contrapeso.
Um alternar entre o suspenso e a quase queda. No equilíbrio por um fio.
Sáb, dia 12 set | 21h30 - Adro da Igreja de Casével / Circo Contemporâneo
Sinopse: ConCorda é um espetáculo multidisciplinar, que recorre a técnicas de movimento, manipulação de objetos e teatro físico.
Uma viagem através de manipulação de cordas e movimento.
A corda como símbolo de conexão, vínculo e união. Corda que abraça com ternura, levando a uma troca emocional que transcende o materialismo. Uma vez esticada, cria uma vibração que se espalha além da própria corda.
Corda em tensão e distensão. Que amarra e desamarra. Que envolve, solta ou agarra. Num jogo de forças dinâmicas. Elástico, magnético, gravidade, peso e contrapeso.
Um alternar entre o suspenso e a quase queda. No equilíbrio por um fio.
Qua, 16 Set
21:30
Teatro Sá da Bandeira
21:30
Teatro Sá da Bandeira
in.Str // Cinema - TERRA VIL, DE LUÍS CAMPOS
Qua, dia 16 set | 21h30 – Teatro Sá da Bandeira / Cinema
Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita
Sinopse: A história decorre no concelho de Penafiel, junto ao local onde o rio Tâmega desagua no Douro. João tem 12 anos e vive com o pai, António, um homem instável que luta contra o alcoolismo e enfrenta vários demónios interiores. Ambos são próximos de Teresa, a vizinha, e das suas duas filhas adolescentes, formando uma espécie de família improvisada. Unidos pela pobreza e pelo trabalho na pesca e venda de lampreias, enfrentam um ano de seca que ameaça o sustento de todos.
Este drama tem como cenário a zona de Entre-os-Rios e faz referências à queda da ponte Hintze-Ribeiro, ocorrida às 21h15 do dia 4 de Março de 2001, quando um autocarro e três veículos ligeiros caíram ao rio Douro, provocando a morte de 56 pessoas, 36 das quais nunca encontradas. Com produção de Ana Rute Almeida e Luís Campos, que aqui se estreia na realização de uma longa-metragem, o filme conta com William Cesnek, Rúben Gomes e Lúcia Moniz nos papéis principais, e com Manuel Nabais, António Capelo, José Martins, Rita Reve e Catarina Lacerda nos secundários.
Título original: TERRA VIL
De: Luís Campos
Género: Drama
Outros dados: Portugal/Itália, 2026, 96´, M/12
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa - Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses
Qua, dia 16 set | 21h30 – Teatro Sá da Bandeira / Cinema
Preço público geral » 5€ | sócios Cineclube » 2,5€ | bilhete jovem até 30 anos » 1€ | bilhete jovem até 30 anos sócio cineclube » entrada gratuita
Sinopse: A história decorre no concelho de Penafiel, junto ao local onde o rio Tâmega desagua no Douro. João tem 12 anos e vive com o pai, António, um homem instável que luta contra o alcoolismo e enfrenta vários demónios interiores. Ambos são próximos de Teresa, a vizinha, e das suas duas filhas adolescentes, formando uma espécie de família improvisada. Unidos pela pobreza e pelo trabalho na pesca e venda de lampreias, enfrentam um ano de seca que ameaça o sustento de todos.
Este drama tem como cenário a zona de Entre-os-Rios e faz referências à queda da ponte Hintze-Ribeiro, ocorrida às 21h15 do dia 4 de Março de 2001, quando um autocarro e três veículos ligeiros caíram ao rio Douro, provocando a morte de 56 pessoas, 36 das quais nunca encontradas. Com produção de Ana Rute Almeida e Luís Campos, que aqui se estreia na realização de uma longa-metragem, o filme conta com William Cesnek, Rúben Gomes e Lúcia Moniz nos papéis principais, e com Manuel Nabais, António Capelo, José Martins, Rita Reve e Catarina Lacerda nos secundários.
Título original: TERRA VIL
De: Luís Campos
Género: Drama
Outros dados: Portugal/Itália, 2026, 96´, M/12
A programação do Teatro Sá da Bandeira tem o apoio da República Portuguesa - Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes e da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses

